Aguiaemrumo Romulo Sanches
#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha
Orçamento secreto era sequestro do poder executivo segundo a esquerda e dinheiro era mercantilismo da política, e agora ?
Pergunta ⁉️ show 🌽
- é normal o uso da máquina publica para campanha eleitoral?
R$ 34 BILHÕES O PREÇO À VISTA DE UMA ELEIÇÃO
Enquanto o país chorava a Copa, o Orçamento bateu um recorde de emendas boa parte sem obra concluída. Não é gasto: é a reeleição sendo comprada, legalmente, a boleto.
Por Mauro Rogério Presidente do Movimento Brasil Futuro
*O número que passou despercebido*
Enquanto todos olhávamos para o gramado e chorávamos a queda da Seleção, um número atravessou o noticiário quase sem ser visto. O governo pagou um recorde de R$ 34 bilhões em emendas às vésperas da eleição mais do que investiu no seu próprio programa de obras, informa o Estadão. E há um detalhe que diz tudo: R$ 24,5 bilhões saíram sem que os projetos e as obras estivessem concluídos. Guarde essa frase, porque é a chave de tudo: dinheiro que sai sem virar obra.
*Não é gasto; é compra*
Aqui está a distinção que a manchete não faz. Investimento é o dinheiro que vira ponte, escola, estrada que fica para o país depois que o político vai embora. O que sai sem obra concluída não compra nada disso. Compra outra coisa: lealdade. Compra o deputado que vota junto, o prefeito que sobe no palanque, o silêncio conveniente na hora certa. É a velha máquina do Estado, agora com etiqueta de preço. Escrevi em abril, a frio, que a reeleição seria construída não pelo amor, e sim pela coordenação da máquina. Pois eis a máquina, com o valor à vista: 34 bilhões de entrada.
Dinheiro que não vira obra não é investimento é a compra de uma lealdade.
*O prato de lentilhas*
A engenharia, porém, é mais fina do que parece, porque não corrompe apenas o político; tenta corromper a todos nós. A isenção do Imposto de Renda, o fim da escala 6x1, o novo teto do MEI que sozinho renuncia a mais de 8 bilhões, segundo o Valor são pratos servidos ao cidadão comum, satisfação imediata no contracheque. Há uma cena antiga que explica isto melhor que qualquer economista. No Livro do Gênesis, Esaú chega faminto do campo e vende a Jacó a sua primogenitura — o seu futuro, o seu maior bem — por um simples prato de lentilhas. O sistema nos oferece o prato quente hoje; a primogenitura que leva em troca é o amanhã do país.
*Quem paga a conta*
Nada disso é de graça, e alguém paga. Paga-se com a Selic travada em 14,25%, com a dívida que um ex-ministro já chamou de aberração, com o rombo que o próprio Valor estima em mais de um trilhão só na conta da Previdência. O circo é hoje; o boleto chega depois e vem endereçado a quem ainda nem pode votar, aos nossos filhos. Essa é a genialidade cruel da máquina: ela faz a venda parecer um presente e adia a fatura para uma geração que não estava na mesa da negociação.
*A saída não é o ódio; é a lucidez*
Não escrevo isto para que odiemos quem vende, e sim para que recusemos ser Esaú. Um povo que lê a fatura, que não se deixa comprar pelo imediato, é um povo que não se governa pela distração. A diferença entre o que nos oferecem e o que precisamos é a diferença entre a satisfação de um dia e a obra que fica. Trocar as lentilhas pela primogenitura o boleto de amanhã pela construção de hoje — é, no fundo, recalcular a rota. Que a Copa perdida nos dê, ao menos, olhos para enxergar a conta que ela escondia. O número está lá, público, esperando que alguém o leia em voz alta. Acabo de ler.
Mauro Rogério Presidente do Movimento Brasil Futuro_
Fontes: O Estado de S. Paulo (governo paga recorde de R$ 34 bi em emendas antes da eleição; R$ 24,5 bi sem projetos e obras concluídos); Valor Econômico (novo teto do MEI, renúncia de R$ 8,1 bi em três anos; déficit atuarial superior a R$ 1 trilhão); indicadores de mercado (Selic a 14,25%) — edições de 07/07/2026. Referências: Esaú e a primogenitura (Gênesis 25); "pão e circo" (Juvenal).
Data vênia
Não, não é normal nem permitido usar a máquina pública para campanha eleitoral. A legislação brasileira estabelece regras rígidas para impedir que recursos, cargos ou estruturas do Estado sejam usados em benefício de candidatos.
O que é proibido pela lei eleitoral
- Participação em inaugurações de obras públicas por candidatos nos três meses que antecedem o pleito.
- Publicidade institucional de programas, obras ou serviços públicos durante o período eleitoral.
- Uso de bens e serviços públicos (carros oficiais, prédios, equipamentos, servidores em horário de expediente) em atividades de campanha.
- Contratação de shows artísticos com dinheiro público durante o período eleitoral.
- Pronunciamentos oficiais em rádio e TV só podem ocorrer em casos de emergência, com autorização da Justiça Eleitoral.
Penalidades para uso indevido
- Multas aplicadas pela Justiça Eleitoral.
- Cassação de registro ou diploma do candidato beneficiado.
- Declaração de inelegibilidade, impedindo futuras candidaturas.
- Em casos graves, pode haver prisão de 6 meses a 1 ano para agentes públicos que descumprirem as normas.
Político
O chamado “orçamento secreto” foi criticado por setores da esquerda como uma forma de sequestro do poder executivo e mercantilização da política. Hoje, o debate se desloca para o uso da máquina pública em campanhas, que continua sendo alvo de fiscalização intensa do Ministério Público Eleitoral e do TSE. A ideia central é preservar a igualdade de condições entre candidatos e evitar que quem está no poder tenha vantagem indevida.
Resumo: usar a máquina pública para campanha eleitoral não é normal, é ilegal e pode resultar em cassação e até prisão. O sistema de restrições existe justamente para impedir que o poder estatal seja transformado em instrumento de campanha.
#CAÇAimplacávelSemPAZsemTRÉGUÁsemPERDÃOaosMONSTR0Spsicopat4sASSASSIN0SdoORELHA
#CPMIdoORELHAjá
Nenhum comentário:
Postar um comentário