Enéas Carneiro e Jair Bolsonaro são referências por não se dobrarem ao sistema.
Cada um à sua maneira, enfrentaram o establishment, falaram o que precisava ser dito e pagaram o preço por não negociar princípios.
Enéas deixou o exemplo da coragem intelectual e do amor incondicional ao Brasil.
Bolsonaro mostrou que é possível chegar ao poder sem se render às velhas práticas, dando voz a milhões de brasileiros ignorados por décadas.
Concorde-se ou não com eles, ambos entraram para a história por ousar desafiar o consenso imposto e colocar o Brasil no centro do debate.
Eu tive a satisfação de encontros com Enéas no início de minha trajetória política e presenciar o respeito com que meu pai o tratava. Essas oportunidades ficam para o resto da vida, pois temos a possibilidade de posteriormente expor a verdade que a maioria imprensa omite em relação a homens perseguidos propositalmente pelo sistema.
Forte abraço Patriotas!
https://www.instagram.com/reel/DUdT7LUiWvD/?igsh=MXhtbmc3aGxka3M0Nw==
CASO EPSTEIN
Quando a Justiça negocia com predadores poderosos, a vítima é a sociedade
O caso Epstein não é uma sombra distante.
É uma história sombria e concreta que expõe a podridão do Estado.
Estado não é abstração.
Estado são pessoas reais e instituições reais:
são órgãos, cargos e decisões humanas.
O governo (Executivo), que ignorou alertas.
O Congresso (Legislativo), que aprovou leis frouxas e cheias de brechas.
A polícia e o FBI (forças de segurança), que arquivaram denúncias.
Agências reguladoras e a CIA, que fecharam os olhos para redes de poder.
Eles sabiam.
Denúncias se acumulavam.
Vítimas gritavam.
Investigações federais existiam desde os anos 2000.
Mesmo assim, Epstein viveu livre.
Abusou impunemente.
Protegeu sua rede de magnatas, políticos e membros da elite.
Não faltaram leis.
Não faltou informação.
Faltou vontade.
Foi uma decisão deliberada de não agir.
A Justiça, último freio do sistema, também ruiu.
Promotores negociaram acordos vergonhosos como o de 2008, que blindou cúmplices.
Juízes validaram essa impunidade.
Processos foram fragmentados, diluídos e esquecidos.
O resultado?
O crime não foi combatido: foi legalizado.
O abuso não foi interrompido: foi administrado.
Ilhas privadas, mansões e ranchos viraram santuários intocáveis.
A riqueza comprou proteção.
O poder impôs silêncio.
Transformar Epstein em uma “conspiração eterna” é distração.
Quando tudo vira mistério sem fim, ninguém cobra reformas.
Ninguém pune os coniventes.
Epstein não foi um monstro inexplicável.
Foi tolerado por um Estado que prioriza magnatas em vez da sociedade.
O verdadeiro horror?
Sem mudanças reais, outro Epstein surgirá.
Outro nome.
Outro rosto.
Outro endereço.
Sustentado pelo mesmo Estado omisso e por uma Justiça que escolheu olhar para o lado.
O que precisa ser feito:
Exigir leis severas e irredutíveis contra tráfico sexual e exploração infantil.
Punir toda a cadeia de proteção: promotores coniventes, agentes do FBI e da CIA, juízes corruptos com perda de cargo e prisão.
Proibir acordos secretos em casos de abuso; exigir transparência total em investigações federais.
Revogar imunidades de ilhas privadas, ranchos e propriedades da elite: nenhuma zona franca para crimes.
https://x.com/i/status/2021321988858339484
https://x.com/i/status/2018421054574678163
Criar comissões independentes para reabrir casos arquivados e auditar agências que falharam.
Exija isso.
Fiscalize.
Ou o ciclo continuará.
Roubo do tamanho do Brasil
https://youtube.com/shorts/QZovgVWvfcs?si=LZt-F8XpFt0j4RRq
XANDARÉ RASGA A CARTA MAGNA
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