Governo tem receio de perder o controle que ainda imaginava ter sobre o PR e o PSD
POLÍTICA PARTIDOHÁ 6 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O PP (Partido Progressista) decidiu deixar o governno nesta terça-feira (12). O blog de Josias de Souza, do UOL, destaca que o partido é campeão no ranking de ligados ao petrolão e que esta atitude pode significar o "beijo da morte" para o governo.
O PP contabilizou que dos 47 deputados da legenda, 37 informaram que estão fechados com o impedimento de Dilma. Nove gostariam de votar contra. Um se manteve em silêncio. O líder Aguinaldo Ribeiro, que era contrário a saída de Dilma, passou a costurar a unanimidade pró-impeachment.
Até mesmo os operadores políticos do governo avaliam que a saída pode arrastar para o lado da oposição os votos que faltavam para ultrapassar a marca dos 342 necessários à abertura do processo de impeachment.
O blog destaca que o governo tem receio de perder o controle que ainda imaginava ter sobre o PR do mensaleiro condenado Valdemar Costa Neto e o PSD do ministro Gilberto Kassab. Saltam do barco governista também legendas menores, como o PRB (22 deputados) e o PTN (13 deputados).
O que acontece agora com o governo Dilma é, de acordo com Josias de Souza, um fenômeno típico de governantes em fim de linha. Isso porque as bases dos partidos desautorizam os acordos fechados pela cúpula. Um exemplo é o PP, "os deputados do partido batem em retirada no instante em que Lula oferece aos dirigentes da legenda a pasta da Saúde e a presidência da Caixa Econômica Federal", refere o blog.
Esse "desapego" é consequência de dois fatores: o primeiro é que os políticos já não confiam em Dilma, e até duvidam que a presidente vá cumprir com o que promete se sobreviver ao impeachment. O segundo motivo, de acordo com o blog, é a voz do asfalto. Os deputados estariam dispostos a tudo, menos se indispor com o seu eleitor, destaca Souza.
Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos
ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe
ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas
com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os
sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a
pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de
governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos
filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da
liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a
democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se
identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado
é a vergonha dos povos.”
"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que
continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente
estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem
de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.

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