segunda-feira, 13 de julho de 2026

Impedir Flávio de ver e falar com o Presidente é a última ação para retirar a voz da maior liderança da oposição no Brasil.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

DEMOGRACINHA

Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias ás visitas do Senador Flávio Bolsonaro ao pai, Presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A medida foi tomada após Senador Flávio ter lido em rede social uma carta escrita pelo ex-presidente, considerada violação da proibição de comunicação política.  

Decisão

- Data da decisão: 13 de julho de 2026.  
- Autor: Ministro Alexandre de Moraes, do STF.  
- Motivo: Flávio Bolsonaro leu em transmissão ao vivo uma carta escrita por Jair Bolsonaro, interpretada como tentativa de burlar a proibição de uso de redes sociais pelo ex-presidente.  
- Consequência: Flávio não poderá visitar o pai até após o primeiro turno das eleições de 2026 (4 de outubro).  


Presidente Jair Bolsonaro

- Prisão: Cumpre prisão domiciliar humanitária desde março de 2026, após condenação a 27 anos e 3 meses por participação em trama golpista.  
- Restrições: Proibido de usar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.  
- Histórico: Já havia sido transferido da Papuda para prisão domiciliar em razão de problemas de saúde.  

Defesa

- Flávio Bolsonaro: Atua também como advogado do pai.  
- Defesa: Classificou a decisão como ilegal e inconstitucional, alegando que fere a Lei de Execução Penal, que garante direito a visitas familiares.  

Implicações políticas

- Propaganda eleitoral antecipada: O Ministério Público Eleitoral foi acionado para investigar se a leitura da carta configurou promoção política fora do período permitido.  
- Impacto eleitoral: A suspensão das visitas ocorre em meio à campanha de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência.  

A suspensão das visitas não é uma regra geral aplicada a todos os presos, mas uma medida específica determinada pelo @STFEZES diante da acusação de descumprimento de restrições judiciais. O caso está diretamente ligado ao uso político das comunicações de Jair Bolsonaro durante sua prisão domiciliar.

Data vênia 

Em 2018, Lula estava preso e escreveu uma carta pedindo voto para Haddad. Moraes? SILÊNCIO! Hoje, o mesmo ministro proíbe um filho de visitar o pai. 

Pergunta ⁉️ show 🌽 

  - existe justiça no Brasil atual?


VERGONHA NACIONAL: ESQUEMA DE FALSOS "INDÍGENAS" DESVIA R$ 100 MILHÕES DO INSS. PARA ONDE FOI O DINHEIRO CANHOTADA?

Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a segunda fase da "Operação Monã" para desarticular um esquema criminoso na Bahia.

O grupo é suspeito de fraudar benefícios previdenciários do INSS, como aposentadorias rurais e salários-maternidade, ao utilizar declarações falsas que atestavam o pertencimento de pessoas a comunidades indígenas.

As investigações, realizadas principalmente nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, apontam que os criminosos também realizavam a contratação de empréstimos consignados vinculados a esses benefícios obtidos de forma ilícita.

O prejuízo aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 100 milhões. Além do cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o afastamento de dois servidores públicos que estariam envolvidos na falsificação dos documentos e o bloqueio de R$ 1,5 milhão em contas dos suspeitos.

domingo, 12 de julho de 2026

Um país de desalentados.Isso é a morte de uma sociedade saudável a Tradicional Classe Média. Isso não se sustenta. O colapso será muito doloroso para a sociedade brasileira.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Cenário de esgotamento coletivo 

Uma sociedade que perde esperança, confiança e coesão. Quando o desalento se torna predominante, ele corrói os pilares que sustentam a vida em comum: a fé nas instituições, a solidariedade entre cidadãos e a perspectiva de futuro.  

Impactos possíveis de uma sociedade desalentada  

- Erosão da confiança social: sem acreditar nos outros ou nas instituições, o tecido comunitário se desfaz.  
- Paralisia econômica e política: o pessimismo generalizado reduz investimentos, participação cívica e inovação.  

- Risco de colapso institucional: quando a descrença é total, até mecanismos básicos de governança podem falhar.  

Reflexão 🪞 

Não se trata de mero desconforto, mas de um processo de desintegração social que, se não for revertido, pode levar a rupturas dolorosas.

Os gastos anuais do Bolsa Família cresceram de R$ 32,5 bilhões em 2019 para R$ 159,5 bilhões em 2025, um aumento de cerca de 391%. O salto mais expressivo ocorreu em 2022, quando o orçamento quase triplicou em relação ao ano anterior.

2019 R$ 32,5 bilhões

2020 → R$ 34,8 bilhões

2021 → R$ 35,0 bilhões

2022 → R$ 90,0 bilhões

2023 → R$ 169,0 bilhões

2024 → R$ 168,6 bilhões

2025 → R$ 159,5 bilhões

Em seis anos, o gasto anual saiu de R$ 32,5 bilhões para cerca de R$ 160 BILHÕES um aumento de aproximadamente 391%.


Polícia Federal aponta Thiago Miranda como peça-chave no “Projeto DV”, esquema de Daniel Vorcaro para atacar o Banco Central e intimidar jornalistas; já sua defesa insiste que ele não cometeu qualquer ilegalidade. O caso envolve contratos milionários com influenciadores, monitoramento de jornalistas e suspeitas de tentativa de fuga do país.  

Contexto da Operação

- Operação Compliance Zero (10ª fase): deflagrada em julho de 2026, focada em desarticular campanhas de desinformação contra o Banco Central.  
- Thiago Miranda: publicitário, ex-sócio de Leo Dias, dono da agência MiThi. Suspeito de recrutar influenciadores e jornalistas para atacar o BC e proteger interesses de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.  

O caso expõe um embate direto: PF vê Miranda como articulador de um esquema mafioso de desinformação e intimidação, enquanto sua defesa insiste que tudo não passa de atividade profissional legítima. O inquérito segue no STF, e a apreensão do passaporte indica que as autoridades tratam o risco de evasão como real e grave.

PF apreendeu uma minuta de contrato que mostra um acordo entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o publicitário Thiago Miranda para produzir um documentário, mesmo com Vorcaro já preso. O documento foi encontrado em buscas nos endereços de Miranda e citado pelo ministro André Mendonça, do STF.  


Mendonça amplia poderes com relatoria de casos Master, INSS e Dark Horse. Ministro assumiu na última quinta-feira (25) pedido  de Investigação relacionado
financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro.

Consegue entender?

Esse consórcio de mídias prefere o Brasil assim do jeito que está. Imprensa se preocupa com Mendonça cuidar de 3 ou 4 casos importantes, mas o Moraes cuidar dos outros 99%, por mais de 7 anos, tudo bem?