sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

INTERVENCIONISTAS PREPARAM GRANDE CLAMOR PELA INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL








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VEJA O QUE ESCREVEU O GENERAL ROCHA PAIVA EM SUA REDE SOCIAL:

O general Rocha Paiva publicou artigo defendendo a intervenção militar no Brasil. Ele
destaca a grave crise institucional que está sendo agravada pelas decisões políticas
em detrimento do cumprimento da lei.
A intervenção pelo que se vê será inevitável. Confira o que escreveu o general Rocha Paiva.
“A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o
agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos
Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra
civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania
pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por GERAL
líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical,
todos investindo constantemente na divisão da sociedade.
Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a
estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade,
assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo
a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às
missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de
garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.
O Executivo e o Legislativo, profundamente desacreditados pelo envolvimento de
altos escalões em inimagináveis escândalos de corrupção, perderam a credibilidade
para governar e legislar. Embora moralmente desgastadas, as lideranças políticas têm
força para tentar deter a Lava Jato e outras operações congêneres, escapar da
Justiça e manter seu ilegítimo status de poder. São visíveis as manobras insidiosas
da velha ordem política patrimonialista fisiológica e da liderança socialista radical,
cuja aliança afundou o País em 13 anos de governo.
Pela credibilidade da presidente do STF e da maioria dos ministros, a Alta Corte tem
autoridade moral tanto para dissuadir essas manobras insidiosas quanto para
encontrar caminhos legais e legítimos que permitam acelerar os processos das
operações de limpeza moral, como a citada Lava Jato. Não fossem o foro especial e
os meandros de uma Justiça lenta e leniente, o País já teria avançado muito mais em
sua higienização política.
Por sua vez, a sociedade, hoje descrente, tenha consciência de que, para traçar seu
destino, precisa manter constante pressão para sanear instituições fisiológicas, que
não cumprem a obrigação de defender interesses coletivos. Não se iluda a liderança nacional. A apatia da Nação pode ser aparente e inercial, explodindo como uma bomba se algo ou alguém acender o pavio .

Na verdade, só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual,
que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes
indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população.
O Brasil não pode continuar sangrando indefinidamente, pois isso aumenta
a descrença no futuro,retarda a retomada do desenvolvimento econômico
e ameaça a estabilidade política e social.
O comandante do Exército estabeleceu a legalidade, a legitimidade e a estabilidade
como cláusulas pétreas para guiar a instituição, mas a mensagem se estende,
também, à sociedade e à liderança nacional. Que tenham visão de futuro e
responsabilidade cívica e política para impedir que a legalidade continue sendo
corrompida pela ilegitimidade, assim desestabilizando o País.
As cláusulas pétreas são pilares que precisam ser rígidos, sendo os Poderes da União
e a sociedade os responsáveis pela firmeza do tripé.”

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