quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Não existe bondade sem ética A bondade está inseparavelmente ligada à Ética


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Não existe bondade sem ética 

Bondade está inseparavelmente ligada à Ética.

O artigo 73 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) estabelece as condutas vedadas aos agentes públicos durante campanhas eleitorais, visando garantir igualdade de oportunidades entre candidatos. Ele proíbe, por exemplo, o uso de bens públicos em benefício de candidatos, a cessão de servidores para campanhas, a distribuição promocional de bens e serviços custeados pelo poder público e a realização de publicidade institucional nos três meses que antecedem o pleito.  

Principais Condutas Vedadas (Art. 73)

- Uso de bens públicos  
  Proibido ceder ou usar bens móveis ou imóveis da administração pública em benefício de candidatos ou partidos, exceto para convenções partidárias.

- Uso de materiais e serviços públicos  
  Vedado utilizar materiais ou serviços custeados pelo governo além das prerrogativas regimentais.

- Cessão de servidores públicos  
  Não é permitido ceder servidores ou empregados públicos para comitês de campanha durante expediente, salvo se estiverem licenciados.

- Distribuição de bens e serviços sociais  
  Proibido fazer uso promocional em favor de candidatos de bens e serviços gratuitos custeados pelo poder público.

- Nomeações e exonerações  
  Nos três meses que antecedem o pleito, é vedado nomear, contratar, demitir sem justa causa ou remover servidores, salvo exceções como cargos em comissão, aprovados em concurso homologado ou serviços públicos essenciais.

- Transferência de recursos  
  Nos três meses antes da eleição, não se pode realizar transferências voluntárias de recursos entre entes federativos, exceto em casos de calamidade pública ou obras já em andamento com cronograma definido.

- Publicidade institucional  
  É proibida a publicidade institucional de atos, programas, obras e serviços nos três meses anteriores à eleição, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral.  

Finalidade da Norma
O objetivo do artigo 73 é evitar o uso da máquina pública para favorecer candidatos ou partidos, assegurando que todos concorram em condições de igualdade. Trata-se de um mecanismo de proteção da lisura e legitimidade do processo eleitoral.

#TODOS os #DIAS por #ORELHA!!!
 A JUSTIÇA virá DE QQUER JEITO !! 
Não #deixem de #falar no #Orelha: a #CRUELDADE contra ele revelou um #mar de #corrupção e #perversidade. Essas #famílias estão mostrando o que são , #rachou o #VERNIZ de #ALTA #SOCIEDADE, DE #FINESSE, DE BANDALHEIRA , DE CORRUPÇÃO.
 Não deem #sossego para os #CRIMINOSOS E SEUS #COMPADRES. . #VINGANÇ4eJUSTIÇAporORELHAdoaQuemDOER!

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Se você: Não deixa seu carro na rua Não sai tranquilo após 20:00hrs Não usa mais a aliança Não atende mais número desconhecido, Não atende celular na rua Etc...mil vezes...E VEM COM A CONVERSA DE:NÃO SOMOS QUINTAL DOS EUA VOCE É UM HIPÓCRITA! COPIOU? OBRIGADO/DE NADA!!! DATA VÊNIA: EM CASO DE ESCOLHA PREFIRO VIRAR COLÔNIA DOS EUA, DO QUE ESCRAVO DA CHINA.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

A “guerra híbrida algorítmica” refere-se ao uso de plataformas digitais e algoritmos como instrumentos de desestabilização política e social, explorando desinformação e polarização para influenciar sociedades sem recorrer a combates militares diretos. Em vez de tanques e armas, o campo de batalha passa a ser o fluxo de dados, redes sociais e sistemas de recomendação.  

Conceito de Guerra Híbrida Algorítmica

- Definição: Modalidade contemporânea de luta política baseada na desestabilização permanente.  
- Ferramentas: Plataformas digitais (Facebook, Google, Twitter/X, etc.) e seus algoritmos de recomendação.  
- Objetivo: Criar polarização assimétrica e manipular percepções sociais por meio de desinformação.  
- Estratégia: Combina elementos militares, civis e digitais para enfraquecer adversários sem confronto direto.  

Como os Algoritmos Entram na Guerra

- Governança algorítmica: Plataformas rastreiam todas as interações dos usuários, criando perfis detalhados.  
- Desinformação: Algoritmos tendem a reforçar conteúdos polarizadores e fake news, pois geram engajamento.  
- Máquinas de guerra híbrida: Redes centralizadas dentro das plataformas que utilizam os algoritmos como armas para fins políticos.  
- Exemplo prático: Campanhas de manipulação digital durante eleições, onde narrativas falsas são amplificadas por sistemas de recomendação.  

