sábado, 15 de setembro de 2018

"Lobo solitário ou fera treinada"







Às vésperas da eleição presidencial mais decisiva da história da República… Todos querem esconder a verdade de VOCÊ

Caro leitor,
Lobo solitário ou fera treinada: quem é o homem que tentou matar Jair Bolsonaro?
Para o bem da democracia, a Polícia investiga as motivações do atentado (e busca um eventual mandante).
Você não pode ignorar essa história.
Nós não estamos ignorando.
Ela é importante demais.
Isso porque o atual processo de sucessão presidencial desponta como o mais frenético e indefinido da história brasileira.
Se por um lado temos um oceano de indecisos que torna impossível antecipar o desfecho destas eleições…
Por outro, não resta a menor dúvida: apenas um desses caminhos irá selar o seu destino pelos próximos anos:
1— Ou o país retoma as rédeas do crescimento, com a aprovação das reformas estruturais necessárias para resgatar a economia do limbo;
2— Ou retrocede à antiga matriz populista, responsável pelas atuais mazelas como desemprego, inflação, falência da indústria e total desajuste nas contas públicas.
Mas, apesar da importância histórica destas eleições, a imprensa não está falando toda a verdade para você.
Não espere até outubro para ser pego de surpresa.
Pense que diferença faria se todos estivessem vigilantes há exatos quatro anos.
Às vésperas da reeleição de Dilma Rousseff, em outubro de 2014, as verdadeiras intenções da ex-presidente não eram plenamente conhecidas.
E o resultado foi catastrófico:
O que Dilma prometeu em out/2014 Impacto na economia até o impeachment
Baixar a conta de luz Apagão e tarifaço
Retomada do crescimento O PIB despencou e chegou a 3,85% negativos
Controlar a inflação A inflação saltou de 6,40% para 10,67%
Não elevar juros A Selic chegou a 14,25%
Geração de emprego A taxa de desemprego cresceu 90%
Economia não admite experiências de laboratório. Erros cobram seu preço e as consequências podem se estender por gerações.
Depois será tarde para você se dar conta que não conhecia toda a verdade.
Em caso de guinada à esquerda —e por enquanto ninguém pode excluir essa hipótese—, há risco de retrocesso até mesmo nos avanços da Lava Jato contra a corrupção.
Blog do Josias de Souza — junho 2018

A volta à matriz populista é hoje uma possibilidade real que coloca em xeque os planos que você tem para si e sua família.
Desde uma simples viagem para fora que implica gastos em moeda estrangeira… até montar um negócio próprio que envolve a reforma trabalhista.
O resultado das próximas eleições pode representar um novo período de atraso na vida que estamos tentando recuperar desde o último impeachment.
Por isso, enquanto a imprensa dorme no ponto, cabe a você estar atento:
1) Assuma o controle. Político diz uma coisa e faz outra, você tem de ser mais crítico e selecionar ativamente suas fontes de informação;
2) Tenha acesso ao conhecimento. Ele está um passo adiante da notícia e só alguns são capazes de oferecê-lo;
3) Apoie família e amigos. Apenas com uma interpretação independente dos fatos teremos indivíduos aptos para escolher os melhores caminhos.
Apesar de a vigilância ser indispensável neste momento, o que a imprensa anda fazendo por você?

