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TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF |
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Posted: 14 Feb 2016 12:30 AM PST
Na última semana, enquanto se preparava para enfrentar a maratona do Carnaval, período do ano em que emprega de forma mais intensa seus homens, tempo, energia e recursos materiais, a Polícia Militar foi covardemente atacada.
No DF, o âncora do principal telejornal local questionou a quantidade de recursos empregados no resgate de policiais militares acidentados, desprezando por completo o fato de um deles encontrar-se ainda presos às ferragens.
Em São Paulo, a PMESP foi duramente criticada em rede nacional por haver postado a foto de uma criança uniformizada em sua página.
Contudo, antes de tudo, é preciso que fique claro: o jornalista Antônio de Castro não está sozinho. Dentre muitos outros exemplos, uma das mais influentes personalidades políticas do DF, Hélio Doyle, fez coro com o âncora do DFTV (Rede Globo). E mais, no dia que antecedeu o nefasto comentário, o G1 já havia zombado do acidente que deixou cinco policiais militares hospitalizados.
Degraus acima, no primeiro discurso pós-reeleição, a Presidente Dilma apresentou como única proposta concreta do Governo, a extinção da Polícia Militar. A mesma Presidente, em 2013, protagonizou aquilo que a PMDF conhece como "Dia da Infâmia" . Em 12/02/2013, dezenas de policiais militares foram hospitalizados por agressões perpetradas pelo MST. Os terroristas se utilizaram de paus, pedras e barras de ferro para tentarem invadir o Palácio do Planalto. Ao custo de, literalmente, suor e sangue dos policiais militares, o intento dos criminosos foi contido.
No dia seguinte, 13/02/2013, no lugar de condecorar os policiais militares pelo ato heróico, a Presidente Dilma recebeu os bandidos, com pompas, nas dependências do Palácio outrora defendido pelos policiais sob o risco de suas próprias vidas.
Em matéria de ódio à PM, Antônio de Castro está para Dilma, como a Globo está para o PT. Se a Rede Globo e seus artistas vivem a exaltar marginais e a atacar a PM, o PT e seus partidos satélites pregam abertamente a extinção da Polícia Militar. Isso consta registrado, por exemplo, no Caderno de Teses do último congresso do Partido (http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf)
O ódio à PM é construído em escala industrial já nas universidades. Desde o ingresso no curso superior, os futuros jornalistas, sociólogos, advogados, promotores, juízes, etc, são doutrinados para esse fim.
Basta uma visita à página do UniCEUB, uma das instituições de ensino superior mais conceituadas do país, para se ter idéia de como a indústria da difamação funciona.
No link a seguir, há textos que fundamentam a visão deturpada de que criminosos são vítimas da sociedade. Para quem possui estômago, vale a leitura. Peço que observem em detalhe a pintura de um PM malvado arrastando um pequeno morador de rua algemado. http://www.criminologiacritica.com.br/nossas-pesquisas/
Estamos em uma guerra cultural. Infelizmente, muitos não entendem ou fingem não entender algo tão evidente. Os ataques experimentados pela PMESP são um exemplo claro disso. Na internet, é comum vermos ONGuístas tirando fotos com traficantes armados. Nos acampamentos do MST, crianças usam uniformes militares, cantam hino de guerra e desfilam com insígnias e bandeiras. Entretanto, a Deputada comunista Jandira Feghali não pensou duas vezes antes de usar as redes sociais para associar o filho de um policial militar com os horrores do nazismo. Haja hipocrisia. O partido dessa senhora e outros da mesma laia abusam de termos como militância, luta, etc. Essa parlamentar e seus comparsas apoiam abertamente os países com as sociedades mais militarizados do planeta: Coréia do Norte, Cuba e Venezuela. Todos marxistas.
Vale lembrar que o mencionado Caderno de Teses do PT foi lançado em um evento denominado "um partido para tempos de guerra". Nesse encontro, ratificou-se o objetivo de se exterminar a PM no Brasil.
Ou seja, enquanto tornam a sociedade cada vez mais dócil, mais e mais embrutecem seus futuros soldados revolucionários.
Por essas e outras, é extremamente injusta a execração pública apenas da pessoa do Jornalista Antônio de Castro. A esquerda sempre foi eficiente em entregar alguns dos seus, principalmente os idiotas úteis, como boi de piranha.
Mais uma vez, estão a fazê-lo. Ninguém veio a público defender o outrora simpático e sorridente âncora do DFTV. Porém Antônio de Castro pode ficar tranquilo. Ao contrário daqueles que sempre pedem cabeças, como fizeram com a analista do Santander que ousou dizer a verdade sobre a crise financeira no Brasil, os cidadãos de bem deste país não buscam por sangue. Nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas sim contra as hostes do mal que movem a agenda esquerdista em nosso país.
Por isso, devemos retirar as máscaras de todos aqueles que, fundamentados pela criminologia crítica e por seu pai, o marxismo, vêm buscando a extinção da Polícia Militar no Brasil. Esses são os mesmos que promovem a agenda pró-drogas e a destruição da família. Gente que não respeita nossos filhos e nem os deles próprios. E que, se possível, sapateiam sobre nossos cadáveres.
Vida longa à PMDF! Vida Longa à PMESP! Que Deus abençoe todas as Polícias Militares do Brasil!
E lembrem-se, as polícias não são de Redes de TVs, de Governos e de esquerdistas... A POLÍCIA É DO POVO!
Fonte preservada
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