domingo, 26 de novembro de 2017

Conheça a juíza do DF “psicóloga”, guitarrista e sucesso na web




Hoje, as publicações da magistrada têm milhares de curtidas e centenas de comentários


Augusta Diniz jamais vislumbrou, nem no mais ousado dos desejos profissionais, tornar-se uma juíza pop. Mas, hoje, aos 35 anos e após um biênio de magistratura, a chefe da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) galgou nível de popularidade capaz de despertar inveja em aspirantes ao estrelato das “webcelebridades”.

A cada 20 minutos — tempo gasto para cumprimentar as duas companheiras de gabinete, acomodar-se em sua mesa e atualizar-se sobre as novidades do mundo Judiciário pelo computador —, ela ganha um seguidor no Instagram. No fim do dia, serão novos 70. Em uma semana, 500, que vão se somar a outros 37,1 mil, além de dezenas de mensagens, como ocorreu desde a última sexta-feira (17/11).
Em seu gabinete, na sala 734 do Bloco B da Corte, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), a recifense reflete sobre o sucesso nas redes sociais. A ficha não cai imediatamente. Mas a juíza admite que a badalação na rede social, onde mostra sua rotina, contrasta com o resguardo habitual no mundo dos togados.
Vinícius Santa Rosa/Especial para o Metrópoles
Chefe da 3ª Vara Criminal do TJDFT, Augusta Diniz tem 37,1 mil seguidores e dá conselhos em seu “divã virtual”DOUGLAS CARVALHO



“Muitas pessoas ainda têm a visão de que juiz só trabalha, não se diverte e se acha. Mostro que temos vida social, saímos à noite, bebemos. Vida normal”, afirma.
No “Insta”, Augusta revela o cotidiano ainda camuflado por grande parte dos magistrados: pilhas de processos envoltos em pastas amarelas amontoados sobre mesa e cadeiras do gabinete, viagens, malhação e drinks em baladas brasilienses. O resultado? Publicações com até 7,1 mil curtidas e centenas de comentários.
No tempo em que não está na sala de audiências ou no gabinete, a juíza se exercita, estuda e pratica uma das paixões: a música. Tudo isso é acompanhado pelos milhares de seguidores. Na sala do apartamento de dois quartos onde mora com o marido, em área nobre de Brasília, sua guitarra se impõe sobre o suporte posicionado ao lado do sofá.
Como se fosse o anfitrião, o instrumento convida os visitantes a um show intimista ou pelo menos uma “palhinha”. Entretanto, a timidez de Augusta em tocar os acordes diante de plateia se disfarça na justificativa de que “o amplificador não está bom”.
“Não gosto de cantar na frente das pessoas. Eu travo”, explica, enquanto emenda as notas sol, ré e lá menor com sétima e introduz a melodia de “Knockin’ On Heavens Door”, hit do astro americano Bob Dylan.

"Knockin' On Heaven's Door
Guns N' Roses
  
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Knockin' On Heaven's Door

Mama, take this badge from me
I can't use it anymore
It's getting dark, too dark to see
Feels like I'm knockin' on Heaven's door

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Hey, hey, hey, hey, yeah

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door

Mama, put my guns in the ground
I can't shoot them anymore
That cold black cloud is coming down
Feels like I'm knockin' on Heaven's door

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Hey, hey, hey, hey, yeah

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door

(You just better start sniffing your own rank subjugation, Jack
'Cause it's just you against your tattered libido
The bank and the mortician, forever, man
And it wouldn't be luck if you could get out of life alive)

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Hey, hey, hey, hey, yeah
(Knock-knock-knockin' on Heaven's door)

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
(Knock-knock-knockin' on Heaven's door)
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
(Knock-knock-knockin' on Heaven's door)
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
(Knock-knock-knockin' on Heaven's door)

Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Knock-knock-knockin' on Heaven's door
Batendo Na Porta do Céu

Mãe, tire este distintivo de mim
Eu não posso mais usá-lo
Está ficando escuro, escuro demais para ver
Sinto como se estivesse batendo na porta do Céu

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Hey, hey, hey, hey, yeah

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu

Mãe, ponha minhas armas no chão
Eu não posso mais atirar com elas
Aquela nuvem negra e fria está descendo
Sinto como se estivesse batendo na porta do Céu

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Hey, hey, hey, hey, eu, yeah

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu

(É melhor você começar a reconhecer seu abuso de poder, Jack
Porque é só você contra a sua libido esfarrapada
O banco e o coveiro, pra sempre, cara
E não seria sorte nenhuma você conseguir sair dessa vivo)

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Hey, hey, hey, hey, yeah
(Batendo, batendo, batendo na porta do Céu)

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
(Batendo, batendo, batendo na porta do Céu)
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
(Batendo, batendo, batendo na porta do Céu)
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
(Batendo, batendo, batendo na porta do Céu)

Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu
Batendo, batendo, batendo na porta do Céu

“Quero ficar conhecida não pelo Instagram, mas por ser pessoa que faz o próprio trabalho de forma célere e trabalha com o lado humano. Não porque julguei A ou B"

Augusta Diniz, juíza da 3ª Vara Criminal de Brasília

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Muito Irada!

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