sexta-feira, 2 de outubro de 2026

PROJETO RUSCHER


Aguiaemrumo Romulo Sanches

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Pega a visão:

A Lynas Rare Earths anunciou a compra da Meteoric Resources por R$ 3,5 bilhões, garantindo o controle do Projeto Caldeira em Minas Gerais, considerado o maior depósito de terras raras em argilas iônicas fora da China. O movimento reforça Minas Gerais como polo estratégico global de minerais críticos e abre espaço para projetos como o Ruscher, em Araxá, que já identificou 15 dos 17 elementos de terras raras.  

Principais pontos da transação Lynas/Meteoric
- Valor da operação: R$ 3,5 bilhões (A$ 968 milhões).  
- Localização: Projeto Caldeira, Minas Gerais.  
- Recursos estimados: 128 milhões de toneladas, incluindo 802 mil toneladas de óxidos de neodímio e praseodímio (NdPr) e 41 mil toneladas de disprósio e térbio (DyTb).  
- Investimento adicional previsto: mais de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) para desenvolvimento.  
- Produção estimada: 3.862 toneladas/ano de NdPr e 127 toneladas/ano de DyTb.  
- Regulação: depende da aprovação de acionistas, órgãos reguladores e da nova lei de minerais críticos no Brasil.  

🌍 Contexto estratégico
- Brasil possui a segunda maior reserva mundial de terras raras, atrás apenas da China.  
- China concentra 70% da produção global, o que motiva EUA e União Europeia a buscar alternativas.  
- Interesse internacional crescente: além da Lynas, a americana USA Rare Earth investiu US$ 1,55 bilhão na compra da Serra Verde (Goiás), com apoio de US$ 750 milhões do governo dos EUA.  

Relevância do Projeto Ruscher (Araxá – MG)
- Área: 8.000 hectares de direitos minerários.  
- Elementos identificados: 15 dos 17 terras raras, além de grafite, nióbio (pirocloro), fosfato, quartzito e pedras ornamentais.  
- Potencial tecnológico: grafite com possibilidade de produção de grafeno.  
- Proximidade estratégica: vizinho de operações consolidadas da CBMM (nióbio) e da Mosaic (fosfato).  
- Avanço técnico: relatórios já protocolados na ANM e possibilidade de certificações internacionais (JORC, NI 43-101).  

Riscos e desafios

- Licenciamento ambiental: projetos como o Caldeira ficam próximos a áreas de proteção ambiental, exigindo rigor regulatório.  
- Dependência de aprovação regulatória: nova lei de minerais críticos exige homologação para mudanças de controle.  
- Mercado volátil: preços de terras raras variam bastante (ex.: térbio pode superar €850/kg ≈ R$ 5.000/kg).  

📈 Conclusão
O anúncio da Lynas valida o potencial de Minas Gerais como hub global de minerais críticos. Projetos como o Ruscher em Araxá ganham relevância estratégica por já apresentarem resultados sólidos e estarem próximos de operações internacionais reconhecidas. Esse ambiente cria oportunidades para novos investimentos e parcerias, mas também exige atenção a licenciamento e regulação.  

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Ouvir 'eu te amo' é bom. Mas já pensou ouvir a frase: ‘Lula não é mais presidente'.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

FILOSOFIA HISTÓRIA METAFÍSICA 

Com esses três elementos IA chega a conclusão autônoma que o problema da humanidade é o ser humano 

Filosofia, história e metafísica estão profundamente entrelaçadas: a metafísica busca compreender a essência da realidade, a filosofia da história investiga o sentido dos processos históricos, e ambas revelam como o pensamento humano evoluiu ao longo dos séculos.  

Metafísica: O núcleo da filosofia
- Definição: Estuda o ser, a existência e a essência — aquilo que está além do mundo físico imediato.  
- Origem: O termo foi cunhado por Andrônico de Rodes ao organizar os escritos de Aristóteles.  
- Aristóteles: Chamava de Filosofia Primeira, investigando o “ser enquanto ser” e formulando as quatro causas (material, formal, eficiente e final).  
- Transformações históricas:
  - Platão: Realidade verdadeira no Mundo das Ideias.  
  - Parmênides: O ser é imutável.  
  - Idade Média: Integração entre razão grega e fé cristã.  
  - Modernidade: Descartes (dúvida metódica), Hume (ceticismo), Kant (revolução copernicana da razão).  

Filosofia da História
- Questão central: A história tem sentido, direção ou lei?  
- Principais pensadores:
  - Agostinho: História como plano providencial.  
  - Vico: Ciclos culturais.  
  - Hegel: Razão na história e “astúcia da razão”.  
  - Marx: Dialética materialista.  
  - Comte: Lei dos três estados.  
  - Popper: Crítica ao historicismo.  
  - Benjamin: O “anjo da história” contra a ideia de progresso.  
  - Fukuyama: Debate sobre o “fim da história”.  