Não me refiro aos embates televisivos, à cobertura da agenda dos candidatos nem aos números das pesquisas divulgados à exaustão.
Eu me refiro à função primordial do jornalista de se manter vigilante. À vocação de denunciar o que estiver errado, doa a quem doer.
Millôr Fernandes tinha uma excelente definição para isso:
“Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”
Faltando praticamente 30 dias para as eleições mais decisivas da história da República, a imprensa NÃO está vigilante como deveria.
Pelo fato de que quase todos os políticos mentem — e omitem —, sempre se deve desconfiar deles. E os mais desconfiados deveriam ser os jornalistas.
Mas, analisando a imprensa brasileira de hoje, chego à conclusão que a balança pende bem mais para o lado dos poderosos do que para o lado dos inconformados.
Sou Mario Sabino, jornalista e escritor além de um inconformado por natureza.
Logo após cutucar o vespeiro do mensalão, na época em que eu era redator-chefe da revista Veja, precisei me retirar um pouco de cena.
Quando voltei, nada tinha mudado. Nem a velha política e muito menos o meu compromisso com a ética.
No Brasil atual, me sinto tão indignado quanto qualquer cidadão de bem.
Sei o que é perder o sono pensando nas contas domésticas e no futuro dos filhos, sem ao menos poder confiar nas instituições que deveriam nos representar.
E se digo que a imprensa está em dívida com a verdade é porque conheço bem o funcionamento dessa engrenagem.
Não se iluda.
A engrenagem continuará girando, mas depois de outubro será tarde para dizer que você não desconfiava de nada.
A propaganda governamental é um tipo de mensalão da imprensa.
Pense bem: a quem interessa encobrir os fatos?
Gente mal-intencionada possui ligações por toda a parte, inclusive na imprensa.
A pretexto de divulgar as suas realizações, concretas ou não, ministérios, secretarias e estatais gastam bilhões para comprar consciências e promover políticos.
Você precisa ficar atento aos bastidores da política, ao que acontece nas entrelinhas, ao que os poderosos estão tramando.
É aí que a verdade se esconde.
Dependendo do presidente eleito, o Brasil corre o risco de incorrer no fracasso dos últimos anos.
Eu sei que não é esse futuro que você quer para sua família, e não quero para a minha também.
Mas não conte com o velho modelo de imprensa para ser a sua voz.
Em geral, ela tem interesses próprios, que não são claros.
Por causa dessa falta de clareza, somos levados a deduzir que a imprensa jamais vai entrar numa briga com cachorro grande.
Entre as redações e os poderosos, a retribuição de gentilezas é bem mais comum do que você imagina.
Eu diria que a inércia convém ao velho modelo de imprensa.
Em alguns casos, é questão de sobrevivência.
O governo gasta verbas suntuosas de publicidade (leia-se dinheiro do contribuinte) em grandes jornais e revistas.
Não raro, empresas estatais ocupam anúncios de página dupla ou contracapa, que são os espaços mais caros da mídia impressa.
Fora a publicidade explícita, há o caso de pesquisas e publicações que, até a semana passada, não demonstravam constrangimento em tratar o presidiário como candidato à Presidência.
Ainda que Lula fosse inocente no caso do tríplex (é apenas um exercício de raciocínio…), condenados em segunda instância não podem concorrer e ponto final.
Está na Lei da Ficha Limpa, sancionada, quem diria, pelo governo Lula em 2010.
Ladrão é ladrão. A pergunta é:
A lei vale para todos ou alguns estão acima dela?
Se a lei vale para todos, tratar o condenado como candidato só ajuda pessoas de má fé a manipularem o eleitorado desprotegido.
E o que faz a imprensa?
Segue o embalo de reportar intenções de voto para Lula quando deveria abordar temas contundentes, ainda que incomodasse determinadas autoridades.
Por mais que a imprensa tente passar a imagem de independente, prefere se omitir a pisar o calo dos poderosos.
Existem excelentes profissionais, equipamentos de última geração e logística integrada. Mas você realmente acha que algum veículo de massa está a fim de arrumar animosidade com o governo?
Tome por base o escândalo envolvendo Dias Toffoli, revelado pela revista Crusoé ao final de julho último.
O futuro presidente do Supremo Tribunal Federal recebe de sua mulher uma mesada de R$ 100 mil, religiosamente depositados num banco de Brasília que não chama atenção. (Detalhe: a mulher do ministro do STF é dona de um grande escritório de advocacia de Brasília que alcançou o sucesso depois que o marido chegou ao topo do Poder Judiciário.)
Agência do Banco Mercantil em Brasília: escondida no 2o andar de um prédio comercial

