domingo, 13 de agosto de 2017

Conheça a história do policial que recusou R$ 1 milhão e prendeu traficante em Tramandaí





Nove pessoas suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas foram presas pela Brigada Militar em Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Entre elas, está um homem que teria ligação com o traficante Fernandinho Beira-Mar.
Ao ser detido, José Paulo Vieira de Mello, conhecido como Paulo Seco, ofereceu suborno de R$ 1 milhão para os policiais militares. A prisão ocorreu na noite de quinta-feira (10).
Conforme o capitão Luiz Cesar Lima dos Santos, comandante da Brigada Militar em Tramandaí, o grupo estava hospedado em um casarão no bairro Cruzeiro, na cidade litorânea. Os PMs receberam uma denúncia anônima envolvendo a quadrilha.
Antes de ir ao local, eles abordaram um veículo na Avenida Fernandes Bastos. A motorista estava com diversos documentos falsos. Foi ela quem levou os PMs até a casa.
"Fomos conferir a denúncia e quando chegamos lá, eles saíram correndo. Conseguimos impedir a fuga e esse cidadão fez a oferta de R$ 1 milhão para não ser preso", confirmou o capitão ao G1. Além de falsidade ideológica, tráfico e associação criminosa, Seco foi preso por corrupção ativa.
Entre os detidos estão dois colombianos. No local foram apreendidos telefones celulares e cerca de R$ 100 mil. Algumas ferramentas que normalmente são utilizadas em ataques a caixas eletrônicos, como maçaricos, também estavam na casa.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil. A investigação vai apurar a quem pertence a residência onde o grupo estava hospedado e se a quadrilha planejava um assalto a banco na região.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Por Soldado Atlas
Era uma vez uma Polícia onde os homens mais capazes, mais audazes, valorosos e que reuniam todas as virtudes que se espera de um Policial cansaram, lutaram, gritaram, imploraram e por fim faleceram.
Aqueles que tinham propósito claro de que vale a pena trabalhar para garantir a vida, a propriedade e a liberdade dos cidadãos de sua cidade, desapareceram, não suportaram entregar suas vidas para um ideal, quando os meios que lhes são oferecidos para servir são justamente os mesmo que servem para ceifar suas vidas.
De uma vez por todas se uniram, cansaram de observar meia dúzia de parasitas sugarem milhões de reais para realizar a manutenção de viaturas que nunca foram feitos, enquanto reuniam farelos de seus suados salários para consertá-las.
Seus corpos estão em hospitais, salas de cirurgias, UTI, caixões, o dos parasitas, provavelmente se regozijando em um alto cargo do Governo, cujos vencimentos são duramente pagos com nosso suor, lágrimas e sangue.
Somente o trauma coletivo gera união e nos parece que só a violência vai gerar a compreensão necessária à sociedade que os Policiais Militares dessa cidade não vão mais aceitar trabalhar de graça em escalas extras, não vão mais sair às ruas com viaturas sem condições, com coletes vencidos.


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