sexta-feira, 13 de março de 2026

Não é “preocupação com eleição” em si, mas com a imagem internacional e a soberania brasileira diante de possível influência do Imperador Mundial Americano. "XERIFE" ! PARABÉNS TRUMP 🙏🇺🇸👋


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

STFEZES, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, revogou a autorização para que Darren Beattie, assessor do governo Donald Trump, visitasse Jair Bolsonaro na prisão. O Itamaraty interveio porque considerou que a visita poderia configurar ingerência externa em pleno ano eleitoral no Brasil, o que justificou sua preocupação.

Decisão dá vergonha
 
- Quem é Darren Beattie: assessor sênior do governo dos EUA para assuntos relacionados ao Brasil.  
- O que ocorreu: Moraes havia autorizado a visita, mas voltou atrás após manifestação do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty).
- Motivo da revogação: o Itamaraty informou que o visto de Beattie foi concedido apenas para participar de um fórum Brasil-EUA sobre minerais críticos, não para visitar Bolsonaro.

Papel do Itamaraty
- O Ministério das Relações Exteriores normalmente não se envolve diretamente em eleições internas.  
- Porém, neste caso, o Itamaraty avaliou que a visita de um representante oficial estrangeiro a um ex-presidente preso poderia ser interpretada como interferência externa em assuntos internos, especialmente em um ano eleitoral.
- Essa preocupação está ligada à soberania nacional e à necessidade de evitar que atores externos influenciem ou sejam percebidos como influenciando o processo político brasileiro.  

Por que o Itamaraty se manifestou?

- Precedente diplomático: visitas de representantes estrangeiros a presos políticos ou ex-presidentes podem gerar repercussões internacionais.  
- Ano eleitoral: qualquer gesto pode ser usado politicamente, aumentando tensões internas.  
- Proteção institucional: o Itamaraty busca preservar a imagem do Brasil como país soberano e evitar acusações de ingerência externa

Atuação típica do Itamaraty Caso Darren Beattie 
Eleições internas Não interfere diretamente  Manifestou preocupação por risco de ingerência externa 
Vistos diplomáticos  Concedidos para eventos oficiais Visto foi para fórum, não para visita a preso 
Relações internacionais  Mediação e representação Alertou STF sobre risco político-diplomático. O Itamaraty não está “preocupado com eleição” no sentido de participar do processo político interno. Sua atuação neste episódio foi defensiva e diplomática, para evitar que a visita de um assessor de Trump fosse interpretada como interferência estrangeira em um momento sensível para o Brasil.

Data vênia 

Nenhuma autoridade dos Estados Unidos pretende receber essa comitiva. Se o encontro ocorrer apenas para tratar desse assunto, poderá resultar em ordem de prisão.  

É um episódio vergonhoso. A tentativa do governo Lula de defender o PCC e o CV causou tanta repercussão negativa que até aliados próximos demonstraram surpresa.  

Para o Brasil, é extremamente constrangedor ver o governo se posicionar em favor de organizações criminosas.

Reflexão 🪞 

URGENTE: Após Moraes negar a visita do assessor de Trump ao Bolsonaro, os EUA iniciaram a seção 301 e abriram uma investigação sobre trabalho forçado no Brasil. 

Os produtos brasileiros podem sofrer restrições no mercado american


TODO CUIDADO É POUCO 

Polícia revela estatuto do Comando Vermelho com cargos, hierarquia e conselho nacional

A Polícia Civil revelou a existência de um estatuto interno que descreve a estrutura organizacional do Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país. O documento aponta uma hierarquia formal com cargos definidos, conselho nacional, conselhos regionais e funções administrativas dentro da organização.

De acordo com a investigação, Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, aparece como presidente da facção mesmo estando preso há mais de três décadas em um presídio federal. A estrutura ainda inclui nomes históricos do crime organizado distribuídos em funções estratégicas, como conselheiros, porta-vozes e responsáveis pela gestão financeira da organização.

Entre os cargos identificados está inclusive uma função descrita como “diretor de governança corporativa de conflitos regionais”, expressão usada no próprio levantamento policial para descrever o responsável pela mediação de disputas entre áreas controladas pela facção.

A operação também revelou conexões preocupantes fora da estrutura criminosa. Policiais militares foram presos e um vereador é investigado por supostamente negociar apoio eleitoral dentro de uma comunidade dominada pela facção, em troca de benefícios e serviços na região.

A investigação reforça o diagnóstico das autoridades de que o crime organizado no Brasil passou a operar com estrutura administrativa complexa, funcionando como um sistema paralelo de poder que, em determinadas áreas, disputa influência direta com as instituições do Estado.

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