Gay ou Cis gosta de homem.
Lesbiana sapato macho ou fêmea gosta de mulher.
Considerando o interesse de cada um:
Pergunta ⁉️ show 🌽
- o que justifica homem em banheiro feminino?
Resumindo
Não há justificativa para um homem (cis ou gay) usar banheiro feminino.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Marco Rubio, em um discurso recente, definiu a esquerda radical como movida pelo ressentimento e pela incapacidade de criar ou realizar grandes feitos, afirmando que ela busca destruir o que considera correto e que seu impulso vem de um “ódio à civilização ocidental”.
Principais pontos do discurso de Rubio
- Crítica à esquerda radical: Rubio disse que o esquerdismo radical é “impulsionado por um ódio” e por uma incapacidade de construir ou criar.
- Ressentimento e destruição: Segundo ele, a esquerda usa a linguagem da igualdade como disfarce para destruir conquistas e símbolos da civilização ocidental.
- Comunismo e violência: Rubio chamou os comunistas de “arquitetos da violência revolucionária” e afirmou que o comunismo não funciona nem na teoria.
- Cuba e influência ideológica: Ele atribuiu ao regime cubano a formação da extrema-esquerda nos EUA e no hemisfério ocidental, destacando sua ligação com movimentos radicais.
Contexto do discurso:
- O pronunciamento ocorreu durante a Reunião Ministerial sobre o Ressurgimento do Terrorismo Político, em julho de 2026, em Washington.
- Rubio alertou que o “terrorismo político de extrema-esquerda” é uma ameaça transnacional e pediu maior cooperação internacional para combate tê-lo.
Interpretação
Rubio apresenta uma visão fortemente crítica da esquerda, associando-a à incapacidade criativa e ao ódio contra o Ocidente. Essa definição é polêmica e reflete uma postura ideológica dura, que busca enquadrar movimentos de esquerda como ameaça civilizacional.
Discurso de @Fachin "STFezes" em LUANDA foi incisivo: ele reforçou que a magistratura não pode se curvar a pressões externas sejam políticas, econômicas, midiáticas ou populares. A independência judicial, segundo ele, só se sustenta com instituições sólidas e garantias concretas como estabilidade, inamovibilidade e autonomia administrativa e orçamentária.
Inlicinistro também deixou claro que autonomia não significa bandidagem: Juizeco deve estar sujeito à crítica, à fiscalização e à responsabilização. A advertência contra “folga” como fator de decisão é dura, porque expõe a fragilidade que pode corroer a confiança no Judiciário.
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Ao defender a auto contenção, @Fachin toca num ponto sensível: o Judiciário não deve se transformar em árbitro de toda disputa política, mas atuar apenas quando há violação constitucional. É uma fala que soa como recado tanto para dentro da instituição quanto para fora dela lembrando que independência não é sinônimo de onipotência.
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