Reuniões de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em Washington nesta segunda e terça-feira aumentam especulações sobre a volta da Magnitsky
O sócio baiano do Vorcaro indicou o chefe da Polícia Federal do Lula que é encarregada de investigar o Vorcaro... Pqp o Brasil é muito pornogrâfico. O Master é do PT!
Tem só cara de SONSO!
Pela primeira vez ele não mente, não engana.
Sinceridade total.
Mas se ele sabe que é assim e até confessa, temos que ficar com raiva dos coniventes, que sabem e aceitam esse tipo de declaração, com naturalidade.
Lula declarou que “o político honesto que vocês querem, não está dentro de mim”, em discurso para jovens durante a premiação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) no Rio de Janeiro, em 22 de junho de 2026.
Lulapetismo sabe como enriquecer, o eleitor simples que o matem lá desconhece completamente o que é “dinheiro público” pensam que nasce em árvore lá no planalto!
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Durante a administração de Donald Trump, a política externa dos Estados Unidos sofreu uma inflexão significativa, marcada pela redução de recursos destinados à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Essa mudança coincidiu com uma série de vitórias eleitorais de candidatos identificados com pautas conservadoras e de direita em diversos países da América Latina.
Nesse contexto, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Honduras, Colômbia e Costa Rica passaram a ser governados por lideranças que parte da imprensa internacional classifica como representantes da chamada “ultradireita”. Os nomes de José Antonio Kast, Jaime Paz, Keiko Fujimori, Daniel Noboa, Nasry Asfura, Abelardo De la Espriella e Laura Fernández são frequentemente citados como símbolos dessa guinada política regional.
O avanço dessas lideranças conservadoras reflete, em grande medida, o desgaste de grupos progressistas que, por anos, contaram com apoio de programas e organizações financiadas por recursos internacionais. Com a retração desse suporte, abriu-se espaço para novas forças políticas que se apresentaram como alternativas ao modelo anterior.
A sucessão de resultados eleitorais evidencia uma reconfiguração política em curso no continente, marcada pelo fortalecimento de pautas conservadoras e pela ascensão de partidos e líderes de direita em diferentes países latino-americanos. Esse movimento sugere não apenas uma mudança conjuntural, mas também uma tendência mais ampla de realinhamento ideológico na região, com impactos sobre a dinâmica interna de cada país e sobre as relações internacionais no hemisfério.
Trata-se de um ciclo político que mostra como a redução do apoio externo aos grupos progressistas coincidiu com a ascensão de lideranças conservadoras, redesenhando o mapa político da América Latina e consolidando uma nova fase marcada pela força da direita e da ultradireita.
CONTROLE DE NARRATIVA
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estaria atuando além de sua função principal, que é organizar e apurar eleições. A criação da chamada Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, apelidada de “Ministério da Verdade”, é vista como problemática, pois daria ao TSE um papel de controle de narrativas. Eduardo Tagliaferro denunciou esse órgão e, estando na Itália, dificilmente seria extraditado, já que a Corte Suprema de Cassação italiana teria decidido em casos semelhantes, como o de Carla Zambelli. Além disso, há críticas ao fato de Alexandre de Moraes estar envolvido em diferentes etapas do processo contra Tagliaferro, o que seria incompatível com princípios de imparcialidade. A comparação é feita com outros países, onde não existe uma Justiça Eleitoral autônoma, apenas órgãos administrativos que cuidam da contagem de votos.
Constituição Federal de 1988 não permite a criação de sindicatos de magistrados, pois o art. 95, parágrafo único, inciso III, proíbe aos juízes a associação sindical.
Fundamentação constitucional
- O artigo 95, parágrafo único, inciso III da Constituição estabelece que aos juízes é vedado "dedicar-se à atividade político-partidária" e também exercer outra função, salvo magistério.
- A interpretação consolidada é que magistrados não podem se sindicalizar, pois isso comprometeria a independência e imparcialidade do Poder Judiciário.
Associações permitidas
- Embora sindicatos sejam proibidos, os magistrados podem se organizar em associações de classe (como a Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB), que defendem interesses institucionais e funcionais, mas não possuem caráter sindical.
Jurídico
- A vedação busca preservar a autonomia e neutralidade do Judiciário frente a pressões políticas ou corporativas.
- Diferencia-se de outras categorias de servidores públicos que podem se sindicalizar, pois os magistrados exercem função essencial à justiça e à separação de poderes.
Data vênia
Magistrados podem se associar, mas não sindicalizar-se, conforme a Constituição.
Eduardo Bolsonaro está em Washington, D.C., cumprindo agendas com membros do governo Donald Trump e parlamentares republicanos. O foco principal das conversas é tentar reativar a aplicação da Lei Magnitsky contra o Inlicinistro do @STFEZES Alexandre de Moraes. Ele e o jornalista Paulo Figueiredo participam de compromissos até amanhã (23), incluindo um jantar com cerca de 20 senadores republicanos. O objetivo desses encontros é buscar apoio político para medidas contra Moraes. Nos bastidores, aliados de Eduardo afirmam que sua condenação pelo @STFEZES reforça a narrativa de que há excessos do Judiciário brasileiro contra a oposição.