quinta-feira, 21 de maio de 2026

Pergunta ⁉️ show milhão - por que não vazam conversas do Toffoli, Moraes, esposa Viviane Moraes, Galípolo e etc.?

AZUL vs. VERMELHO 

https://youtube.com/shorts/vgmZVA19GVg?si=0YT4_YsCdoFzuG9O


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

Ministro do STF Vossa Excelência André Mendonça abriu investigação sobre a troca repentina do delegado da Polícia Federal que conduzia o caso das fraudes no INSS, envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (“Lulinha”). A decisão foi motivada por suspeitas de interferência política e falta de comunicação prévia ao relator.  

Contexto da Decisão

- Caso investigado: esquema bilionário de fraudes no INSS, conhecido como Operação Sem Desconto.  
- Envolvidos: Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), citado em depoimentos que mencionam pagamentos mensais e movimentações financeiras suspeitas.  
- Delegado substituído: Guilherme Figueiredo Silva, chefe da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários, responsável por medidas como a prisão de Antônio Camilo Antunes (“Careca do INSS”) e a quebra de sigilo de Lulinha 🦑.  

Mendonça arrocha 

- Incômodo: Mendonça não foi informado previamente da troca, o que gerou desconfiança sobre possível interferência política.  
- Medidas:  
  - Reuniu-se com a nova equipe da PF para cobrar explicações.  
  - Anunciou abertura de procedimento para apurar as circunstâncias da substituição.  
  - Planeja restringir o acesso às informações do inquérito para blindar a investigação contra pressões externas.  

Justificativas da Polícia Federal

- Versão oficial: a mudança foi “pontual” e buscou dar maior estrutura às apurações, transferindo o caso para a Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores (Cinq).  
- Críticas: oposição e membros da CPMI do INSS afirmam que pode haver tentativa de “blindagem” de investigados ligados ao governo.  

Implicações Políticas

- Oposição: acionou a Procuradoria-Geral da República e exigiu explicações do diretor-geral da PF.  
- CPMI do INSS: parlamentares reforçam que não pode haver “aparelhamento” da PF e pedem independência nas investigações.  

Data vênia 

A decisão de Mendonça marca um endurecimento da supervisão do STF sobre a Polícia Federal, diante da troca considerada suspeita de delegado em um caso sensível que envolve o filho do presidente Lula. O ministro busca garantir que não haja atrasos ou manipulações políticas nas apurações.


FACHIN vs FERRO GRÃO 

Decidir com base em um perfil antropológico significa reconhecer que escolhas humanas estão atravessadas por valores culturais, históricos e sociais; o paradoxo surge quando tais decisões, ao buscar igualdade ou racionalidade, revelam contradições internas entre normas universais e práticas particulares.

Perfil antropológico na decisão

Enfoque cultural

A decisão não é apenas racional, mas moldada por costumes, crenças e ethos coletivo.  
- Exemplo brasileiro: Autores como Sérgio Buarque de Holanda e Roberto DaMatta destacam traços culturais que influenciam a forma como lidamos com cidadania e igualdade.  
- Implicação prática: O juiz, legislador ou gestor que decide precisa considerar que o “perfil antropológico” da sociedade afeta a aceitação e eficácia da decisão.  

Paradoxo

- Paradoxo da fundamentação vazia: Ao tentar justificar decisões com base em princípios universais de igualdade, muitas vezes se esbarra na contradição de uma prática social que naturaliza desigualdades.  
- Cruz antropológica da decisão: O ser humano que decide está em uma encruzilhada entre impulsos internos, normas ideais, passado e futuro — o que gera tensão e paradoxos inevitáveis.  

Síntese

- Perfil antropológico: ajuda a compreender o pano de fundo cultural das decisões.  
- Paradoxo: evidencia que, mesmo com fundamentos racionais ou jurídicos, há contradições inevitáveis.
  
Conclusão: 

Decidir exige reconhecer tanto o peso da cultura quanto os paradoxos que desafiam a coerência das escolhas.

Após embate com Gilmar, Fachin pauta Ferrogrão e reforma trabalhista - Poder360 poder360.com.br/poder-justica/… via @GoogleNews

https://x.com/i/status/2057051763274903896


ENTREGA TUDO, VORCARO!

Querer empurrar o caso Master pra cima dos adversários é coisa de esquerdista.

Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi transferido para uma cela comum na PF em Brasília e passou a enfrentar restrições mais rígidas para visitas. O banqueiro segue investigado por suspeitas de fraude financeira e tenta negociar delação premiada.

Reflexão 

Rejeição da delação “light” pela PF coloca Daniel Vorcaro contra a parede. Agora o recado é direto ou ele entrega tudo, expondo a engrenagem completa e os nomes envolvidos, ou corre o risco de afundar sozinho, carregando segredos que podem atingir figuras poderosas.  

É um momento de virada: a narrativa passa de “colaboração parcial” para “ou fala tudo, ou implode junto”. 
Vi agora TV 
Casal de Modelos de Belém fizeram uma apresentação do novo uniforme do Remo aí foram xingados de Urubu pela outra torcida outro time e casal entrou BO Injúria Racial 
Ora
Sem querer defender a Injúria o Urubu é símbolo Flamengo e os Flamenguistas são chamados de Torcida do Urubu e não ficamos ofendidos 
Hoje dia muito vitimismo...



quarta-feira, 20 de maio de 2026

Direito de propriedade vs. função social da terra

Ás Instituições em Brasília todas estão comprometidas com as benesis de Daniel Vorcaro.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

Inlicinistro do STFEZES, Dino dá Silva Sauros, suspendeu a reintegração de posse da Fazenda Brasil, em Gravatá (PE), ocupada pelo MST há cerca de seis anos. A decisão impede a retirada imediata dos invasores e mantém a situação congelada até julgamento final, fundamentando-se em precedentes do Supremo que exigem mediação e garantias sociais antes de despejos. 

