sábado, 22 de junho de 2013


PMB
Partido Militar anuncia que irá convidar Joaquim Barbosa para ser candidato à presidência
Partido está em processo final de legalização junto ao TSE e já conta com o apoio de 300 mil pessoas
21/06/13 às 15:27 atualizado às 16:56 Redação Bem Paraná

Segundo idealizador do partido, Barbosa possui todos os requisitos necessários para ser Presidente (foto: Divulgação/ST)
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Joaquim Barbosa, presidente do Superior Tribunal Federal (STF), poderá ser candidato à presidência da República pelo PMB (Partido Militar Brasileiro), que está em processo final de legalização junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Incusive, segundo o idealizador da legenda, capitão Augusto Rosa, já foi publicado o estatuto no Diário Oficial da União, o partido já tem CNPJ e mais de 300 mil assinaturas em todo o País. Pela regra do TSE, é necessário ter 485 mil nomes e abrangência nacional para obter o registro.

A informação sobre Barbosa foi divulgada no site oficial do PMB. Segundo o capitão Augusto Rosa, Barbosa possui todos os requisitos necessários para assumir o cargo, enfatizando o combate à corrupção.

“A postura do ministro diante de grandes escândalos, como no caso do Mensalão, por exemplo, comprova a intolerância de Barbosa quanto à corrupção. Essa postura vem ao encontro aos ideais do PMB, que está em busca de candidatos que possam resgatar a moralidade na política nacional”, afirmou Rosa.

No comunicado, o partido destaca ainda que o nome do presidente do STF já teria grande aprovação popular e lembra que existe até mesmo um site que usa o slogan “Somos brasileiros que acreditam que o Brasil só achará seu caminho com um presidente sério” que apóia a candidatura de Barbosa.

Por fim, o idealizador do partido destaca que a população brasileira estaria querendo uma “verdadeira revolução no cenário político”, uma vez que o político no Brasil virou sinônimo de “piada, de avacalhação”. “Até quando isso vai continuar? Enquanto não houver pessoas sérias no comando, o país vai permanecer nessa desordem. A população precisa voltar a acreditar e respeitar o Brasil e os seus representantes legais”, finaliza Augusto Rosa.
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  • Aguiasemrumo Semrumo Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho

    O capitão Sérgio (à esq.) acompanhado do indianista Cláudio Villas-Bôas
    Nascimento 17 de julho de 1930
    Rio de Janeiro
    Morte 5 de fevereiro de 1994 (63 anos)
    Rio de Janeiro
    Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1930 — 5 de fevereiro de 1994), conhecido como Sérgio Macaco, foi um militar da FAB, integrante do esquadrão paraquedista de resgate Para-Sar.
    Considerado um dos mais obstinados e admirados oficiais da unidade, em 1968 recusou-se a obedecer as ordens do brigadeiro João Paulo Burnier, que arquitetara um plano de desviar o Para-Sar das missões de salvamento para missões de assassinato. A denúncia foi repercutida pelo jornal Correio da Manhã, e Sérgio conquistou o apoio do brigadeiro Eduardo Gomes.1 O caso, no entanto, foi ignorado pela Aeronáutica, e Sérgio acabou reformado pelo AI-5, perdendo a patente e o meio de vida.2
    Em 1985, recebeu a primeira homenagem pública desde que foi cassado, tendo o título de "Cidadão Benemérito do Rio de Janeiro" concedido a ele pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. A cerimônia, realizada no dia 12 de junho daquele ano, contou ainda com a presença de Luís Carlos Prestes.3
    Envolveu-se na política, tendo assumido como suplente o mandato de deputado federal pelo PDT do Rio de Janeiro durante três ocasiões da legislatura 1987-1991: de 3 de janeiro de 1989 a 3 de abril de 1990, na vaga do deputado Edésio Frias; de 1º de julho a 30 de outubro de 1990, na vaga do deputado Lysâneas Maciel; e em 9 de janeiro de 1991, quando foi efetivado na vaga do deputado Doutel de Andrade.4
    Em 1992, o Supremo Tribunal Federal reconheceu os direitos do capitão, estabelecendo que ele devia ser promovido a brigadeiro – posto que teria alcançado se tivesse permanecido na Aeronáutica. O então ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Lélio Lobo, ignorou a decisão da corte, sendo o STF obrigado a mandar um ofício exigindo o cumprimento da lei. Lobo novamente se recusou, transferindo o problema para o presidente da República, à época Itamar Franco, que por sua vez protelou a decisão até que Sérgio morreu de câncer em 1994, sem ver sua patente reestabelecida ou receber a promoção a que tinha direito.5 6 Em 1997, a família de Sérgio foi indenizada pelo governo com o valor relativo às vantagens e soldos que ele deixou de receber entre os anos de 1969 e 1994.7
  • Aguiasemrumo Semrumo ESPERO QUE DR JOAQUIM AO ACEITAR O PEDIDO DA FAMÍLIA MILITAR FAÇA JUSTIÇA COM O PRIMEIRO NEGRO AVIADOR E VERDADEIRAMENTE HERÓI NO PERÍODO DA DITADURA QUE SERVIU COM MEU PAI NO MEU RIO JANEIRO E PARA SALVAR A VIDA DE MUITOS CIVIS SACRIFICOU A PRÓPRIA CARREIRA MORREU SEM VER OS DIREITOS E A FAMÍLIA QUE GANHOU NA JUSTIÇA CIVIL ATÉ HOJE A FAB NÃO ACATA!

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