O montante total desses repasses, no mínimo atípicos, já atingiu R$ 4,5 milhões. Além disso, a conta do magistrado é movimentada por um ex-bancário de confiança.
Ex-gerente de banco que virou assessor de Toffoli tem carta branca para movimentar conta

No meio jornalístico chamamos isso de “pauta-bomba”.
Invariavelmente, quando uma pauta dessas explode, toda a imprensa repercute.
Foi assim quando estourou o escândalo do Mensalão, em 2005.
Mas a mesada de Toffoli, revelada pela Crusoé, não teve o mesmo tratamento.
Então, deixe-me esclarecer a gravidade da situação e por que você corre o risco de ser sumariamente enganado às vésperas das eleições.
Estou afirmando que, diante de provas documentais e fotos levantadas pela revista Crusoé — e aqui faço questão de reforçar as evidências físicas em detrimento de qualquer boataria infundada—, o futuro representante máximo da Justiça no país não se pronunciou a respeito.
Toffoli não confirmou, tampouco desmentiu.
E a grande imprensa fez o quê? Vista grossa.
Com exceção de uma pequena nota em um jornal, não se leu uma notícia a respeito da mesada do ministro nos diários ou revistas.
Você leu? Se leu, me corrija enviando um print, por favor.
Simplesmente a imprensa se manteve omissa, como se um juiz do Supremo receber 100 mil reais por mês, na surdina, fosse a coisa mais normal do mundo.
Melhor ser conivente ao invés de arrumar dor de cabeça com os poderosos.
Com isso, infelizmente quem perde é você.
Não deixe para cair em si depois de outubro.
A imprensa publica notícias sem a profundidade necessária para você tirar conclusões úteis.
Se todos querem manipulá-lo, aprenda a se blindar.
Omitir, a meu ver, também é uma forma de manipulação.
Especialmente quando se tem uma campanha presidencial em andamento e uma rede de interesses por trás de cada passo.
Embora você busque sempre as melhores informações, está quase impossível ter acesso à notícia completa, com uma interpretação contextualizada e isenta de vieses o suficiente para balizar as suas decisões.
Seja qual for o partido, o parlamentar ou o político corrupto da vez, você precisa de um conteúdo capaz de expor a verdade com clareza.
A imprensa no Brasil está acomodada, ao contrário dos políticos desonestos que não param de inventar expedientes para benefício próprio.
Mas agora você pode se colocar um passo adiante.
Finalmente terá conhecimento do que ocorre de fato, baseado em provas textuais.
Terá ajuda para nortear seus rumos, seja qual for o resultado destas ou de outras eleições.
Terá uma visão independente sobre política que o represente à altura.
Quero que você conheça um refúgio seguro, uma ilha de independência no jornalismo:
Toda sexta-feira é dia de Crusoé, a primeira revista em formato totalmente digital sobre os bastidores da política no Brasil.
Na última semana de julho, enquanto Crusoé publicava matéria exclusiva sobre a mesada suspeita do ministro, outros jornais e revistas não divulgaram uma só linha a respeito.






Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Defesa de Beto Richa pede para Gilmar Mendes soltá-lo

por 


O ex-governador do Paraná Beto Richa - Rodolfo Buhrer/Reuters/19-12-2016
BRASÍLIA — O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSBD),
preso na última terça-feira, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser solto. O argumento central é que a prisão foi determinada para driblar uma liminar dada em
dezembro do ano passado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, proibindo conduções coercitivas. Segundo a defesa, o objetivo da prisão foi justamente fazer com que ele prestasse depoimento, numa afronta à decisão do ministro. O pedido de liberdade foi feito dentro do processo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra as conduções coercitivas. Assim, será analisado por Gilmar, que é o relator.


Richa teve a prisão temporária por cinco dias decretada pelo juiz Fernando Fischer, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, da Justiça estadual do Paraná. Ele é investigado por irregularidades em obras de estradas rurais do estado e suspeito de ter se beneficiado com esquema de propinas, que alimentaria ainda investimentos imobiliários. Segundo a defesa, isso ocorreu "em completa subversão" à decisão de Gilmar, "em que restou assentada a inconstitucionalidade da condução coercitiva de réu ou investigado para investigatório".


