segunda-feira, 9 de maio de 2016

A PM descobre plano assombroso para roubar armas dos batalhões


PCDF/Divulgação

Execução de detento que deixava unidade do SIA para o saidão do Dia das Mães revelou um audacioso plano de bandidos que pretendem invadir Postos Comunitários de Segurança e batalhões para roubar armamento dos militares



Documento produzido pela Subseção de Inteligência do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) — e obtido em primeira mão peloMetrópoles — alerta sobre o plano dos criminosos. O presidiário Marco Silva Soares, 33 anos, assassinado na sexta (foto principal), cumpria pena em regime semiaberto e teria ligação com o grupo de assaltantes. De acordo com as primeira apurações, uma pessoa ligada ao detento ligou para a polícia e informou sobre a intenção do bando. “Ocorreu uma ligação telefônica de uma parente da vítima, que avisou os agentes da Polícia Civil que investigam o ocorrido “, aponta o documento feito pela inteligência da PM.
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Ação orquestradaSegundo o policial ouvido pela reportagem, quadrilhas de assaltantes estão se movimentando para aumentar seu poder de fogo. “Apuramos que os criminosos estão encontrando dificuldades para obter armas de fogo nas ruas e estão partindo para o assalto contra vigilantes armados e agora policiais”, garantiu o PM, que pediu para não ter seu nome divulgado.
O documento da inteligência da PM ainda pede que policiais tenham cuidado redobrado durante o patrulhamento de rotina.”Diante da gravidade do fato, esta agência de inteligência alerta o efetivo para que redobre a atenção em todos os turnos de serviço, visando não serem surpreendidos com ações de emboscada que atente contra a integridade física do efetivo”, diz o documento.
Outros casosO roubo de armas de policiais não é novidade no DF. Furtos em residências de policiais civis e militares em dezembro passado motivaram a Polícia Civil a iniciar uma investigação para saber se há ligação entre as ocorrências ou se foram apenas coincidências. Na lista de alvos da ação dos criminosos no fim de 2015 estavam pelo menos três casas. Na época, circularam, em grupos do WhatsApp, boatos de que uma quadrilha estaria de olho nas armas das forças de segurança.

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