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Manchete de jornal noticiando a prisão do "pivete ladrão de carros" Chico Buarque, em 1961.
No início da década de 1960, a farra preferida dos jovens era furtar e dar umas voltas pela cidade com o carro alheio. Depois da curtição, o carro era abandonado o mais perto possível do local do “empréstimo” com um considerável desfalque no tanque de combustível.
Pego em flagrante com um amigo, o jovem Chico foi obrigado por juiz a ser impedido de sair de de casa à noite até a maioridade. Para Chico, a reclusão domiciliar foi de 172 dias, durante o ano de 1962.
Esses seis meses sem poder curtir livremente a luz da lua fizeram Chico adquirir novos hábitos e habilidades. Até então, ele não ligava muito para música e nunca tinha encarado o violão com seriedade. Com um pouco de pena do irmão que não podia mais sair de casa, Miúcha ensinou alguns acordes e dicas de harmonias. Lições que ela aprendeu com o poeta Vinicius de Moraes, amigo íntimo da família Buarque.
Talvez graças a esse crime, hoje temos a maravilhosa contribuição cultural desse artista brasileiro.
E se a polícia tivesse matado esse ladrão de carros?
https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/chico-buarque-o-fofo-gostava-mesmo-e-de-roubar-carro-na-juventude/
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