Os advogados de Richa escreveram que é evidente "a clara utilização deturpada do instituto da prisão temporária, pretendendo utilizá-lo como substituto da inconstitucional condução coercitiva e impondo nítido constrangimento ilegal". De acordo com eles, houve abuso de poder do juiz.

A defesa destacou ainda uma entrevista dado por Gilmar a jornalistas na última quarta-feira, em que ele criticou o 'hiperativismo' do Ministério Público (MP) e do Judiciário no período eleitoral, havendo risco de isso influenciar indevidamente os resultados nas urnas. O ministro chegou inclusive a citar a prisão de Richa como exemplo, além das acusações recentes contra os candidatos a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

— É notório um abuso do poder de litigar. É preciso realmente colocar freios — disse Gilmar na quarta.

Os advogados também destacaram que a ordem de prisão tem "fundamentos genéricos" e "sem amparo em fatos ou em fundadas suspeitas, mas tão somente em ilações e conjecturas sem qualquer respaldo em fatos concretos". Segundo eles, baseia-se apenas em depoimento de delator. Ressaltaram ainda que a prisão foi decretada faltando pouco tempo para as eleições, "numa possível tentativa velada" de influenciá-las. Alegaram também que, por não exercer mais nenhum cargo, não há porque avaliar que, caso solto, Richa pode atrapalhar as investigações.






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“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!

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Beto Richa tem prisão preventiva decretada pela Justiça






Com isso, não há mais prazo para que ex-governador do Paraná seja solto.




Por G1 PR, Curitiba
 


Beto Richa é ex-governador do Paraná e candidato ao Senado  — Foto: Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo
Beto Richa é ex-governador do Paraná e candidato ao Senado — Foto: Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) teve prisão preventiva decretada pela Justiça nesta sexta-feira (14). Com isso, não há mais prazo para que ele seja solto.
Richa está preso desde terça-feira (11), no Regimento da Polícia Montada, em Curitiba. Ele, a esposa, Fernanda Richa, e mais 13 investigados foram detidos suspeitos de envolvimento em um esquema de superfaturamento de contratos para manutenção de estradas rurais em troca de propina.
Além dele, outros 9 investigados na operação também tiveram a prisão convertida para preventiva. São eles:
  • José Rocha Filho (Pepe Richa, irmão de Beto)
  • Ezequias Moreira Rodrigues
  • Luiz Abi Antoun
  • Deonilson Roldo
  • Celso Antônio Frare
  • Edson Luis Casagrande
  • Tulio Marcelo Dening Bandeira
  • Aldair Wanderlei Petry (Neco)
  • Dirceu Pupo Ferreira
A ex-primeira-dama Fernanda Richa, também presa na operação, segue em prisão temporária, com vencimento no sábado (15).
G1 tenta contato com a defesa dos investigados.

Beto é considerado chefe da organização criminosa, diz MP

De acordo com o MP-PR, apura-se o pagamento de propina a agentes públicos, direcionamento de licitações de empresas, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.
Beto Richa é considerado chefe da organização criminosa, que fraudou uma licitação de mais de R$ 70 milhões para manutenção das estradas rurais, em 2011, segundo as investigações.
Fernanda Richa participava da lavagem de dinheiro desviado no esquema, de acordo com o MP-PR.

O outro lado

Beto Richa nega as acusações. Ele afirmou, por meio da assessoria do PSDB, que está sofrendo muito e que enfrenta com serenidade e confiança qualquer acusação. Veja a nota na íntegra:
"Enfrento com serenidade e confiança qualquer acusação, mas devo dizer que eu e minha família estamos sofrendo muito com o julgamento antecipado que nos está sendo imposto. Sou um homem público há mais de duas décadas, com a mesma honradez. Tenho a consciência em paz e sei que, no devido tempo, a verdade sempre se impõe. Garanto a você, que me conhece e para quem exerço com responsabilidade a vocação que Deus me deu: nada devo e sigo confiando na justiça."