O que aconteceu

- Local: Fazenda Brasil, Gravatá (PE).  
- Ocupação: Cerca de 80 barracos de madeira, lona e barro, instalados há aproximadamente seis anos.  
- Proprietário: Um médico, segundo registros.  
- Movimento: @MSTSUBVERSIVO afirma que a área estava improdutiva e agora é usada para produção de alimentos.  

Decisão de Dino dá Silva Sauros 

- Suspensão da reintegração: Dino considerou indevido o acionamento direto da Polícia Militar sem envio do caso à Comissão de Conflitos Fundiários.  
- Base legal: Precedente do STF sobre despejos durante a pandemia da Covid-19.  
- Medidas determinadas:  
  - Nenhuma alteração no número de pessoas ou moradias até julgamento final.  
  - Necessidade de aviso prévio e prazo razoável para saída.  
  - Encaminhamento de famílias vulneráveis para abrigos públicos.  

- A liminar será analisada pela Primeira Turma do STF (Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Dino).  
- O julgamento está previsto para iniciar em 29 de maio de 2026 no plenário virtual.  

Político e social

- Críticas: Setores do agronegócio e defensores da propriedade privada veem a decisão como insegurança jurídica e favorecimento ao MST.  
- Defesa: O MST argumenta que a área é improdutiva e deve ser desapropriada para fins de produção agrícola comunitária.  
- Impacto: O caso reforça o debate sobre conflitos fundiários no Brasil, equilíbrio entre direito de propriedade e políticas sociais de reforma agrária.  

Decisão de Dino não encerra o caso, mas congela a situação até que o STF julgue em definitivo, mantendo os ocupantes na fazenda e ampliando o debate sobre propriedade privada versus função social da terra.


Data vênia 

O direito de propriedade no Brasil não é absoluto: ele deve sempre atender à função social da terra, que exige uso produtivo, respeito ao meio ambiente e bem-estar coletivo. Se o proprietário não cumpre esses requisitos, pode haver desapropriação para fins de reforma agrária.  

Direito de Propriedade

- Garantia constitucional: O artigo 5º da Constituição Federal assegura o direito de propriedade como cláusula pétrea.  
- Faculdades do proprietário: Usar, gozar, dispor e reaver o bem.  
- Limite: Não é um direito absoluto; deve respeitar normas ambientais, trabalhistas e sociais.  

Função Social da Terra

- Fundamento constitucional: Art. 5º, XXIII e Art. 186 da Constituição Federal de 1988.  
- Critérios principais:
  - Aproveitamento racional e adequado da terra.  
  - Preservação do meio ambiente.  
  - Observância das normas trabalhistas.  
  - Promoção do bem-estar de proprietários e trabalhadores.  
- Consequência: Se não cumprida, a propriedade pode ser desapropriada para reforma agrária.  


Comparação Direta

Aspecto Direito de Propriedade Função Social da Terra 

Natureza Direito individual Dever coletivo
Base legal  Art. 5º, CF/88  Art. 5º, XXIII e Art. 186, CF/88  Finalidade Garantir uso e posse privada Garantir justiça social e sustentabilidade 
Limite Absoluto até o século XX Condicionado ao cumprimento social
Consequência Proteção jurídica Desapropriação se não cumprida 

Síntese Conservadora
O direito de propriedade ét essencial, mas não existe sem responsabilidade social. A terra não é apenas patrimônio privado: é recurso coletivo que deve gerar dignidade, produção e equilíbrio ambiental. O proprietário é livre, mas sua liberdade é condicionada ao cumprimento da função social.


Dinheiro não tem espectro político

Dinheiro em si, como meio de troca ou reserva de valor, realmente não carrega ideologia, é uma ferramenta neutra. Mas o modo como ele é distribuído, regulado, tributado e utilizado inevitavelmente entra no campo político. Por exemplo: políticas de bem-estar social, impostos progressivos ou desregulamentação financeira são decisões políticas que moldam a relação das pessoas com o dinheiro.  

Em outras palavras, o dinheiro pode ser neutro como conceito, mas o sistema econômico e político em torno dele nunca é. É aí que surgem debates sobre justiça social "ESQUERDALHA", desigualdade "humanismo fajuto" e liberdade econômica "CAPITALISMO"!!!

A PF virou tribunal político, central de vazamentos seletivos e instrumento de intimidação?

Era isso que o diretor deveria esclarecer na CREDN.

Andrei confirmou, faltou pela segunda vez e nem justificou.

Agora convocaremos o ministro da Justiça.

Se o diretor da PF prefere fugir do Parlamento, o chefe da pasta terá de explicar o que ele não quis responder.

Orelha não era apenas um cachorro…
era um símbolo de inocência, lealdade e amor verdadeiro.
Hoje sua história ecoa como um pedido de justiça.
Que sua memória nunca seja esquecida
e que cada lágrima derramada por ele se transforme em força.