"Não importa quanto tempo demore, os Estados Unidos vão encontrar e julgar os terroristas que são responsáveis pelo cativeiro e morte de Kayla", garante o Presidente norte-americano, Barack Obama, no comunicado em que confirma a morte da trabalhadora humanitária, de 26 anos. 
"Ela dedicou toda a sua curta vida a ajudar os necessitados de liberdade, justiça e paz", lembram, por seu lado, os pais da jovem, que estava sequestrada em Raqqa, na Síria, pelo Estado Islâmico.
Nem os pais nem a Casa Branca adiantam como receberam a confirmação da morte de Kayla Mueller, mas várias contas no Twitter ligadas ao Estado Islâmico anunciaram na última sexta-feira que um bombardeamento por aviões jordanos sobre Raqqa tinha destruído um edifício onde a trabalhadora humanitária norte-americana estava sequestrada.