Em nota divulgada nesta sexta, a família Richa criticou o que chamou de vazamento de informações de processos sigilosos. Segundo a nota, é preciso apurar e punir com rigor os responsáveis por estes vazamentos que "só servem para colocar pedras no caminho, criar obstáculos à solução pacífica de conflitos, incitar a discórdia a violar princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, do devido processo legal, da ampla defesa, da presunção de inocência e do direito de preservação da honra e imagem da história de vida de cada um, de sua família e do próprio estado".
O advogado de Fernanda Richa disse que ela é inocente e que confia na Justiça. A defesa disse ainda que Fernanda sempre esteve à disposição para contribuir com eficiência nas investigações a que foi chamada a responder e que a prisão é excessiva, inadequada e desnecessária.
Já a defesa de Pepe Richa informou que não vai se manifestar e que não teve acesso a todo o processo. Também foi informado que ele ficou em silêncio no depoimento ao Gaeco, na quinta-feira, por orientação dos advogados.



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Lewandowski pede vista e recurso por liberdade de Lula irá ao plenário




Análise do caso, que corria no plenário virtual, já contava com sete votos contra recurso do ex-presidente. Agora julgamento será presencial

Rafaela Felicciano/Metrópoles


Ana Helena Paixão



O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista (mais tempo de análise) do julgamento de um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reverter a decisão do STF que, em abril deste ano, negou liberdade ao petista. A análise do caso, que acontecia no plenário virtual, já contava com maioria contra o recurso de Lula (7 votos contrários e uma divergência, do ministro Marco Aurélio Mello). O pedido de vista de Lewandowski retira o processo do virtual, que agora será analisado presencialmente pelos ministros, como solicitava a defesa do ex-presidente desde o início. A informação é do Blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S.Paulo.
De acordo com a reportagem, resolução que normatiza os julgamentos no plenário virtual diz: “não serão julgados em ambiente virtual a lista ou o processo com pedido de destaque ou vista por um ou mais ministros”. O texto também detalha que os integrantes da Corte podem renovar ou modificar seus votos nos julgamentos que saem do virtual para o presencial. Ainda não há data para quando o processo será analisado presencialmente pelos ministros.
Em 5 de abril, por 6 votos a 5, os integrantes do Supremo rejeitaram pedido preventivo do petista, que foi preso dois dias depois por já ter condenação em segunda instância na Lava Jato, no caso do triplex do Guarujá (SP). Desde então, Lula está detido na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde começou a cumprir a pena fixada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O julgamento no plenário virtual não é público e só pode ser acompanhado em tempo real pelos próprios gabinetes do STF e seu resultado é divulgado apenas quando todo o processo é concluído: neste caso, seria na noite desta sexta-feira (14/9). Já tinham votado no caso de Lula os ministros Edson Fachin, relator na ação; Cármen Lúcia; Alexandre de Moraes; Dias Toffoli; Luís Roberto Barroso; Rosa Weber e Gilmar Mendes.
Antes de Lewandowiski, Marco Aurélio Mello tinha sido o único a divergir do relator, votando a favor do petista. O ministro também cobrou o julgamento das ações que correm na Corte sobre a prisão após condenação em segunda instância judicial – o presidente do tribunal, Dias Toffoli, só deve pautar o tema no ano que vem, para não contaminar o processo eleitoral deste ano.
No julgamento do habeas corpus do petista, prevaleceu o entendimento que autoriza a execução antecipada da pena, com a qual Marco Aurélio discorda. Depois do voto do ministro, Lewandowski também contrário à prisão após condenação em segunda instância, pediu vista, determinando que os ministros se reúnam presencialmente para apreciar o embargo da defesa, que também havia solicitado o julgamento no pleno físico em vez do virtual.