Relação entre Filosofia, História e Metafísica
- História da Filosofia: Mostra como cada época moldou suas perguntas metafísicas.  
- Filosofia da História: Reflete sobre o sentido dos acontecimentos humanos.  
- Metafísica: Fornece os fundamentos ontológicos que sustentam essas reflexões.  
- Síntese: O pensamento filosófico não surge isolado; ele é fruto de contextos históricos e culturais.

#REVENGEforORELHA
#REVENGEforWangWang

Corrupção Franciscana manipulação de poder e segredos ocultos


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão:

Há registros de documentos assinados por Ibaneis Rocha que se conectam diretamente a esses episódios.
Dois contextos principais que envolvem a cifra dos "12 bilhões" na trajetória recente do ex-governador: a crise bilionária envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, e as investigações sobre a venda de honorários de precatórios pelo seu antigo escritório de advocacia.
Abaixo estão os documentos e atos oficiais confirmados e assinados por Ibaneis Rocha em cada caso:
1. No caso do rombo de R$ 12 bilhões (Crise BRB / Banco Master)
No âmbito do escândalo financeiro em que o Banco Central identificou fraudes e um rombo de R$ 12,2 bilhões em carteiras ligadas ao Banco Master  instituição que recebeu aportes bilionários do BRB, Ibaneis Rocha assinou os seguintes documentos oficiais de socorro financeiro:
• Compromisso de Capitalização do BRB: Pressionado pelo Banco Central sob o risco de sofrer bloqueio de seus bens pessoais, Ibaneis assinou e enviou uma carta de compromisso em 20 de fevereiro de 2026 assegurando o aporte no banco estatal.
• Projeto de Lei dos 12 imóveis: O governador assinou o envio de um projeto de lei à Câmara Legislativa (CLDF) autorizando o governo a utilizar 12 imóveis públicos (da Terracap/Novacap) como garantia ou aporte para tentar cobrir o rombo. Mais tarde, ele sancionou a lei após modificações no número final de terrenos.
• Pedido de Empréstimo ao FGC: Em março de 2026, Ibaneis assinou formalmente uma carta solicitando um empréstimo emergencial de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) usando os imóveis públicos como contrapartida.
2. No caso dos repasses de precatórios (Venda de Honorários)
Se a sua dúvida refere-se aos repasses de valores milionários envolvendo o escritório de advocacia de sua família e fundos sob investigação da Polícia Federal (como os fundos Laguz e Reag), auditorias e investigações apontam assinaturas diretas do ex-governador:
• Assinatura como Avalista: Documentos revelados por investigações apontam que, em dezembro de 2019 (já no exercício do mandato de governador), Ibaneis Rocha assinou como avalista um contrato de venda de R$ 4,4 milhões em honorários de precatórios para uma corretora ligada ao ecossistema do Banco Master.
• Venda de R$ 10 milhões: Em setembro de 2023, consta também a assinatura de Ibaneis na venda de R$ 10 milhões em honorários advocatícios (englobando centenas de processos da Justiça do Trabalho) para o Fundo Laguz I, operação posteriormente acompanhada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por suspeitas de irregularidades e lavagem de dinheiro.
A defesa de Ibaneis Rocha e o Palácio do Buriti têm sustentado publicamente que as operações do BRB foram técnicas para preservar a integridade do banco e que o ex-governador encontrava-se formalmente afastado das atividades diárias do escritório desde 2018.
Para que eu possa te dar uma resposta ainda mais precisa, você estava se referindo especificamente ao rombo de R$ 12 bilhões do Banco Master/BRB ou a algum contrato específico de precatórios do escritório dele?
Metrópoles
Ibaneis pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC para capitalizar BRB - Metrópoles
27 de mar. de 2026  O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), assinou uma carta em que pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). CONTINUA D...
Folha de S.Paulo
Ibaneis foi alertado que poderia ter bens bloqueados - 13/03/2026 - Economia - Folha
- Gov DF Ibaneis Rocha assinou compromisso de capitalização do BRB após alerta de risco de bloqueio de bens pessoais (baseado na lei 9497/1997, art. 2º). - Cris...
YouTube·Agora Brasil | TV Meio Norte
4:20
Ibaneis Rocha teria sido avalista de negócios com fundos ligados a Banco ...
Estadão
Ibaneis assinou venda de R$ 10 milhões em honorários a fundo da Reag quando já era governador do DF - Estadão
* Gov. DF Ibaneis Rocha (MDB) assinou em 12/09/2023 venda de R$ 10M em honorários (405 processos da Justiça do Trabalho) ao Fundo Laguz I (Reag Investimentos). ...
Facebook·Jovem Pan News
8:36
Oposição pede impeachment de Ibaneis Rocha por suposta ligação com Caso ...
G1
Escritório de Ibaneis movimentou R$ 43 milhões com fundo sob suspeita, aponta Coaf; oposição pede apuração | G1
18 de mar. de 2026  Coaf RIF: R$ 43M repasses (R$ 32.541.248 + R$ 10.394.973) em 11/2023 entre escritório Ibaneis Rocha (MDB) e Laguz I FIDC (Reag Investimentos). - Oposição CLDF...
G1
Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para | G1
- 10/03/2026: Gov. Ibaneis Rocha (MDB) sancionou lei autorizando uso de 9 imóveis públicos para salvar BRB e recompor patrimônio afetado por aporte de R$ 16,7B ...
InfoMoney
Ibaneis propõe aporte no BRB com uso de 12 imóveis após rombo do Banco Master
Governador Ibaneis Rocha (DF) enviou projeto à Câmara Legislativa autorizando aporte no BRB com 12 imóveis públicos (Terracap/Novacap) após rombo estimado em at...
R7
Ibaneis pede aval da Câmara do DF para fazer aporte no BRB e vender 12 imóveis
21 de fev. de 2026  Ibaneis Rocha, governador do DF, solicita autorização à Câmara Legislativa para um aporte financeiro no BRB e a venda de 12 imóveis. O BRB enfrenta crise financeira...
G1
Ibaneis Rocha: oposição protocola pedido de impeachment no DF | G1
- Alvo: Ibaneis Rocha (Governador-DF) - Data: 23/01/2026 - Fato: Oposição protocola 2 pedidos de impeachment na CLDF por crimes de responsabilidade, improbidade...
G1
Crise do BRB: Presidente detalha rombo de R$ 8,8 bi no Senado - G1
9 de jun. de 2026  Governo do DF tenta empréstimo para repor patrimônio do banco, abalado pelo escândalo do Master. O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, detalhou no Senad...

