domingo, 15 de fevereiro de 2026

Rigor da lei Ministro André Mendonça, aplicação estrita dás normas, sem flexibilizações, garantindo igualdade, segurança jurídica e proteção contra arbitrariedades.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

Polícia Federal (PF) conseguiu acessar o celular bloqueado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, sem a colaboração dele.  
Para isso, foram usadas ferramentas avançadas de informática forense, incluindo Cellebrite (empresa israelense) e GreyKey (dos EUA), capazes de romper camadas de segurança e copiar toda a memória do aparelho.  
Além disso, a PF contratou a Black Wall Global, uma empresa israelense-emiradense de inteligência digital e cibersegurança, para auxiliar na descriptografia de celulares apreendidos na Operação Compliance Zero, que investiga o rombo bilionário do Banco Master.  
Durante sessão no STF, o ministro Alexandre de Moraes reagiu ao relato sobre a empresa dizendo: “Eu conheço. Isso aí é o pessoal do Mossad”, em referência ao serviço secreto de Israel.  

Data vênia 

PF usou tecnologia israelense de ponta (Cellebrite e Black Wall Global) para quebrar a criptografia dos celulares ligados ao caso Banco Master, e a menção ao “Mossad” surgiu como comentário de Moraes sobre a origem da empresa envolvida.

OPINIÃO

A GRAVIDADE DISSO É
ASSUSTADORA! 

Polícia Federal precisou contratar uma empresa formada por veteranos da inteligência de Israel e dos Emirados Árabes para destravar o celular de Daniel Vorcaro, é porque o buraco é muito mais embaixo do que pensávamos! E quando Alexandre de Moraes solta no plenário que 'isso aí é o pessoal do Mossad', o sinal de alerta explode. O que tem nesses aparelhos que exigiu tecnologia de nível militar para ser acessado? Segredos da República? Nomes de autoridades graúdas? A blindagem em torno do Banco Master era tão sofisticada que a nossa tecnologia não dava conta. Agora que a 'Black Wall' entrou no jogo, a expectativa é que não sobre pedra sobre pedra. Se eles conseguiram abrir, o Brasil precisa saber TUDO o que estava escondido. 

Chega de segredos de Estado para proteger bandidagem de colarinho branco!!!
*Revelado: a suruba de Vorcaro*

Mara Luquet

Vorcaro usou todas as moedas disponíveis para corromper as instituições brasileiras. Inclusive a mais antiga delas: mulheres bonitas e festas com muita bebida e pouca roupa, para sermos discretos. No relatório que a Polícia Federal entregou ao ministro Edson Fachin, o que emerge não é apenas um relato de libertinagem, mas a descrição de uma engrenagem de corrupção sofisticada. O que os mortais chamam abertamente de “suruba” era, na verdade, um ambiente de negócios escusos meticulosamente planejado, onde a ostentação servia como lubrificante para a criação de uma rede de influências sem precedentes junto a políticos do Centrão.

A logística por trás desses encontros revela o DNA de Vorcaro: a exuberância a serviço do silêncio. O relatório detalha a presença de quatro mulheres para cada político, todas estrangeiras — suíças, norueguesas, suecas e holandesas. A escolha não foi estética, mas estratégica. Ao importar acompanhantes que não falam português e não têm a menor noção de quem são as figuras poderosas que ali circulavam, Vorcaro garantia um isolamento informativo que nenhuma barreira nacional ofereceria. É a corrupção de alto custo, onde a distância cultural e linguística era comprada para blindar os envolvidos.

Entretanto, a suruba maior não é a dos “peladões” descrita pela PF, mas o estrago institucional que este caso pode causar. O movimento que vemos agora nos bastidores do poder sugere uma tentativa deliberada de anular a operação. O roteiro é um “déjà vu” perigoso da Lava Jato: ministros como Cristiano Zanin e Luiz Fux já sinalizam que inconsistências na condução das investigações pela PF podem tornar todo o processo nulo. Alega-se que o rito foi atropelado, e essa brecha jurídica é exatamente o que os envolvidos buscam para implodir o caso por dentro.

Essa conclusão de nulidade, contudo, não virá amanhã. O sistema joga com o tempo. Vale lembrar que o presidente Lula ficou quase dois anos preso antes que seu processo fosse anulado por erros de competência e forma. Para Vorcaro, esse vácuo temporal é o cenário ideal: ele aposta na fadiga da opinião pública e na “inconsistência jurídica” para que, no futuro, tudo vire precatórios. É a repetição exata do ciclo em que delatores premiados recebem o dinheiro de volta e o crime compensa através do erro técnico da acusação.

O que se desenha é um cenário onde a justiça parece ser um tabuleiro cujas peças são movidas para garantir que o desfecho seja sempre o mesmo. Quando a estratégia de defesa foca mais na anulação do processo do que na prova da inocência, e o Judiciário valida essa manobra, a mensagem para o país é devastadora. O perigo real não está na devassidão das festas de luxo, mas na erosão da segurança jurídica que essas anulações em série provocam.

No fim das contas, o que está em jogo é a confiança residual do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. Quando a mais alta corte do país se permite ser o palco de um eterno retorno à impunidade por vícios de forma, o tecido democrático se esgarça. Esse jogo de anulações anunciadas é perigoso demais para a estabilidade do país e para a própria sobrevivência da esperança de que, um dia, as instituições brasileiras deixem de ser negociáveis em balcões de luxo.

https://canalmynews.com.br/mara-luquet/revelado-a-suruba-de-vorcaro/

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