FACHIN DERRUBA SIGILO DO ESCÂNDALO DO BANCO MASTER
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Precisamos começar uma campanha para ANULAR TODAS AS DECISÕES DO ILICINISTRO DE MORAES, inclusive as condenações do 08/01… tem várias pessoas com as contas bancárias bloqueadas sem ter estado sequer próximo do episódio 08/01, com tornozeleira eletrônica e sem direito ao devido processo legal e ao direito à ampla defesa !!!! TUDO PRECISA SER ANULADO POR FLAGRANTE ILEGALIDADE E ARBITRARIEDADE !!!
POLITIZAÇÃO DO JUDICIÁRIO
Inquérito das Fake News, iniciado em 2019 no STF, foi retirado da relatoria de Alexandre de Moraes pelo presidente Edson Fachin em setembro de 2026, medida que sinaliza seu encerramento após sete anos de polêmicas. Fachin determinou revisão dos procedimentos ainda abertos e encaminhamento à Polícia Federal e à PGR, preservando apenas ações penais já instauradas.
Principais pontos
- Origem (2019): Criado de ofício pelo então presidente do STF, Dias Toffoli, com Alexandre de Moraes como relator. Objetivo: apurar ameaças contra ministros e ataques à democracia.
- Ampliação: Incluiu investigações sobre fraudes em cartões de vacinação e os ataques de 8 de janeiro de 2023.
- Polêmicas:
- Abertura sem pedido do Ministério Público.
- Acusações de Moraes contra o ministro André Mendonça por improbidade e abuso de autoridade.
- Críticas de juristas e imprensa sobre concentração de poder e falta de limites claros.
- Decisão de Fachin (setembro/2026):
- Retirou Moraes da condução do inquérito.
- Estabeleceu revisão (“pente-fino”) dos procedimentos ainda em andamento.
- Encaminhamento dos casos à PF e à PGR para denúncia ou arquivamento.
- Preservou atos já praticados por Moraes e manteve ações penais em curso sob sua relatoria.
Situação atual (setembro/2026)
- Encerramento em curso: Fachin declarou como meta o fim definitivo do inquérito, visando segurança jurídica e delimitação institucional.
- Impacto:
- Redução da influência direta de Moraes sobre investigações.
- Reforço da atuação da PF e da PGR.
- Possível arquivamento de casos sem denúncia.
- Crise interna: A decisão ocorreu em meio a tensões entre Moraes, Mendonça e a cúpula da Polícia Federal.
Conclusão
O inquérito das Fake News, símbolo de debates sobre limites institucionais e concentração de poder no STF, está em fase final de encerramento. Fachin assumiu a condução para revisar redistribuir os casos, preservando apenas processos já instaurados. O movimento marca o desfecho de uma investigação que se tornou central na política e na Justiça brasileiras desde 2019.
Data vênia
ícone esquerdista da democracia Coringa, escapa de um hospício chamado “inquérito das fake news”. Indignação & desconfiança.
Vale lembrar que o Inquérito das Fake News foi instaurado pelo Supremo Tribunal Federal @STFezes em 2019, com o objetivo de investigar ataques à Corte e a disseminação de notícias falsas contra ministros e instituições. Ele é polêmico porque, ao mesmo tempo em que busca proteger a democracia, também levanta debates sobre liberdade de expressão, limites da atuação judicial e concentração de poder investigativo. Alguns veem como uma defesa legítima das instituições, outros como um excesso que ameaça garantias constitucionais.
Esse inquérito seria uma espécie de “camisa de força” que aprisiona ideias & opositores, e que o “ícone esquerdista” teria escapado disso como um personagem caótico.