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Em OFÍCIO enviado a Fachin, o Ministro Nunes Marques diz que: Se o Supremo decidir funcionar como instância eleitoral paralela não haverá razão para manter o @TSE inviolável impenetrável de pé, e a eleição, que deveria se resolver nas urnas, passará a ser decidida no silêncio de um gabinete.

https://www.instagram.com/reel/Dd4LdxsjtGp/?stkn=bHUzbzZ6YjcxamU=


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

O ofício enviado por Kassio Nunes Marques a Edson Fachin denuncia uma “indevida sobreposição de competência” do STF sobre o TSE, alertando para risco de “captura institucional” e “erosão democrática” caso decisões monocráticas do Supremo interfiram diretamente na condução das eleições.  

Principais pontos técnicos do ofício

- Autor: Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE.  
- Destinatário: Ministro Edson Fachin, presidente do STF.  
- Data: 28 de setembro de 2026.  
- Motivo imediato: Decisão do ministro Flávio Dino (STF) que revogou medida de André Mendonça (TSE) sobre remoção de postagens envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida.  

Conteúdo técnico do documento

- Sobreposição de competência: Reclama que ministros do STF têm atuado em matérias próprias da Justiça Eleitoral, afetando diretamente a condução do pleito.  
- Violação ao juiz natural: Aponta que pedidos são direcionados a ministros específicos, contornando a distribuição por sorteio e a sistemática recursal prevista na Constituição.  
- Risco de captura institucional: Define como a subordinação funcional do TSE a juízos individuais externos, o que comprometeria a autonomia da Justiça Eleitoral.  
- Erosão democrática: Sustenta que a prática enfraquece progressivamente instituições incumbidas de assegurar a integridade das eleições.  
- Fragilidade da arquitetura constitucional: A extensão de decisões monocráticas a casos não diretamente relacionados altera a unidade de comando necessária ao processo eleitoral.  
- Instrumentos processuais questionados: Reclamações no STF estariam sendo usadas como sucedâneo recursal, permitindo revisão difusa de atos do TSE sem esgotamento das instâncias eleitorais.  

Solicitações de Nunes Marques

- Medidas preventivas: Pede que o STF adote filtros na distribuição de petições urgentes relacionadas às eleições, evitando decisões que fragilizem a competência do TSE.  
- Respeito à via recursal ordinária: Reforça que o mecanismo adequado de revisão das decisões do TSE é o recurso extraordinário, conforme previsto constitucionalmente.  