Riscos e Impactos

- Democracia: Fragiliza instituições ao corroer confiança pública.  
- Sociedade: Aumenta radicalização e intolerância.  
- Segurança: Permite ataques sem fronteiras físicas, dificultando defesa tradicional.  

Em resumo, a guerra híbrida algorítmica é uma forma de conflito moderno em que dados, algoritmos e plataformas digitais substituem armas convencionais, tornando a manipulação da opinião pública e a desestabilização política os principais objetivos.

#TODOS os #DIAS por #ORELHA!!!
 A JUSTIÇA virá DE QQUER JEITO !! 
Não #deixem de #falar no #Orelha: a #CRUELDADE contra ele revelou um #mar de #corrupção e #perversidade. Essas #famílias estão mostrando o que são , #rachou o #VERNIZ de #ALTA #SOCIEDADE, DE #FINESSE, DE BANDALHEIRA , DE CORRUPÇÃO.
 Não deem #sossego para os #CRIMINOSOS E SEUS #COMPADRES. . #VINGANÇ4eJUSTIÇAporORELHAdoaQuemDOER!

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Força verdadeira é silenciosa: brilha sem ostentar, resiste sem provar, e segue firme apesar dos olhares.

Encontro de Titan

Querida e respeitada por realizar orações no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília conhecida como Irmã Ilda (ou Ilda Ferreira dos Santos), passeando nas ruas de Brasília com muita luz e proteção divina.

Moradora de Ceilândia (DF), ela ganhou forte apelo nas redes sociais em conteúdos associados aos acampamentos e manifestações.

Obs. João Gigo "Patriota a esquerda".

A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), que recebeu mais de 524 mil votos nas eleições de 2026, passou a enfrentar questionamentos nas redes sociais após a repercussão de antigas publicações atribuídas a ela, envolvendo declarações sobre igrejas e grupos religiosos. As mensagens provocaram críticas e levantaram discussões sobre possíveis consequências jurídicas caso seja comprovada a prática de intolerância religiosa. No Brasil, a legislação prevê punições para a discriminação e a incitação ao preconceito religioso, inclusive quando praticadas nas redes sociais. A Constituição Federal também estabelece hipóteses de perda de mandato parlamentar, incluindo quebra de decoro e condenação criminal definitiva. Entretanto, esses mecanismos dependem de procedimentos específicos e não resultam automaticamente na cassação de uma pessoa eleita. Como Ana Elisa ainda não tomou posse, uma eventual contestação anterior ao início do mandato teria de seguir as regras eleitorais e judiciais aplicáveis. Já um processo por quebra de decoro parlamentar seria de competência da Câmara dos Deputados após a posse. Ana Elisa negou a autoria de uma das publicações divulgadas e pediu desculpas por outras mensagens antigas. Até o momento, não há confirmação de processo de cassação contra a deputada eleita relacionado a essas declarações. E você, acredita que parlamentares devem responder por declarações feitas nas redes sociais antes de assumirem seus mandatos? Fonte: Folha de S.Paulo, UOL, Constituição Federal e Câmara dos Deputados. Metrópole News — Informação que conecta você aos principais acontecimentos do Ceará, Brasil e do mundo.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno das eleições de 2026 em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos (56,1 milhões), contra 45,16% de Lula (53,8 milhões). Ambos disputarão o segundo turno em 25 de outubro de 2026, após essa votação haverá definição oficial do vencedor pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  

Situação Atual das Eleições 2026
- Primeiro turno (4 de outubro de 2026):
  - Flávio Bolsonaro (PL): 47,03% – 56.104.503 votos  
  - Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 45,16% – 53.879.538 votos  
  - Outros candidatos: menos de 3% cada  

- Segundo turno:  
  - Data: 25 de outubro de 2026  
  - Disputa entre Flávio Bolsonaro e Lularápio  

Pesquisas de Intenção de Voto:

- Quaest (12/10 – Distrito Federal): Flávio 50% x Lula 40%  
  - 94% dos entrevistados afirmaram não ter chance de mudar o voto  

Pontos Importantes

- Resultado oficial só será conhecido após o segundo turno e proclamado pelo @TSE.  
- A afirmação de que “92% não vão mudar o voto” se aproxima dos dados da pesquisa Quaest no DF (94%).

Flávio Bolsonaro liderou o primeiro turno. O segundo turno em 25 de outubro decidirá quem será o próximo presidente.
Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça Justiça

#EXIGIMOSJUSTIÇAPORORELHA
#FEDERALIZAÇAOCASOORELHA
#PUNIÇAOAOSASSASSINOSDESGRAÇADOS