Não foi o fim, foi a continuação.
Uma era termina. A outra começa.
O legado mudou de mãos.
O futebol trocou de capítulo.
O ciclo encerrou.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Eleição presidencial brasileira de 2026 é considerada a mais internacionalizada desde o fim da Guerra Fria, com forte influência de Washington, Pequim e Bruxelas no debate interno. Pela primeira vez, política externa e geopolítica ocupam o centro da disputa, moldando tanto a narrativa dos candidatos quanto a percepção do eleitorado.
Por que 2026 é tão internacionalizada?
- Protagonismo dos EUA: O governo Trump impôs tarifas sobre produtos brasileiros, transformando comércio exterior em tema eleitoral. Lula acusa os Bolsonaro de “entreguismo” e Flávio culpa o PT por hostilidade diplomática.
- Redes globais de direita: Flávio Bolsonaro se conecta a líderes como Javier Milei (Argentina) e Benjamin Netanyahu (Israel), reforçando alianças ideológicas.
- Agenda multilateral de Lula: O presidente aposta nos BRICS e em fóruns antiamericanos, buscando apoio de China e Irã.
- Outros candidatos: Ronaldo Caiado e Romeu Zema também intensificaram viagens internacionais, mostrando que a dimensão externa não é exclusiva de Lula e Bolsonaro.
Vetores de internacionalização
- Econômico: Tarifas dos EUA, desaceleração chinesa e acordos Mercosul-UE afetam diretamente inflação, câmbio e emprego no Brasil.
- Informacional: Estratégias digitais importadas dos EUA, uso de IA sintética e campanhas de desinformação ampliam polarização.
- Geopolítico: Relações com China, EUA e Israel viraram slogans de campanha, não apenas pautas de política externa.
Implicações
- Eleitorado mais atento à geopolítica: O custo de vida e a percepção de segurança estão ligados a fatores externos.
- Campanha menos doméstica: Questões como tarifas, acordos comerciais e redes sociais globais dominam o debate.
- Brasil como palco internacional: A eleição é acompanhada por líderes estrangeiros e governos que veem o resultado como estratégico.
Data vênia
A divulgação ordenada pela Casa Branca trouxe à tona algo que a oposição venezuelana vinha repetindo há anos sem provas oficiais: o regime bolivariano dispunha da infraestrutura técnica necessária para alterar um resultado eleitoral.
Segundo a CIA, três organismos, a Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), o Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN) e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), podiam manipular resultados através de máquinas de votação pré-programadas, com capacidade para deslocar pelo menos um milhão e meio de votos nas zonas de maior peso chavista.
Reflexão 🪞
Jair Messias Bolsonaro
-O PCC, não gosta dele.
-O CV, não gosta dele.
-O MST, não gosta dele.
-A lacração, não gosta dele.
-A imprensa, não gosta dele.
-O narcotráfico, não gosta dele.
-O sistema, não gosta dele.
-A esquerda, não gosta dele.
-Vagabundos e bandidos, não gostam dele.
Esse é o maior atestado de boa conduta, que Bolsonaro pode te dar.
Wall Street Journal detonou Lula em editorial.
Chamou sua gestão de desastre anunciado.
Apontou crise fiscal, inflação e fuga de investimentos.
Acusou autoritarismo disfarçado de democracia.
Criticou alianças com regimes autoritários e hostilidade ao mercado.
Disse que Lula mina instituições e liberdade de expressão.
Conclusão: Brasil caminha para declínio sob o PT.
Enquanto cuidava de um rebanho em uma região coberta de neve, uma menina de 11 anos acompanhou o nascimento de um cabrito longe da fazenda. Como a cabra e o filhote recém-nascido não tinham condições de percorrer o caminho de volta, a jovem levou primeiro os outros animais para casa e depois retornou ao local com duas mochilas e seu cachorro.
Para conseguir transportar os dois animais, a menina colocou a cabra em uma mochila nas próprias costas, enquanto o cachorro carregou o filhote em outra bolsa adaptada. Os dois atravessaram juntos o caminho pela neve até chegarem à fazenda, garantindo que a mãe e o recém-nascido fossem levados para um local protegido após o nascimento.
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