O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou que vai acionar o STF contra Lula, acusando-o de ameaça e incitação ao crime após declarações em que o presidente chamou Flávio e Eduardo Bolsonaro de “traidores da pátria” e fez referência histórica a Joaquim Silvério dos Reis.
Data vênia
Lula não tem o que falar do tarifário de Trump.
Desde o início do mandato em janeiro de 2023, o governo Lula já promoveu pelo menos 27 aumentos ou criações de impostos e taxas, afetando diretamente consumidores e empresas. Essas medidas fazem parte da estratégia para tentar alcançar déficit zero, mas têm gerado críticas por elevar a carga tributária sem reduzir gastos público.
Lula já aumentou ou criou 27 impostos e taxas desde 2023, e no total foram 43 medidas arrecadatórias em pouco mais de três anos. Isso elevou a carga tributária, mas não resolveu o problema dos gastos públicos, gerando críticas sobre o impacto negativo na economia.
Discurso de Soberania é obrigatório passar pela exploração de território pelo crime organizado.
Ministro da Economia age sem responsabilidade e espalha mentira sobre prisão de Ibaneis Rocha.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
GILMAR PALOOZA FÓRUM DE PORTUGAL
O chamado “Gilmar Palooza”, fórum jurídico em Lisboa, virou sinônimo de turismo de luxo pago pelo contribuinte brasileiro. Autoridades viajam à Europa sob o pretexto de “aprimoramento institucional”, mas na prática misturam lobby, interesses corporativos e lazer, enquanto o país enfrenta crise fiscal. A conta das passagens e estadias recai sobre o cidadão, sem transparência nem controle efetivo.
Convescote de apoiadores do regime esquerdista brasileiro ás custas do contribuinte.
KYC
Investigações recentes mostram que fintechs ligadas ao PCC movimentaram cerca de R$ 26 bilhões em quatro anos, enquanto bancos tradicionais aparecem com cifras equivalentes em operações reveladas. O número de R$ 300 bilhões atribuído aos “bancões” consta em relatórios oficiais ou operações recentes.
Valores apurados em operações oficiais
Fintechs
- Operação Carbono Oculto e Fluxo Oculto (2025–2026) identificaram R$ 26 bilhões movimentados por seis fintechs ligadas ao PCC.
- Uma delas chegou a movimentar R$ 1 bilhão em espécie, algo incompatível com o funcionamento regular dessas empresas.
Bancos tradicionais
- Há registros recentes de cifras como R$ 300 bilhões em esquemas de lavagem de dinheiro diretamente atribuídos aos grandes bancos.
- Existe alertas de autoridades e especialistas sobre a necessidade de reforçar compliance e “know your customer” (KYC), especialmente após os EUA classificarem PCC e CV como organizações terroristas.
Pontos importantes
- Vácuo regulatório: até 2025, fintechs tinham menos exigências de transparência que bancos, o que facilitou a infiltração do crime organizado.
- Contas-bolsão: usadas para misturar recursos de vários clientes e ocultar os beneficiários finais.
- Setor de combustíveis: parte relevante do esquema envolvia adulteração de nafta e uso de fintechs para compensações financeiras internas.
Conclusão
- Fintechs: comprovadamente movimentaram R$ 26 bilhões em esquemas ligados ao PCC.
- Bancos: Há evidência pública de movimentações na ordem de R$ 300 bilhões.
- Autoridades reforçam que tanto bancos quanto fintechs precisam intensificar mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.
DOIS BOLSONAROS ENTRARAM NO SALÃO OVAL
Flávio e Eduardo Bolsonaro realmente estiveram no Salão Oval da Casa Branca em maio de 2026, em encontro com Donald Trump. O presidente dos EUA publicou fotos oficiais do encontro, elogiando Flávio como “um jovem inteligente que ama muito o seu país”.
O que aconteceu no encontro
- Data: 26 de maio de 2026.
- Local: Salão Oval da Casa Branca, Washington, EUA.
- Presentes: Donald Trump, Flávio Bolsonaro (senador e pré-candidato à Presidência), Eduardo Bolsonaro (ex-deputado federal), e o empresário Paulo Figueiredo.
- Assuntos tratados:
- Pedido de Flávio para que o governo americano classificasse as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
- Discussões sobre tarifas comerciais entre Brasil e EUA.
- Conversas sobre liberdade de expressão e cooperação internacional .
Repercussões políticas
- Trump elogiou Flávio Bolsonaro, chamando-o de “esperto” e “patriota”.
- Tarifaço de 25%: Poucos dias após o encontro, o governo dos EUA anunciou proposta de sobretaxa sobre produtos brasileiros, o que gerou críticas no Brasil e acusações de que a visita teria influenciado a decisão.
- Eduardo Bolsonaro negou ligação com as tarifas, chamando de “fake news irresponsável” a narrativa de que a família Bolsonaro teria provocado sanções .
- Lula responsabilizou os Bolsonaros pela medida, relacionando-a diretamente à visita à Casa Branca .
Em resumo: eles realmente entraram no Salão Oval e se reuniram com Trump. O encontro gerou forte repercussão política no Brasil, especialmente por coincidir com o anúncio de novas tarifas americanas.