Spyware descoberto recentemente pode ter sido usado pelos EUA e pelo Reino Unido
Este domingo a Symantec dizia ter identificado um spyware existente, pelo menos, desde 2008. Agora há quem dê conta que o programa informático de espionagem está ligado às agências norte-americanas e britânicas.
O spyware leva o nome de Regin e, segundo a descrição da Symantec, é parecido na forma como oculta a sua presença ao Stuxnet, o vírus criado pelos Estados Unidos e por Israel para atacar as instalações de enriquecimento nuclear do Irão.
Além disso é "moldável", ou seja pode assumir diferentes caraterísticas, adaptando-se a diferentes finalidades.
A empresa de segurança adiantou também que as infeções provocadas pelo Regin foram observadas no período entre 2008 e 2011, e depois o spyware terá desaparecido. Em 2013 surgia numa nova versão.
Um dos pareceres da Symantec quando deu o alerta há uns dias atrás era que este malware teria sido criado por um país, dado o seu nível de sofisticação. Num artigo recente, o The Intercept atribui às agências de investigação norte-americanas e britânicas a autoria do Regin.
Além disso é "moldável", ou seja pode assumir diferentes caraterísticas, adaptando-se a diferentes finalidades.
A empresa de segurança adiantou também que as infeções provocadas pelo Regin foram observadas no período entre 2008 e 2011, e depois o spyware terá desaparecido. Em 2013 surgia numa nova versão.
Um dos pareceres da Symantec quando deu o alerta há uns dias atrás era que este malware teria sido criado por um país, dado o seu nível de sofisticação. Num artigo recente, o The Intercept atribui às agências de investigação norte-americanas e britânicas a autoria do Regin.
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