terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

CONTROLE DOS BRANCOS

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão 

Em 2017, o ex-banqueiro holandês Ronald Bernard deu uma entrevista que viralizou mundialmente. Ele relatou sua experiência dentro do setor financeiro de elite, descrevendo práticas obscuras, pressões psicológicas e até convites para participar de rituais satânicos. Bernard também destacou o papel do BIS (Bank for International Settlements), que ele chamou de “o banco dos Bancos Centrais”, como o topo da pirâmide do sistema financeiro global.

Principais pontos da entrevista de Ronald Bernard (2017)

- Carreira inicial  
  Bernard começou como empreendedor e depois entrou no setor financeiro, atuando em câmbio e gestão de ativos.

- Pressão psicológica  
  Ele disse que seus colegas o instruíram a “colocar a consciência no congelador” para lidar com as práticas do setor. Segundo ele, era um treinamento para se tornar psicopata.

- Sistema financeiro global  
  Bernard descreveu uma pirâmide de poder onde cerca de 8.500 pessoas controlariam o sistema monetário mundial. No topo estariam instituições como o BIS, o FMI e o Banco Mundial.

- O papel do BIS  
  Criado em 1930, o BIS seria, segundo Bernard, o “quartel-general” do sistema financeiro. Ele mencionou que a instituição operou inclusive durante guerras, facilitando transações entre países inimigos e negociando ouro saqueado.

- Experiências pessoais  
  Bernard afirmou ter sido convidado para participar de rituais de sacrifício infantil, o que foi seu ponto de ruptura. Ele recusou e sofreu um colapso emocional, levando-o a abandonar o setor.

- Crítica ao sistema  
  Ele denunciou que o sistema financeiro extrai valor das camadas mais baixas da sociedade por meio de dívidas, juros e inflação, enriquecendo apenas os que estão no topo.

Conclusão:

Entrevista de Ronald Bernard mistura denúncias sobre práticas financeiras globais com relatos pessoais de experiências traumáticas. O ponto central é sua crítica ao BIS e às instituições que, segundo ele, operam acima dos governos e sem responsabilidade pública

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