Além de ser um dos caciques do partido, Marinho foi braço direito do ex-governador de São Paulo Mário Covas
Robson Marinho, um dos fundadores do PSDB, aparece nos documentos vazados da empresa panamenha Mossack Fonseca, no caso que ficou conhecido como Panama Papers, como tendo ligações com a empresa offshore Higgins Finance. Um total de 152 e-mails ligam a empresa ao conselheiro, que foi afastado no ano passado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), segundo o Huffington Post.
Além de ser um dos caciques do partido, Marinho foi braço direito do ex-governador de São Paulo Mário Covas. Segundo o Ministério Público (MP-SP), o conselheiro foi afastado em agosto de 2015 por suspeita de ter recebido cerca de US$ 3 milhões da Alstom para que o aditivo X, do contrato Gisel, fosse acrescentado no contrato com a Eletropaulo. Durante as investigações, Marinho negou qualquer envolvimento com irregularidades ou que tivesse contas na Suíça. Procurado pelo UOL, o advogado de defesa de Marinho não quis comentar o assunto.
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Qual o tipo de cidadão que queremos em nossa sociedade? Qual
história que vamos preservar tendo o Estado como Ladrão de comida de crianças
carentes?
Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos
ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe
ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas
com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os
sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria
não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é
o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o
túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no
Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa
contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de
candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado
é a vergonha dos povos.”
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