Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Cenário de esgotamento coletivo
Uma sociedade que perde esperança, confiança e coesão. Quando o desalento se torna predominante, ele corrói os pilares que sustentam a vida em comum: a fé nas instituições, a solidariedade entre cidadãos e a perspectiva de futuro.
Impactos possíveis de uma sociedade desalentada
- Erosão da confiança social: sem acreditar nos outros ou nas instituições, o tecido comunitário se desfaz.
- Paralisia econômica e política: o pessimismo generalizado reduz investimentos, participação cívica e inovação.
- Risco de colapso institucional: quando a descrença é total, até mecanismos básicos de governança podem falhar.
Reflexão 🪞
Não se trata de mero desconforto, mas de um processo de desintegração social que, se não for revertido, pode levar a rupturas dolorosas.
Os gastos anuais do Bolsa Família cresceram de R$ 32,5 bilhões em 2019 para R$ 159,5 bilhões em 2025, um aumento de cerca de 391%. O salto mais expressivo ocorreu em 2022, quando o orçamento quase triplicou em relação ao ano anterior.
2019 R$ 32,5 bilhões
2020 → R$ 34,8 bilhões
2021 → R$ 35,0 bilhões
2022 → R$ 90,0 bilhões
2023 → R$ 169,0 bilhões
2024 → R$ 168,6 bilhões
2025 → R$ 159,5 bilhões
Em seis anos, o gasto anual saiu de R$ 32,5 bilhões para cerca de R$ 160 BILHÕES um aumento de aproximadamente 391%.
Polícia Federal aponta Thiago Miranda como peça-chave no “Projeto DV”, esquema de Daniel Vorcaro para atacar o Banco Central e intimidar jornalistas; já sua defesa insiste que ele não cometeu qualquer ilegalidade. O caso envolve contratos milionários com influenciadores, monitoramento de jornalistas e suspeitas de tentativa de fuga do país.
Contexto da Operação
- Operação Compliance Zero (10ª fase): deflagrada em julho de 2026, focada em desarticular campanhas de desinformação contra o Banco Central.
- Thiago Miranda: publicitário, ex-sócio de Leo Dias, dono da agência MiThi. Suspeito de recrutar influenciadores e jornalistas para atacar o BC e proteger interesses de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
O caso expõe um embate direto: PF vê Miranda como articulador de um esquema mafioso de desinformação e intimidação, enquanto sua defesa insiste que tudo não passa de atividade profissional legítima. O inquérito segue no STF, e a apreensão do passaporte indica que as autoridades tratam o risco de evasão como real e grave.
PF apreendeu uma minuta de contrato que mostra um acordo entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o publicitário Thiago Miranda para produzir um documentário, mesmo com Vorcaro já preso. O documento foi encontrado em buscas nos endereços de Miranda e citado pelo ministro André Mendonça, do STF.
Mendonça amplia poderes com relatoria de casos Master, INSS e Dark Horse. Ministro assumiu na última quinta-feira (25) pedido de Investigação relacionado
financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro.
Consegue entender?
Esse consórcio de mídias prefere o Brasil assim do jeito que está. Imprensa se preocupa com Mendonça cuidar de 3 ou 4 casos importantes, mas o Moraes cuidar dos outros 99%, por mais de 7 anos, tudo bem?