quarta-feira, 15 de julho de 2026

Blindagem geral ninguém fala em Conselho de Ética no Senado Federal Brasileiro




Aguiaemrumo Romulo Sanches

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Enquanto isso na Batcaverna 

Conselho de Ética do Senado Federal está praticamente paralisado não se reúne há dois anos, mesmo diante de escândalos. Isso gera a percepção de “blindagem geral”, já que processos disciplinares contra senadores não avançam.  

Contexto

- Conselho de Ética e Decoro Parlamentar: criado em 1993 para aplicar o Código de Ética e julgar condutas de senadores.  
- Inatividade: última reunião foi em julho de 2024; desde então, não houve sessões. Em 2023 foram apenas duas reuniões, e antes disso houve um hiato de quase quatro anos.  
- Casos arquivados: denúncias contra senadores foram rejeitadas ou arquivadas, reforçando a ideia de falta de punição.  

Blindagem política

- A chamada “PEC da Blindagem”, que buscava restringir o alcance do Judiciário sobre parlamentares, foi rejeitada e arquivada em 2025 pela CCJ do Senado, considerada inconstitucional.  
- Apesar disso, na prática, a ausência de funcionamento do Conselho de Ética cria um efeito semelhante: parlamentares ficam sem julgamento interno, mesmo diante de escândalos.  

Ninguém fala em Conselho de Ética porque ele está inativo, e isso reforça a percepção de blindagem dos senadores contra punições internas.


Uma pergunta difícil, mas necessária 🐕‍🦺 

Muita gente fala em proteção, mas na hora de decidir pelo próprio pet, o discurso muda. Um cão que reage para defender quem ama está errado ou só fazendo o que a natureza dele manda? 

E VOCÊ, O QUE FARIA NESSA SITUAÇÃO?

#MundoAnimal #ReflexãoPet #ABaguncaPet

terça-feira, 14 de julho de 2026

Artigo 226º do Permissivo Constitucional faculta a família é a base de tudo

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou no caso e solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a revisão da decisão que impede, por 90 dias, o contato entre Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro.  

O argumento central da OAB é que Flávio atua como advogado constituído de Jair, e a restrição compromete tanto o exercício da advocacia quanto o direito de defesa.  

O pedido agora seguirá para análise.  

Data vênia 

1. O artigo 226º da Constituição Federal trata da família como base da sociedade.  
2. Reconhece sua importância fundamental para o desenvolvimento humano e social.  
3. Estabelece que o Estado deve dar especial proteção à família.  
4. Define que o casamento é uma das formas de constituição da família.  
5. Reconhece também a união estável e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.  
6. Garante igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres na sociedade conjugal.  
7. Afirma que a família é núcleo essencial para a dignidade e cidadania.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Impedir Flávio de ver e falar com o Presidente é a última ação para retirar a voz da maior liderança da oposição no Brasil.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

DEMOGRACINHA

Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias ás visitas do Senador Flávio Bolsonaro ao pai, Presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A medida foi tomada após Senador Flávio ter lido em rede social uma carta escrita pelo ex-presidente, considerada violação da proibição de comunicação política.  

Decisão

- Data da decisão: 13 de julho de 2026.  
- Autor: Ministro Alexandre de Moraes, do STF.  
- Motivo: Flávio Bolsonaro leu em transmissão ao vivo uma carta escrita por Jair Bolsonaro, interpretada como tentativa de burlar a proibição de uso de redes sociais pelo ex-presidente.  
- Consequência: Flávio não poderá visitar o pai até após o primeiro turno das eleições de 2026 (4 de outubro).  


Presidente Jair Bolsonaro

- Prisão: Cumpre prisão domiciliar humanitária desde março de 2026, após condenação a 27 anos e 3 meses por participação em trama golpista.  
- Restrições: Proibido de usar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.  
- Histórico: Já havia sido transferido da Papuda para prisão domiciliar em razão de problemas de saúde.  

Defesa

- Flávio Bolsonaro: Atua também como advogado do pai.  
- Defesa: Classificou a decisão como ilegal e inconstitucional, alegando que fere a Lei de Execução Penal, que garante direito a visitas familiares.  

Implicações políticas

- Propaganda eleitoral antecipada: O Ministério Público Eleitoral foi acionado para investigar se a leitura da carta configurou promoção política fora do período permitido.  
- Impacto eleitoral: A suspensão das visitas ocorre em meio à campanha de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência.  

A suspensão das visitas não é uma regra geral aplicada a todos os presos, mas uma medida específica determinada pelo @STFEZES diante da acusação de descumprimento de restrições judiciais. O caso está diretamente ligado ao uso político das comunicações de Jair Bolsonaro durante sua prisão domiciliar.

Data vênia 

Em 2018, Lula estava preso e escreveu uma carta pedindo voto para Haddad. Moraes? SILÊNCIO! Hoje, o mesmo ministro proíbe um filho de visitar o pai. 

Pergunta ⁉️ show 🌽 

  - existe justiça no Brasil atual?


VERGONHA NACIONAL: ESQUEMA DE FALSOS "INDÍGENAS" DESVIA R$ 100 MILHÕES DO INSS. PARA ONDE FOI O DINHEIRO CANHOTADA?

Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a segunda fase da "Operação Monã" para desarticular um esquema criminoso na Bahia.

O grupo é suspeito de fraudar benefícios previdenciários do INSS, como aposentadorias rurais e salários-maternidade, ao utilizar declarações falsas que atestavam o pertencimento de pessoas a comunidades indígenas.

As investigações, realizadas principalmente nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, apontam que os criminosos também realizavam a contratação de empréstimos consignados vinculados a esses benefícios obtidos de forma ilícita.

O prejuízo aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 100 milhões. Além do cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o afastamento de dois servidores públicos que estariam envolvidos na falsificação dos documentos e o bloqueio de R$ 1,5 milhão em contas dos suspeitos.