domingo, 23 de setembro de 2018

Polícia Federal reforça versão de que agressor de Bolsonaro atuou sozinho




Informação foi divulgada pelo jornal 'Folha de S.Paulo'. Investigadores afastaram hipótese de que Adélio Bispo tenha recebido pagamento em sua conta bancária para executar crime.



Por G1 — Brasília
 


Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter dado uma facada em Jair Bolsonaro — Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM
Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter dado uma facada em Jair Bolsonaro — Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM

Uma investigação feita pela Polícia Federal (PF) reforça a versão de que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho para dar uma facada no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no último dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG).
A informação foi divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e confirmada pelo G1 junto à assessoria da PF.
Um dia após o crime, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a PF trabalhava com a hipótese de Adélio ter atuado como "lobo solitário".
Os investigadores também afastaram a hipótese de que Adélio teria recebido pagamento em sua conta bancária para executar o ataque ao presidenciável.
De acordo com a PF, o recurso encontrado na conta do agressor tem origem "sustentável", de uma rescisão trabalhista, e de remuneração pelo período que trabalhou como garçom.
Um cartão de crédito internacional encontrado com Adélio nunca foi utilizado, conforme a investigação, e foi emitido automaticamente pelo banco em que o agressor tem conta.
O computador pessoal de Adélio, segundo a PF, é antigo e estava quebrado, tendo sido utilizado pela última vez em 2017. Além disso, dos quatro celulares encontrados com o agressor, somente dois funcionavam e nenhum foi comprado nas semanas que antecederam o ataque a Bolsonaro.
Para a PF, Adélio tinha condições financeiras próprias de pagar, de forma antecipada, a hospedagem em uma pensão de Juiz de Fora.
Os policiais também investigaram pessoas citadas em redes sociais que seriam cúmplices de Adélio e teriam repassado a faca ao agressor. No entanto, os investigadores descartaram essas suspeitas.



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Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
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