terça-feira, 20 de setembro de 2016

Seu filho poderá ir para a escola de saia agora: não é fofo?

Fonte: GLOBO
O Colégio Pedro II extinguiu a distinção do uniforme escolar por gênero, conforme antecipou a coluna de Ancelmo Gois na edição desta segunda-feira do GLOBO. Antes, a escola estabelecia as peças do vestuário destinadas aos meninos (uniforme masculino) e aquelas para uso das meninas (uniforme feminino). Agora, a escola traz apenas a nomenclatura “uniforme”, ficando a cargo dos alunos a opção por qualquer um deles. A resolução que altera a norma passou a valer no dia 14 de setembro.
– A novidade é que não se determina o que é uniforme masculino e o que é uniforme feminino, apenas são descritas as opções de uniforme do Colégio Pedro II. Propositalmente, deixa-se à critério da identidade de gênero de cada um a escolha do uniforme que lhe couber- afirmou o reitor da instituição, Oscar Halac.
De acordo com o reitor, medida é importante para resguardar os alunos sofrem com a imposição de gênero colocada pela sociedade.
– Procuramos de alguma maneira contribuir para que não haja sofrimento desnecessário entre aqueles que se colocam com uma identidade de gênero diferente daquela que a sociedade determina. Creio que a escola não deve estar desvinculada de seu tempo e momento histórico. A tradição não importa em anacronia, mas pode e deve significar nossa capacidade de evoluir e de inovar- defendeu Halac.
O que dizer? Pare o mundo que eu quero descer! Talvez seja só isso que nos reste: bradar contra a insanidade, a loucura do politicamente correto, que vem afeminando os rapazes há décadas com os aplausos do feminismo, um movimento de barangas recalcadas e ressentidas.
Ninguém mais precisa escolher nada. O jovem pode tudo! Pode ser homem, mulher, gay, cisgênero (?), adepto do “poliamor”, e vamos que vamos, em frente rumo ao precipício. Havia mais dignidade no passado, quando um homem tinha que ser “macho” para optar por sua homossexualidade. Até nisso regredimos: na era do “vale tudo”, do “é proibido proibir”, o lindo é cada um dar vazão aos seus apetites e instintos, sem qualquer tipo de freio, desde que limitados ao politicamente correto, claro.
É patético! Já vejo esses “corajosos” garotos enfrentando os malucos islâmicos, como fizeram os alemães em protesto contra suas mulheres estupradas: vão vestir saias e sair às ruas contra a “intolerância”. Macho homem é espécie em extinção, pelo visto. Como foi que as mulheres deixaram a coisa chegar a esse ponto, influenciadas pelas feministas obtusas e invejosas? Que mulher de verdade suporta um “homem” tão “sensível” e “delicado”? Vejam o resultado prático dessa postura:

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