"Essa foto rolou na internet e gerou comoção e alguns comentários maldosos que nos , da Amor Pet, vemos todos os dias de perto: o lado desumano dos "humanos". A temperatura chegou quase aos 40 graus e os animais foram se refugiar dentro da agência do banco Bradesco do calçadão. Mas teve alguns que se incomodaram com a presença deles ali.
Apesar das portas ficarem abertas, agradecemos a agência e ao vigilante que não expulsou os cães de lá. Pra nós, a agência Bradesco Itaguai é amiga dos animais e se trata bem nossos peludos abandonados tem nossa admiração.
Se vc presenciar uma cena igual a essa nas lojas de nossa cidade, nos envie uma foto. Vamos compartilhar compaixão e amor aos animais abandonados...vai que a moda pega?!"
By Amor Pet
(Parabéns aos envolvidos 😇)
Apesar das portas ficarem abertas, agradecemos a agência e ao vigilante que não expulsou os cães de lá. Pra nós, a agência Bradesco Itaguai é amiga dos animais e se trata bem nossos peludos abandonados tem nossa admiração.
Se vc presenciar uma cena igual a essa nas lojas de nossa cidade, nos envie uma foto. Vamos compartilhar compaixão e amor aos animais abandonados...vai que a moda pega?!"
By Amor Pet
(Parabéns aos envolvidos 😇)
Tem
gente que entra aqui, e fica perguntando "se fosse moradores de rua que
tivessem entrado pra dormir?".
Vou
ser pratico e objetivo. Não tô afim de escrever textão:
Numa
escala de importância, os cachorros estão muito acima das pessoas. Quem decide
se pessoas são mais importantes que cachorros? Eles não fumam crack, não são
alcoólatras, não pegam empréstimos sem intenção de pagar, não fazem barraco no
banco e nem tentam passar a perna nos outros. O problema são as pessoas, e não
necessariamente mendigos.
Pessoas
podem fazer uma faxina, malabarismo no sinal ou qualquer outra forma digna de
trabalho. Os cães, não.
(Foda-se!
Vai ser textão sim.)
Só
pra ilustrar:
Certa
vez, meu avô tava lavando o quintal de casa, e parou pra descansar. Ele era
velho, e o quintal muito grande.
Num
determinado momento, um mendigo parou no portão, e perguntou se meu avô não
teria um dinheiro para lhe dar. Meu avô disse que sim, mas pediu que ele
ajudasse a lavar o quintal, para então dar o dinheiro ao homem. Meu avô
ofereceu-lhe também o banheiro de casa, para que fizesse suas necessidades,
caso precisasse, e tomasse um banho.
O
homem mandou meu avô tomar no cu e foi embora.
Viva
os cães.
Via:
Bancário Surtado


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