Temer esteve reunido em um jantar com parlamentares que são a favor do impeachment da presidente Dilma
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A noite de quinta-feira (14) foi mais um dia histórico para a política do Brasil. A defesa da presidente Dilma Rousseff entrou com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal com o objetivo de barrar o processo de impeachment e a votação que ocorre no domingo (17). No entanto, o STF recusou o pedido da Advocacia-Geral da União e manteve a votação que está marcada para acontecer no Plenário da Câmara dos Deputados.
Segundo o Blog do Josias de Souza, do UOL, a presidente Dilma assistiu à decisão do STF pela televisão, recolhida no Palácio da Alvorada. Durante a decisão, o ministro do STF Gilmar Mender ironizou: “Se houver falta de votos, não há intervenção judicial que salve".
No entanto, a noite do vice-presidente Michel Temer foi mais animada, já que ele esteve reunido com seus aliados, em uma mansão. Segundo o blog, cerca de 80 deputados comemoravam a decisão do STF e ousavam chamar Temer de "presidente". O encontro foi regado a coquetel e jantar, oferecidos deputado Heráclito Fortes (PSB-PI). "Respirava-se no local doce fragrância da perspectiva de poder", comenta Josias de Souza, em seu blog.
O blogueiro releva ainda que a mansão onde ocorreu o encontro é da filha de Heráclito . No jantar, Temer comeu risoto e bebeu vinho, enquanto Dilma assistia pela TV as informações do STF, que indeferiu um par de pedidos de liminares contra a ordem escolhida por Eduardo Cunha para que os deputados pronunciem seus votos no microfone.
A noite de comemoração para o vice Michel Temer também contou com a presença de líderes de partidos engajados no impeachment.
Todo esse
mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da
putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar
concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses
pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades
enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma
seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a
tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados,
a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de
ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a
todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios
12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

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