Apenas uma pulga atrás da orelha...
O cara ajuda um ex-Presidente a encontrar um hacker que tinha fotos íntimas da esposa desse ex-Presidente. Vira Ministro do Supremo... e esse hacker? Investigaram?
O cara, vagabundo, vira Ministro e começa a prender quem fala verdades sobre ele. Prende todo mundo. É envolvido em vários escândalos de corrupção. Vira queridinho da esquerda... HERÓI!
Todo herói da esquerda é bandido. Todo esquerdinha é burro ou bandido. Só tem bandido. Então, acredito eu, que esse bandido foi responsável pelo seu próprio passe ao SUPREMO.
Será?
Pergunta ⁉️ show 🌽
- o que leva um Ministro dá Suprema Cortê Federal Brasileira se vender para um Marginal de quinta categoria?
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Em nome de não “ofender” ninguém, a sociedade está caminhando para punir ou desvalorizar quem vence, quem se esforça e alcança resultados. Em outras palavras, uma inversão de valores: o sucesso passa a ser visto como uma afronta, enquanto o fracasso é tratado como escolha legítima que não pode ser questionada.
Data vênia:
Estamos chegando a um ponto em que vencer será considerado quase um crime, apenas para não ferir os sentimentos de quem optou por viver na mediocridade. A lógica parece se inverter: o mérito, a dedicação e a conquista passam a ser vistos como arrogância ou falta de empatia, enquanto a estagnação é romantizada como estilo de vida. É como se a sociedade estivesse criando um ambiente em que o esforço não vale a pena, porque qualquer vitória será interpretada como ofensa. Essa mentalidade, além de injusta, mina a motivação das pessoas e desvaloriza o próprio conceito de superação. Afinal, não se trata de humilhar quem não conseguiu, mas de reconhecer que vencer exige trabalho, disciplina e coragem e isso deveria ser celebrado, não censurado.
COM CERTEZA ABSOLUTA COMPRA DE SENTENÇA
https://youtu.be/hskMzxh5n6M?si=VVTMh5kso_MwhbnN
EMPRESAS BRASILEIRAS AVANÇAM NOS ESTADOS UNIDOS
https://www.braziliantimes.com/business/empresas-brasileiras-avancam-nos-eua-e-encontram-na-florida-porta-de-entrada-para-expansao-2/
Empresas brasileiras avançam nos EUA e encontram na Flórida porta de entrada para expansão.
REFLEXÃO 🪞
O caso Master expõe como um banco cresceu de forma explosiva usando fraudes financeiras, aproveitando falhas de supervisão e a complacência de reguladores, auditores, intermediários e políticos. Mais que vilões individuais, o problema foi a soma de omissões e a “normalização do desvio”, onde práticas anormais se tornaram aceitáveis até o colapso.
- Crescimento suspeito: patrimônio saltou de R$ 200 milhões para R$ 4,7 bilhões em 5 anos, com CDBs pagando 130% do CDI.
- Fraudes estruturadas: venda de ativos inexistentes e uso de fundos externos para mascarar operações.
- Regulação falha: Banco Central e CVM atuaram de forma fragmentada, sem cruzar dados.
- Auditoria limitada: só acessava o que a instituição permitia; relatórios enviados não eram lidos.
- Investidores e intermediários: atraídos pelo alto retorno garantido pelo FGC, sem questionar riscos.
- Rede política: influência nos três Poderes, sustentada por silêncio e conveniência.
- Profissionais renomados: aceitaram contratos milionários sem perguntar a origem dos recursos.
Caso Master mostra como a soma de silêncio, conveniência e falta de pensamento crítico permite que fraudes gigantes prosperem — e alerta que isso pode se repetir se não houver integridade e coragem institucional.