Moreira Franco é um político próximo ao vice Michel Temer e afirmou que o governo precisa manter programas sociais
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A votação do impeachment no plenário da Câmara se aproxima e um dos políticos mais próximos ao vice-presidente Michel Temer afirmou que agora a disputa é entre Dilma Rousseff e Temer.
Em entrevista ao jornal O Globo, Moreira reconheceu que nenhuma das partes conseguirá governar sem um amplo entendimento que tire o país da atual crise econômica.
O político declarou pela primeira vez que, no caso da “vitória” de Temer, o PMDB vai manter os programas dos governos do PT, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Pronatec.
Moreira também disse que esta será a oportunidade de mudar os rumos da economia, estancar a crise social e recuperar a capacidade de governar da máquina federal, dos estados e dos municípios.
"É o que sustenta a disputa entre Dilma e o Brasil. Para ganhar, Temer tem que ter o voto de 2/3 do eleitorado (deputados federais) e não só maioria simples; Dilma só tem que evitar que este número seja alcançado. É uma disputa desigual", destacou o político.
Questionado sobre a existência desta disputa, Moreira explicou: "O que há é uma imposição constitucional sob regras definidas pelo STF, o processo de impeachment foi aberto na Câmara. As razões decorrem porque, além da manipulação exagerada de verbas orçamentárias e da maquiagem fiscal, o governo está inviabilizando a economia do país, os governos municipais e estaduais e as esperanças da nação de ter garantidos tranquilidade e crescimento. Hoje, 285 brasileiros perdem o emprego por hora, os 40 milhões que melhoraram de vida já perderam as conquistas obtidas, a inflação cresce e os juros sobem, a produção cai, e milhares de empresas fecham as suas portas. Não há segurança jurídica, credibilidade nem propostas do governo para tirar o país da crise. Ao contrário, para evitar o impeachment ele aumenta os gastos e compromete o futuro do país".
O político defendeu ainda que não considera traição o vice disputar com a titular. Segundo ele, "essa disputa está definida na Constituição Federal, é pois respeitá-la. Antes da decisão da Câmara e do STF sobre a instalação e os seus ritos, não houve nenhuma ação, palavra ou gesto do Temer que o envolvesse neste processo. Ele fez questão de manter seu papel institucional com rigor. Mesmo com o PMDB, e ele é o seu presidente, tendo manifestado sua inconformidade com os rumos que o governo dava à gestão econômica, financeira e administrativa do país".
Sobre a disputa por votos contra ou a favor o impeachment, na qual Dilma tem o controle da máquina pública e Temer, não. Moreira Franco considera que a luta pela conquista de votos para a votação do impeachment é "extremamente desigual". "Digo isso porque o governo intensificou as trocas de cargos e a liberação de verbas para conquistar voto ou ausência de deputado no plenário da Câmara. Mas a opinião pública está atenta, acompanha as atitudes políticas do deputado. O governo tem a oposição da nação, e, como doutor Ulysses dizia, “quando o Brasil quer o Brasil muda”. O Brasil quer, e a Câmara jamais se colocou em confronto com a nação. Quando das Diretas, ela consertou sua trajetória logo depois, elegendo doutor Tancredo indiretamente contra a vontade do governo. Não adianta, o jogo está jogado", justifica.
Ainda em entrevista ao Globo, Moreira considerou que somente com a pacificação do país e a unificação de sua maioria será possível evitar o sacrifício social de mais de 40 milhões de brasileiros que não resistem a uma recessão prolongada, como a que estamos vivendo.
"O governo federal precisa manter os programas sociais como Bolsa Família, Pronatec, Minha Casa Minha Vida, Fies, hoje quase paralisados por falta de recursos financeiros", afirmou. Além disso, o político ressaltou que "a criação das condições para retomarmos o crescimento impõe capacidade e gosto pelo diálogo e o entendimento com o Congresso e com a sociedade. E entre Dilma e Temer, a história recente nos mostra que só Temer tem esses atributos".
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
A gênese desse partido está no período da ditadura militar,
da abertura para os dias de hoje fica claro que não conseguiu e nem vai
conseguir eleger um representante a frente do comando da nação. Sarnei, Itamar
e quem sabe Temer, todos tapetão. É muito traidor!
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos
ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe
ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas
com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os
sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a
pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de
governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos
filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da
liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a
democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se
identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado
é a vergonha dos povos.”
"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que
continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente
estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem
de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.
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