O Estado Islâmico afirmou em uma transmissão online neste sábado (5) que seguidores do grupo terrorista foram os responsáveis pelo ataque de quarta-feira (2) que deixou 14 mortos e 21 feridos na cidade de San Bernardino, na Califórnia (EUA).
Uma agência de notícias que apoia o Estado Islâmico, que controla grandes territórios na Síria e no Iraque, disse na sexta (4) que os suspeitos eram seguidores do grupo. Essa transmissão, porém, foi a primeira reivindicação feita pelo próprio EI."Dois seguidores do Estado Islâmico atacaram dias atrás um centro em San Bernardino, na Califórnia, abrindo fogo dentro do local, matando 14 pessoas e ferindo mais de 20", informou a transmissão diária do grupo.
Fontes do governo dos Estados Unidosafirmam que não há evidências de que o ataque foi direcionado pelo grupo militar, ou que até mesmo ele saiba quem são os atiradores.
Na sexta (4), o FBI disse que "um número de evidências" levaram à Polícia Federal americana a passar a investigar o caso como um ato de terrorismo. A organização diz, no entanto, que faltam evidências para afirmar que o casal encarregado do ataque pertencia a uma organização maior de extremistas.
O jornal "Los Angeles Times" cita uma fonte do cumprimento da lei federal que diz que o homem, Syed Farook, de 28 anos e nacionalidade norte-americana, fez contato com ao menos dois grupos militantes, incluindo a Nusra Front, da Síria, que é afiliada à Al-Qaeda.
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