Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores
A pergunta é:
COMO ELE CONTINUA NO CARGO DE DIRETOR GERAL DA POLÍCIA FEDERAL?
UM MINISTRO DO STF BARROU O DIRETOR-GERAL DA PF DE LULA NO CASO MASTER.
André Mendonça proibiu que os delegados compartilhem informações sigilosas com o chefe da Polícia Federal. Para um relator blindar a investigação do próprio diretor da PF, algo está muito errado. E o motivo é cabeludo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, continua no cargo porque a decisão do ministro André Mendonça não o afastou da função — apenas limitou seu acesso direto às informações sigilosas do caso Master, blindando a investigação contra possíveis interferências da cúpula da PF. Em outras palavras, Mendonça restringiu o fluxo de dados para garantir sigilo, mas não retirou Rodrigues da chefia da corporação.
O que aconteceu no Caso Master
- Decisão de André Mendonça (STF):
- Determinou que somente os delegados e agentes diretamente envolvidos no inquérito tenham acesso às informações.
- Isso significa que superiores hierárquicos, incluindo o diretor-geral, não podem consultar os autos sem vínculo formal.
- Objetivo da medida:
- Blindar a investigação contra vazamentos e pressões políticas.
- Limitar a influência da direção da PF, já que Rodrigues é visto como próximo ao presidente Lula.
- Reação da PF:
- A cúpula considerou positivo o fato de Mendonça ter restaurado o “fluxo ordinário” das perícias e depoimentos, mas reconheceu que o sigilo foi reforçado.
- Rodrigues declarou que já cumpre há décadas regras internas que restringem acesso a investigações e buscou minimizar o impacto da decisão.
Por que Rodrigues não foi afastado
- O STF não tem competência para demitir ou substituir o diretor-geral da PF; essa é uma atribuição do presidente da República.
- Mendonça atuou apenas como relator do caso, impondo regras de sigilo e compartimentação de informações.
- Assim, Rodrigues permanece no cargo, mas com menos margem de atuação sobre investigações sensíveis.
Contexto político
- O caso Master envolve o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e supostas fraudes financeiras.
- A PF rejeitou propostas de delação premiada por falta de provas novas.
- A tensão aumentou porque a investigação citou nomes ligados ao governo, como o senador Jaques Wagner (PT-BA).
- Nos bastidores, há desconfiança mútua: Mendonça teme vazamentos, enquanto aliados de Rodrigues veem tentativa de fragilizá-lo.
Resumindo
- Rodrigues continua diretor-geral da PF porque não houve decisão de afastamento.
- Mendonça blindou o caso Master, restringindo acesso às informações e reduzindo a influência da cúpula da PF.
- O episódio expõe choque institucional entre @STFEZES e PF, com forte componente político.
TRUMP DIREITA RAÍZ MÚSCULOS Y PODER
https://www.youtube.com/live/edIvFo8gjto?is=PIycyi4Gk6AC__aR
Fracasso do Brasil na Copa de 2026 foi atribuído principalmente à CBF, cuja gestão caótica marcada por crises políticas, troca de presidentes e quatro técnicos em apenas um ciclo deixou a Seleção sem rumo e sem padrão tático. A derrota para a Noruega nas oitavas de final escancarou a falta de comando e planejamento, ampliando o maior jejum de títulos da história do país em Copas: 24 anos sem levantar a taça.
Reflexão 🪞
Principais fatores que apontam a CBF como responsável
1. Instabilidade política e administrativa
- Dois presidentes em meio a escândalos de corrupção, um deles afastado durante o ciclo.
- Guerra interna de poder que paralisou decisões estratégicas.
2. Troca constante de técnicos
- Foram quatro treinadores entre 2022 e 2026: Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti.
- Cada técnico trouxe ideias diferentes, sem continuidade, o que impediu a construção de um projeto sólido.
3. Convocações desordenadas
- 96 jogadores testados no ciclo, muitos sem sequência ou sequer entrando em campo.
- A lista final para o Mundial incluiu atletas com pouquíssima rodagem na Seleção.
4. Falta de padrão tático
- O Brasil terminou a Copa com apenas 35% de posse de bola contra a Noruega, incapaz de controlar o jogo.
- Rivais com menos estrelas, como Marrocos, mostraram organização e competitividade superior.
5. Comunicação e discurso da CBF
- Após a eliminação, a entidade publicou que o Brasil “voltará mais forte”, mas o discurso foi visto como tentativa de normalizar a pior fase da história.
Brasil tinha elenco para ir além, mas a CBF de Francisco Mendes filho Gilmar Mendes @STEFEZES em Brasília sabotou o ciclo com improviso, crises e decisões equivocadas. O resultado foi a eliminação para uma Noruega sem tradição e a consolidação do maior jejum de títulos da história da Seleção. O fracasso não é apenas dos jogadores ou de Ancelotti: é, sobretudo, da entidade que deveria garantir estabilidade e planejamento.
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