Petistas que participaram do ato do Dia do Trabalhador organizado pela CUT nesta sexta-feira (1° de maio) no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, saíram em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que, de acordo com a revista Época, está sendo investigado por tráfico de influência . O secretário de Direitos Humanos da capital, Eduardo Suplicy, por exemplo, alegou que o companheiro “sempre levou princípios éticos para sua vida”.
Foto de arquivo de Alexandre Padilha, Eduardo Suplicy e Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Alan Morici / TerraSuplicy afirmou ainda que, se ao longo da história houve erros no partido, seus integrantes devem colaborar para corrigi-los e para prevenir novos problemas. “Temos que agir da maneira mais correta possível. O presidente Lula, desde a segunda metade dos anos 1970, quando comecei a interagir com ele, sempre tive motivos para avaliar que ele tem agido com correção e integridade”, completou.
Alexandre Padilha, secretário municipal de Relações Governamentais, esteve no evento representando o prefeito Fernando Haddad e também se posicionou a favor do ex-presidente. Para ele, a denúncia não é relevante, pois ultimamente as revistas brasileiras “não tem tido muita credibilidade”.
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“Isso é um absurdo. Todos os presidentes e ex-presidentes do mundo fazem questão de defender as atividades econômicas de seu País. Eu nem sei se existe esse processo, sei só que apareceu em uma revista, e ultimamente as revistas não tem tido muita credibilidade naquilo que falam. Mas, se estiver acontecendo, é um absurdo e ele terá todas as formas de se defender e mostrar o papel que um presidente tem. O Lula teve um papel decisivo de abrir mercados do mundo a empresas brasileiras para gerar empregos no Brasil. Ele ampliou o mercado externo no País”, analisou.
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