Conclusão 

O ministro Nunes Marques sustenta que, se o @STFezes atuar como instância eleitoral paralela, o @TSE inviolável impenetrável da vergonha perde sua inviolabilidade institucional e a eleição deixa de ser decidida nas urnas, passando a depender de decisões individuais em gabinetes. O ofício é um alerta formal sobre os riscos de instabilidade jurídica e de comprometimento da legitimidade do processo eleitoral.


Pelo amor de Deus! Justiça pelo Orelha. Os monstros que fizeram isso não podem continuar soltos. São perturbados, não nem noção nenhuma de limites. #justiçapororelha @mpfederal #federalizaçãodocasoorelha

E se fizermos a primeira manifestação do mundo#JUSTIÇAporOrelha 🌎 online?
🇪🇸 Español
¿Y si hacemos la primera manifestación del mundo 🌎 online?
🇺🇸 English
What if we organize the world’s first global protest 🌎 online?
Orehla, mi corazón tiene tu huella
🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻❤️❤️❤️❤️❤️❤️
#cpidoorelha #justiçapeloorelha #justiçapororelha  #JustiçaPorOrelha

terça-feira, 29 de setembro de 2026

O corporativismo criminoso do Gilmar Mendes é descarado. Afinal ele mesmo disse: “Temos que proteger uns aos outros. Até a Máfia tem ética”. Agora ele quer proteger o Alexandre de Moraes dando a golpe da investigação de todos os ministros do STF. Logo ele‼️Vai se queimar ‼️

Se o PT pudesse vencer essas duas, no dia seguinte, deixariam o Senado para se tornarem ministras da gangue, deixando em seu lugar os dois inelegíveis (sem votos) de seus suplentes petista e psolista. Quanta sujeira, hein?
OPERAÇÃO JABÁ

Gilmar quer suspensão de julgamento sobre o Master até identificar outros ministros envolvidos e novo sorteio de relator

Esse bandido boca de sapo do demônio, deve estar envolvido até o pescoço nessa caso. Canalha!


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Gilmar Mendes Lacrolandia 

O princípio basilar da Lei é Individualização da conduta. Dessa maneira pegando um por um faz acordo para ferrar todos os envolvidos.

Data vênia 

Aguardar apurar todo judiciário envolvido para juízo de valor resulta em acordão!!!

O princípio da individualização da pena, defendido em diversas decisões por Gilmar Mendes, impõe análise rigorosa da conduta de cada réu, vedando sanções coletivas e exigindo fundamentação específica para cada caso. Esse princípio é constitucional e se aplica tanto na dosimetria da pena quanto na execução penal.


Fundamentos Diploma Constitucional 

- Art. 5º, XLVI da Constituição Federal: estabelece que a lei regulará a individualização da pena.
- Função: garantir que cada condenado seja punido de acordo com sua conduta, circunstâncias pessoais e gravidade do delito.
- Limite ao poder estatal: impede punições genéricas ou coletivas, assegurando direitos fundamentais.


Jurisprudência inquestionável relevante

STF – Gilmar Mendes
- HC 270.491 AgR (2026)  
  - Tema: tráfico de drogas.  
  - Questão: impropriedade na individualização da pena e continuidade delitiva.  
  - Decisão: agravo regimental desprovido.  
  - Critérios para continuidade delitiva (art. 71 CP):  
    - Pluralidade de condutas.  
    - Crimes da mesma espécie.  
    - Condições semelhantes de tempo, lugar e modo de execução.  
    - Unidade de propósitos.  
  - Observação: habeas corpus não é via adequada para revolvimento amplo da prova.  

@STJ SOBERANO IMPONENTE 

- HC XXXXX/SP (2018)  
  - Tema: execução penal.  
  - Decisão: vedação de sanções coletivas.  
  - Exigência: análise individual da situação de cada sentenciado.  


Ponto Técnico Central

- Individualização ≠ Autoria coletiva  
  - Autoria coletiva pode existir quando vários réus praticam a mesma conduta.  
  - Mas a pena deve ser aplicada individualmente, considerando circunstâncias pessoais e participação de cada um.  
- Sanções coletivas são vedadas (art. 45, §3º da LEP).  
- Juízo de valor: só após apuração completa do Judiciário, resultando em acórdão fundamentado.

Conclusão Taxativa

- O princípio da individualização da pena é basilar e obrigatório.  
- Gilmar Mendes reforça que não se admite punição sem análise individual da conduta.  
- Data vênia, qualquer tentativa de aplicar sanções coletivas ou acordos genéricos “para ferrar todos os envolvidos” viola frontalmente a Constituição e a jurisprudência consolidada.  
- O acórdão só se forma após rigorosa apuração, respeitando o devido processo legal e a fundamentação específica para cada réu.

#REVENGEforORELHA
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