https://www.cartacapital.com.br/politica/os-ruidos-entre-moraes-e-cgu-nas-investigacoes-que-atingem-bolsonaro/
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Brasil do futuro sendo penhorado
Toda carne, sob pressão, revela sua fragilidade. Negociar devolução de dinheiro roubado em 10 anos só os juros da aplicação paga.
A proposta de delação premiada de R$ 60 bilhões do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi rejeitada pela Polícia Federal pela segunda vez.
A corporação negou o novo acordo por considerar que os documentos e depoimentos apresentados pela defesa carecem de provas inéditas e substanciais para o avanço da Operação Compliance Zero.
Divergências sobre os R$ 60 bilhões e o conteúdo
Exigência de pagamento à vista:
Inicialmente, Vorcaro propôs devolver R$ 40 bilhões ao longo de 10 anos. Diante da recusa inicial, ele aceitou subir o montante para R$ 60 bilhões. No entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) passou a exigir que a quitação seja feita de maneira integral e rápida para evitar renegociações futuras.
Falta de substância: Tanto a PF quanto a PGR alertaram que o aumento do valor financeiro não é suficiente. Os investigadores apontam que o roteiro da delação omitiu informações cruciais e tentou proteger figuras políticas importantes de Brasília.
Situação das instituições e próximos passos
Análise da PGR: Embora a PF tenha recusado formalmente o acordo, a proposta ainda é analisada com cautela pela equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet. A PGR mantém a indefinição se dará prosseguimento de forma independente ou se também encerrará as tratativas.
Decisão final no STF: Se a PGR decidir aceitar o acordo futuramente, a validação final dependerá da homologação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que é o relator oficial.
Transferência de presídio: Devido à recusa da Polícia Federal em dar prosseguimento ao diálogo nos termos propostos, a corporação solicitou que o ex-banqueiro deixe a sua cela especial na superintendência e retorne a um presídio federal de segurança máxima.
Reflexão 🪞
A Grande Ilusão do Nosso Século
Vivemos numa era em que a aparência suplantou a realidade. Das gôndolas de supermercado às tribunas do Congresso, do feed do Instagram ao cardápio de fast food tudo ostenta uma fachada polida que esconde o vazio ou a mentira por trás. O filósofo Guy Debord previu isso em 1967: a sociedade do espetáculo. Mas o que vivemos hoje vai muito além do que ele imaginou. Não se trata apenas de aparências superficiais. Trata-se de uma arquitetura sistemática do falso, erigida camada por camada, que substitui o real pelo simulacro, até que ninguém mais consiga distinguir um do outro.
Estado que fabricava mentiras. O que não previu é que o mercado faria o mesmo trabalho, com mais eficiência e sem precisar de cassetetes. "Quando tudo é espetáculo, nada é real e quando nada é real, qualquer mentira pode parecer verdade."
Data vênia
Elon Musk é o Visconde de Mauá brasileiro que deu certo pois vive num país de mentalidade empreendedora.
No Brasil, o lobby e a reserva de mercado fizeram naufragar o cara que falava em trens ainda no início do séc. XX.
Nos EUA o Estado foi o 1º cliente da SpaceX a validar.
SMARTMATIC VENEZUELA E O AVIÃO
https://youtu.be/zcPEDYPzF14?is=ucJcv3C0GvKKx5tE