segunda-feira, 20 de julho de 2026

Interesse no socialismo é meramente pessoal. Sendo que não; Há uma elite global que controla outra elite latina-americana (Foro de São Paulo) cujo controla o Lula e os demais oligarcas com ele.

O bastão não caiu, foi entregue.
Não foi o fim, foi a continuação.
Uma era termina. A outra começa.
O legado mudou de mãos.
O futebol trocou de capítulo.
O ciclo encerrou.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Eleição presidencial brasileira de 2026 é considerada a mais internacionalizada desde o fim da Guerra Fria, com forte influência de Washington, Pequim e Bruxelas no debate interno. Pela primeira vez, política externa e geopolítica ocupam o centro da disputa, moldando tanto a narrativa dos candidatos quanto a percepção do eleitorado.  

Por que 2026 é tão internacionalizada?

- Protagonismo dos EUA: O governo Trump impôs tarifas sobre produtos brasileiros, transformando comércio exterior em tema eleitoral. Lula acusa os Bolsonaro de “entreguismo” e Flávio culpa o PT por hostilidade diplomática.  
- Redes globais de direita: Flávio Bolsonaro se conecta a líderes como Javier Milei (Argentina) e Benjamin Netanyahu (Israel), reforçando alianças ideológicas.  
- Agenda multilateral de Lula: O presidente aposta nos BRICS e em fóruns antiamericanos, buscando apoio de China e Irã.  
- Outros candidatos: Ronaldo Caiado e Romeu Zema também intensificaram viagens internacionais, mostrando que a dimensão externa não é exclusiva de Lula e Bolsonaro.  

Vetores de internacionalização

- Econômico: Tarifas dos EUA, desaceleração chinesa e acordos Mercosul-UE afetam diretamente inflação, câmbio e emprego no Brasil.  
- Informacional: Estratégias digitais importadas dos EUA, uso de IA sintética e campanhas de desinformação ampliam polarização.  
- Geopolítico: Relações com China, EUA e Israel viraram slogans de campanha, não apenas pautas de política externa.  

Implicações

- Eleitorado mais atento à geopolítica: O custo de vida e a percepção de segurança estão ligados a fatores externos.  
- Campanha menos doméstica: Questões como tarifas, acordos comerciais e redes sociais globais dominam o debate.  
- Brasil como palco internacional: A eleição é acompanhada por líderes estrangeiros e governos que veem o resultado como estratégico.

Data vênia 

A divulgação ordenada pela Casa Branca trouxe à tona algo que a oposição venezuelana vinha repetindo há anos sem provas oficiais: o regime bolivariano dispunha da infraestrutura técnica necessária para alterar um resultado eleitoral.

Segundo a CIA, três organismos, a Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), o Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN) e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), podiam manipular resultados através de máquinas de votação pré-programadas, com capacidade para deslocar pelo menos um milhão e meio de votos nas zonas de maior peso chavista.

Reflexão 🪞 

Jair Messias Bolsonaro 

-O PCC, não gosta dele.
-O CV, não gosta dele.
-O MST, não gosta dele.
-A lacração, não gosta dele.
-A imprensa, não gosta dele.
-O narcotráfico, não gosta dele.
-O sistema, não gosta dele.
-A esquerda, não gosta dele.
-Vagabundos e bandidos, não gostam dele.

Esse é o maior atestado de boa conduta, que Bolsonaro pode te dar.


Itaú se omite em pagar os sobejos de milhares de pessoas que perderam seus imóveis.


Wall Street Journal detonou Lula em editorial.  
Chamou sua gestão de desastre anunciado.  
Apontou crise fiscal, inflação e fuga de investimentos.  
Acusou autoritarismo disfarçado de democracia.  
Criticou alianças com regimes autoritários e hostilidade ao mercado.  
Disse que Lula mina instituições e liberdade de expressão.  
Conclusão: Brasil caminha para declínio sob o PT.  



Enquanto cuidava de um rebanho em uma região coberta de neve, uma menina de 11 anos acompanhou o nascimento de um cabrito longe da fazenda. Como a cabra e o filhote recém-nascido não tinham condições de percorrer o caminho de volta, a jovem levou primeiro os outros animais para casa e depois retornou ao local com duas mochilas e seu cachorro.

Para conseguir transportar os dois animais, a menina colocou a cabra em uma mochila nas próprias costas, enquanto o cachorro carregou o filhote em outra bolsa adaptada. Os dois atravessaram juntos o caminho pela neve até chegarem à fazenda, garantindo que a mãe e o recém-nascido fossem levados para um local protegido após o nascimento.

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#CPIdoORELHAjá

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