domingo, 15 de abril de 2018

Assassinato Da Vereadora Marielle Franco E O Motorista Anderson Podem Ter Provocado Uma Queima De Arquivo



Nas Fileiras Da Milícia Que Age No Rio De Janeiro.

As investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson podem ter provocado uma queima de arquivo nas fileiras da milícia que age no Rio de Janeiro.

Policiais suspeitam que os assassinos tenham sido mortos para ocultar o verdadeiro mandante do crime. A perícia trabalha identificando digitais nas cápsulas das munições disparadas no dia do crime e chegou em alguns suspeitos.

O Globo revela desta forma:

“Vestígios encontrados numa das balas usadas no duplo homicídio serão confrontados com marcas dos dedos de dois homens mortos esta semana. Ambos eram suspeitos de ligação com grupos criminosos da Zona Oeste. Investigadores suspeitam que houve uma queima de arquivo (…).

No último domingo, o líder comunitário Carlos Alexandre Pereira Maria, o Alexandre Cabeça, de 37 anos, foi executado com vários tiros dentro de um carro na localidade da Boiúna, na Taquara. Ele era colaborador de Marcello Siciliano (PHS), um dos vereadores chamados pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil para prestarem depoimentos sobre Marielle. No boletim da ocorrência feito pela PM, consta que Alexandre Cabeça era conhecido como chefe da milícia da comunidade Lote Mil.

Além de Alexandre Cabeça, o subtenente reformado da PM Anderson Cláudio da Silva, de 48 anos, executado terça-feira à noite no Recreio, terá as digitais comparadas com a encontrada na bala usada no ataque que resultou na morte da vereadora e de seu motorista. Ele foi atingido por dezenas de tiros de pistolas e fuzis no momento em que entrava em seu carro, um BMW blindado, na Praça Miguel Osório. A polícia suspeita que ele tinha envolvimento com a contravenção.”



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Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira





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