sábado, 11 de julho de 2026

Esquerda perdoa traidores, mas direita não.

Quando alguém examina suas convicções, deixa de ser prisioneiro delas e passa a enxergar o mundo com mais liberdade. É como se a dúvida se tornasse uma ferramenta de emancipação não para destruir o que acreditamos, mas para nos impedir de sermos cegamente governados por isso.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Recente posicionamento do presidente Lula manifestado por meio de uma nota do Itamarati ao Congresso sobre uma possível intervenção das Forças Armadas dos Estados Unidos contra facções criminosas  é interpretado por críticos como um indício de seu suposto alinhamento direto com o PCC e o Comando Vermelho. Sob a justificativa de defender a soberania nacional, o discurso do governo é visto como uma tentativa de proteger essas organizações, deixando a população vulnerável ao domínio do crime organizado.
O cenário é comparado à situação de Nicolás Maduro na Venezuela, que mantinha uma postura de confronto contra Donald Trump, fiando-se na segurança de quarteis e palácios, mas acabou sendo alvo de uma operação de extração e captura dentro de seu próprio território.
Da mesma forma, argumenta-se que o forte esquema de segurança em torno do presidente brasileiro não seria obstáculo para uma rápida ação militar norte-americana. O receio demonstrado pelo governo diante dessa possibilidade sinalizaria que o presidente reconhece o risco de se tornar um alvo de captura internacional. Diante disso, analistas apontam que caberia ao governo Trump seguir as investigações sobre o crime organizado para ligar os pontos e tratar o líder brasileiro de forma análoga ao caso venezuelano.


O Instituto Real Big Data divulgou nova pesquisa, que mostra Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) à frente em um eventual 2° turno das eleições presidenciais, dessa vez no estado de Goiás. Flávio aparece com 56% das intenções de voto, enquanto Lula teria apenas 33%.

Os dados foram coletados entre os dias 7 e 8 de julho de 2026, com entrevistados a partir de 16 anos, por todo Goiás. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral pelo código BR-02402/2026.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e07-brasil/real-time-flavio-venceria-lula-no-2o-turno-em-goias

Sem pandemia, sem guerra, sem desculpas. A inflação registra a maior alta do primeiro semestre desde 2022. No final, quem paga a conta é sempre o trabalhador brasileiro.

Flávio Bolsonaro precisa trazer o Fábio Wajngarten de volta enquanto é tempo.
A sonolência do coordenador da campanha de Flávio tem método e o afastamento do Fábio deixa bem claro que desejavam 
sabotar a campanha do 01 desde o início.

Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo concluiu que Lula, Simone Tebet e Marina Silva cometeram propaganda eleitoral antecipada ao pedir votos em evento oficial do governo. O parecer foi enviado ao TRE-SP, que decidirá se condena os envolvidos, com multa prevista entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.  

O que aconteceu

- Evento: Lançamento do programa Move Aplicativos, em São Paulo, em 19 de maio de 2026.  
- Declaração de Lula: “O que vocês podem fazer com elas, um dia, é dar voto para as duas.”  
- Alvo da fala: Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), pré-candidatas ao Senado.  
- Acusação: Pedido explícito de votos antes do prazo legal (propaganda só é permitida a partir de 16 de agosto).  

Argumentos da Procuradoria

- Caráter eleitoral nítido: Exaltação das pré-candidatas acompanhada de pedido explícito de voto.  
- Local inadequado: Declaração feita em evento oficial do governo federal.  
- Base legal: Lei das Eleições prevê multa de R$ 5.000 a R$ 25.000 para propaganda antecipada.  

Consequências 

- Multa financeira: Entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.  
- Impacto político: Reforça acusações de uso da máquina pública para fins eleitorais.  
- Decisão final: Caberá ao TRE-SP, sob relatoria da juíza Danyelle Galvão.  

Contexto 

- O caso foi movido pelo Partido Missão, ligado ao MBL.  
- Tebet e Marina divulgaram trechos do evento em suas redes sociais, o que reforçou a análise da Procuradoria.  
- As defesas alegam que não houve intenção eleitoral, apenas manifestação política espontânea.  

Em resumo: o parecer da Procuradoria é duro e recomenda condenação, mas a decisão mãos do TRE-SP.

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