O Ministério Público do Distrito Federal deflagrou nesta terça-feira (3/10) uma operação que apreendeu medicamentos vencidos durante fiscalização na Farmácia de Alto Custo da Asa Sul. De acordo com a 4ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus), a operação, intitulada “Custo Alto”, teve o objetivo de fiscalizar possíveis irregularidades no armazenamento, no estoque, na programação, na aquisição e na validade dos medicamentos.
O SindSaúde acompanha a ação do MPDFT e lamenta que, mais uma vez, a Saúde não seja a prioridade do governador Rodrigo Rollemberg e da Secretaria de Saúde. Para a presidente Marli Rodrigues, é mais um dos absurdos do atual governo do DF.
“O que esperar de um governo que deixa em uma Farmácia de Alto Custo medicamentos vencidos, guardados em geladeiras domésticas? Nós não estamos falando de um chazinho para gripe ou um remedinho para dor de cabeça. Estamos falando aqui de medicamentos para doenças muito graves, remédios de alto custo que podem salvar vidas. Nesse caso, dos medicamentos vencidos, o que pode ocorrer é a morte de um paciente. Assim como nossa Saúde vai morrendo lentamente, dia após dias, e o governo nada faz”, afirma Marli.
A ação do MP também fiscalizou o funcionamento dos equipamentos médicos de atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o cumprimento da carga horária dos profissionais da área médica e a presença de farmacêutico em período integral.
Segundo o MP, a fiscalização é parte de inquérito civil público aberto para apurar possíveis irregularidades na farmácia de alto custo, especialmente o atendimento dispensado aos pacientes do SUS, que enfrentam filas e a falta de medicamentos especializados.
O SindSaúde acompanha a ação do MPDFT e lamenta que, mais uma vez, a Saúde não seja a prioridade do governador Rodrigo Rollemberg e da Secretaria de Saúde. Para a presidente Marli Rodrigues, é mais um dos absurdos do atual governo do DF.
“O que esperar de um governo que deixa em uma Farmácia de Alto Custo medicamentos vencidos, guardados em geladeiras domésticas? Nós não estamos falando de um chazinho para gripe ou um remedinho para dor de cabeça. Estamos falando aqui de medicamentos para doenças muito graves, remédios de alto custo que podem salvar vidas. Nesse caso, dos medicamentos vencidos, o que pode ocorrer é a morte de um paciente. Assim como nossa Saúde vai morrendo lentamente, dia após dias, e o governo nada faz”, afirma Marli.
A ação do MP também fiscalizou o funcionamento dos equipamentos médicos de atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o cumprimento da carga horária dos profissionais da área médica e a presença de farmacêutico em período integral.
Segundo o MP, a fiscalização é parte de inquérito civil público aberto para apurar possíveis irregularidades na farmácia de alto custo, especialmente o atendimento dispensado aos pacientes do SUS, que enfrentam filas e a falta de medicamentos especializados.
“Quanto mais fiscalizar, mais irregularidades serão encontradas. É preciso que as autoridades fechem o cerco contra esse governo inoperante. Se ele não ouve o clamor da população e dos servidores, que seja enquadrado pela Justiça”, alerta a sindicalista.
A Secretaria de Saúde divulgou nota onde diz que: “Quanto à presença de medicamentos vencidos no estoque da farmácia, é preciso explicar que, muitas vezes, para gerenciar eventual falta de medicamentos, são recebidas doações de outros estados com prazo de validade curta para atender a situações emergenciais.”
Marli é enfática sobre a declaração da Saúde: “Como um governo que tem muitos recursos em seus cofres ainda precisa de “doações” de outros estados? Algo de muito errado ocorre lá para as bandas do Buriti”.
O SindSaúde cobra que medidas sejam tomadas. Em agosto, uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) para verificar a aquisição e a distribuição de medicamentos com recursos do SUS pela Secretaria de Saúde do DF revelou um dos motivos para a falta de remédios, principalmente na Farmácia de Alto Custo brasiliense. A fiscalização concluiu que a ausência de controle eficaz dos estoques contribui para o desabastecimento, podendo levar à descontinuidade no tratamento dos pacientes, além de desvios e fraudes.
A Secretaria de Saúde divulgou nota onde diz que: “Quanto à presença de medicamentos vencidos no estoque da farmácia, é preciso explicar que, muitas vezes, para gerenciar eventual falta de medicamentos, são recebidas doações de outros estados com prazo de validade curta para atender a situações emergenciais.”
Marli é enfática sobre a declaração da Saúde: “Como um governo que tem muitos recursos em seus cofres ainda precisa de “doações” de outros estados? Algo de muito errado ocorre lá para as bandas do Buriti”.
O SindSaúde cobra que medidas sejam tomadas. Em agosto, uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) para verificar a aquisição e a distribuição de medicamentos com recursos do SUS pela Secretaria de Saúde do DF revelou um dos motivos para a falta de remédios, principalmente na Farmácia de Alto Custo brasiliense. A fiscalização concluiu que a ausência de controle eficaz dos estoques contribui para o desabastecimento, podendo levar à descontinuidade no tratamento dos pacientes, além de desvios e fraudes.
Também foi em agosto que o jornal Correio Braziliense mostrou, em matéria especial, a saga dos brasilienses para conseguir remédios nas Farmácias de Alto Custo.
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