BUENOS AIRES (Reuters) - Uma perícia independente revelou que o promotor argentino Alberto Nisman foi assassinado, disse a ex-mulher dele nesta quinta-feira. Ele foi encontrado morto dias após ter acusado a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, de acobertar o suposto envolvimento do Irã num ataque em 1994 contra um centro judaico em Buenos Aires.
Autoridades argentinas não apresentaram os resultados completos da autópsia oficial de Nisman, que foi achado morto em uma poça de sangue com um tiro na cabeça em 18 de janeiro.
Os poucos detalhes que foram divulgados pelas autoridades indicavam que ele cometeu suicídio, mas ainda não houve uma confirmação oficial sobre a causa da morte.
"Nisman não sofreu um acidente. Ele não cometeu suicídio. Eles o mataram", afirmou Sandra Arroyo Salgado em entrevista coletiva, sem dar mais detalhes sobre quem teria matado o promotor de 52 anos, pai de seus dois filhos.
Mais cedo nesta quinta-feira, Sandra, que é juíza, transmitiu a perícia ao escritório da promotoria em Buenos Aires. Ela não deu detalhes sobre as descobertas aos jornalistas.
Ela afirmou que uma autópsia separada não foi realizada e as conclusões da equipe foram com base em fotografias, vídeos feitos durante a autópsia, assim como testes adicionais feitos no necrotério.
A presidente Cristina classifica de "absurda" a acusação de Nisman de que ela tentou encobrir sua investigação sobre o bombardeio a um centro comunitário judaico e disse que espiões do Estado estavam por trás da morte do promotor.
O Irã tem negado consistentemente envolvimento no atentado a bomba que matou 85 pessoas.
A morte de Nisman causou tumulto no governo argentino, em meio a uma tempestade de teorias conspiratórias que cercam sua morte misteriosa. Pesquisas mostram que dois em cada três argentinos acreditam que eles nunca vão saber a verdade sobre os últimos momentos do promotor.
(Reportagem de Eliana Raszewski e Maximiliano Rizzi)
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Sinopse leve, boa informação com objetivo de dar cara nova ao padrão comportamental de leitura Blogger.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Perícia revela que promotor argentino Nisman foi assassinado, diz família
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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