quarta-feira, 6 de abril de 2016

Mercado vê impeachment menos provável, mas crê em saída de Dilma

As projeções do analista da Tendências são de 70% de afastamento da presidente, dos quais 40% por impeachment e 30% por nova eleição
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O possível impeachment da presidente Dilma Rousseff já perdeu fôlego entre os investidores, consultores e analistas do mercado financeiro. Segundo a Folha de S. Paulo, a consultoria estrangeira Eurasia Group, que é fonte de análise de boa parte dos bancos e gestoras do país, reduziu a probabilidade de impeachment de um intervalo entre 60% e 70% para o piso da projeção: 60%.
No entanto, isso não significa que a aposta pela saída precoce de Dilma tenha virado. Tanto a Eurasia como outras casas preveem, como mais provável, a perda do cargo pela presidente. Nas previsões, há um misto de possibilidade de convocação de eleição com uma complicação de impeachment.
As projeções do analista da Tendências são de 70% de afastamento da presidente, dos quais 40% por impeachment e 30% por nova eleição.

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