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Com maioria de 6 votos, STF rejeita recurso pela liberdade de Lula





Marco Aurélio Mello divergiu e cobrou conclusão de julgamento de outras apelações do petista. Ministros têm até fim de noite para votar


Michael Melo/Metrópoles


Ana Helena Paixão



Em julgamento do plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF), que começou no último dia 7 e segue até o fim da noite desta sexta-feira (14/9), a maioria dos ministros já votou pela rejeição dos chamados embargos de declaração apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra entendimento da Corte que, há cinco meses, negou habeas corpus ao petista. A decisão do STF de abril liberou a Justiça para cumprir, dois dias depois, a ordem de prisão do ex-presidente determinada pelo juiz federal Sérgio Moro.
Votaram contra os embargos apresentados pela defesa de Lula os ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Roberto Barroso e Gilmar Mendes. O ministro Marco Aurélio Mello divergiu do relator, Edson Fachin: para ele, houve irregularidade no caso, pois a ordem de prisão foi proferida logo após o petista ser condenado em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), antes de todos os recursos possíveis estarem esgotados.
Além disso, conforme observou Marco Aurélio Mello, o Supremo sequer julgou as ações que contestam a prisão após condenação em segunda instância: a previsão é de que o tema só seja pautado pelo presidente do STF, Dias Toffoli, no próximo ano para não contaminar o processo eleitoral.
Ao todo, 11 ministros devem se manifestar no plenário virtual. Contudo, como os votos só ficam disponíveis aos gabinetes, o resultado final, com o detalhamento de cada manifestação, só será divulgado após a conclusão do julgamento. Ao formar maioria de 6 votos contra os embargos e 1 favorável, a Corte já pode rejeitar o pedido da defesa para que o ex-presidente seja posto imediatamente em liberdade.
A decisão, porém, não altera o mérito do caso: Lula está condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia, por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá (SP), no âmbito da Operação Lava Jato. O que ainda pode acontecer é o tribunal permitir que ele aguarde, fora da prisão, pela conclusão da análise de outros recursos pendentes de análise.

O STF, por exemplo, votará entre os próximos dias 21 e 27, questionamento da defesa de decisão do relator negando admissão de efeito suspensivo à condenação – até esgotadas todas as apelações: esse voto foi determinante para o ex-presidente permanecer preso e inelegível, além de, neste mês, ter o registro de candidatura a novo mandato presidencial negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).






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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Prefeito de Caldas Novas é preso em operação do MP de Goiás




Operação Negociata apura esquema de fraudes em licitação, pagamentos de propina e lavagem de dinheiro

Divulgação

Bruno Peres



O prefeito de Caldas Novas (GO), Evandro Magal (PP), foi preso na manhã desta quinta-feira (13/9), por acusação de envolvimento em um esquema de fraudes em licitação, pagamentos de propina e lavagem de dinheiro.
Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Caldas Novas, no gabinete de um vereador e outros órgãos públicos da cidade, além das residências de agentes públicos e empresários.
A Operação Negociata decorre da atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Goiás (MP-GO) com o apoio do Centro de Inteligência do MP-GO e das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal.
Ao todo estão sendo cumpridos no âmbito da Operação Negociata 32 mandados de busca e apreensão e 9 mandados de prisão. As ações ocorrem simultaneamente nas cidades de Goiânia, Caldas Novas, Morrinhos, Itumbiara, Aruanã, Aparecida de Goiânia, em Goiás; e Santa Vitória, em Minas Gerais.


 Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Ainda bem, que ainda temos o livre arbítrio de podermos votar e de falar o que pensamos. Porque, se não houver uma reforma geral na constituição, nas leis, na política, onde não sejam utilizadas as barganhas, as indicações, as mordomias como forma de governar e que tenhamos leis mais severas nada irá mudar nestes pais de corruptos. A não ser que sejamos governados sob o regime militar, aí quem sabe não acabariam a corrupção. Vamos tentar mudar em Outubro, quem sabe não aparece um político honesto.

UM PAÍS MUDO NÃO MUDA.

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