sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

SEM FACULDADE, EIKE PODE FICAR PRESO EM CELA COMUM



OPERAÇÃO EFICIÊNCIA

EM LIVRO, EX-BILIONÁRIO DIZ QUE INTERROMPEU FACULDADE DE ENGENHARIA
Publicado: 26 de janeiro de 2017 às 17:35


EX-BILIONÁRIO, QUE TEM PASSAPORTE ALEMÃO, ESTÁ EM NY E JÁ CONSTA NA LISTA DE PROCURADOS DA INTERPOL (FOTO: MARCELLO CASAL JR/ABR)


O empresário Eike Batista deverá aguardar julgamento em uma cela comum em um dos presídios do Rio de Janeiro. Caso o ex-bilionário se entregue à polícia, ele terá de comprovar sua escolaridade. Em livro publicado em 2011, Eike diz que interrompeu a faculdade de Engenharia na Alemanha "ainda na metade" do curso. Já o prospecto da Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) da petroleira que fundou, a OGX, traz a informação que ele era "bacharel em Engenharia Metalúrgica pela Universidade de Aachen, Alemanha". Detentos com diploma são encaminhados para unidades restritas aos que têm ensino superior.
Eike Batista está foragido e já faz parte da lista de procurados da Interpol.
O empresário é alvo da Operação Eficiência, deflagrada nesta quinta-feira, 26, que investiga lavagem de US$ 100 milhões no exterior. Segundo a operação, ele pagou propina de US$ 16,5 milhões para o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), por meio da conta Golden Rock no TAG Bank, no Panamá. 
Cabral está preso em Bangu 8, por ter ensino superior, desde novembro do ano passado, quando foi deflagrada a Operação Calicute, desdobramento da Lava Jato.

Lava Jato quer delações da Odebrecht homologadas em 5 dias



Força-tarefa da Operação está na torcida para que a ministra Cármen Lúcia homologue ao menos o que há estiver pronto




POLÍTICA CORRUPÇÃOHÁ 2 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

O grande desejo do pessoal da força-tarefa da Lava Jato é que a ministra Cármen Lúcia homologue a deleção da Odebrecht até o dia 1º de fevereiro, quando o Judiciário volta do recesso.


Entretanto, de acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o medo nos bastidores é que a operação “caia nas mãos erradas” no STF, pois Lúcia ainda não disse como será feita a escolha do novo relator.
O que os investigadores não querem é que seja eleito um juiz da segunda turma. A preferência, segundo a coluna, é que a possibilidade englobe toda a corte.

Marcelo Odebrecht deve ser ouvido sobre acordo de delação nesta sexta

27/01/2017 06h48 - Atualizado em 27/01/2017 07h23

Marcelo Odebrecht está preso desde junho de 2015 pela Lava Jato.

Adriana JustiDo G1 PR, com informações do Hora 1










O ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, que está preso na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, deve ser ouvido por juízes auxiliares do Supremo Tribunal Federal (STF) na sede da Justiça Federal, também na capital paranaense, por volta das 9h desta sexta-feira (27).
A audiência tem como objetivo validar o acordo de delação do executivo, que foi detido na  14ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em junho de 2015. Ele deve deixar a Superintendência da PF às 8h20.
Odebrecht já foi condenado a mais de 19 anos de prisão por envolvimento no esquema de corrupção descoberto na Petrobras pela Lava Jato e responde por crimes como corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Até quinta-feira (26), pelo menos 60 dos 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht que fizeram delação premiada na Operação Lava Jato foram ouvidos. O depoimento do ex-presidente e principal herdeiro do grupo deve encerrar as audiências para confirmar se as delações foram de livres e espontânea vontade.

O trabalho foi iniciado nesta semana por autorização da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, após uma conversa com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu urgência no caso. A homologação poderá ser feita pela própria ministra de forma fatiada, à medida que os acordos forem retornando ao STF.
As audiências costumam ser rápidas, com duração de cerca de meia hora. Nessas entrevistas, os juízes apenas perguntam se os delatores prestaram informações de livre e espontânea vontade, sem coação por parte dos investigadores do MP. As audiências são feitas pela mesma equipe do ministro Teori Zavascki, relator original do caso e morto em acidente de avião na semana passada.
Segundo auxiliares, Cármen Lúcia continua conversando com os colegas de tribunal para chegar a uma solução para repassar os processos da Lava Jato para um novo relator, que substituirá Teori Zavascki, morto num acidente de avião na semana passada. A expectativa é que essa definição ocorra até a semana que vem.
O ‘herdeiro-prodígio’ que virou risco político
Marcelo Odebrecht, presidente da construtora Odebrecht e réu na Operação Lava Jato, sorri durante sessão da CPI da Petrobras em Curitiba. Ele se recusou a falar sobre o processo judicial e negou a possibilidade de assinar acordo de delação premiada (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)Marcelo Odebrecht está preso desde junho de 2015 (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)












A ascensão de um dos maiores líderes empresariais brasileiros foi interrompida pelas investigações da Operação Lava Jato. Marcelo Odebrecht, de 48 anos, foi preparado para comandar o grupo empresarial criado pelo seu avô, Norberto Odebrecht, e presidido durante 10 anos por seu pai, Emilio Odebrecht.
Depois de preso, o herdeiro-prodígio viu seu nome envolvido em denúncias de corrupção. Teve de renunciar à presidência da Odebrecht e a todos os cargos que exercia nas diversas empresas do grupo. Mesmo que saia da prisão, não deverá voltar tão cedo à linha de frente da maior construtora do país.
Enquanto a Odebrecht tenta virar a página, Marcelo busca minimizar sua pena através do acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF). Ele deverá dizer o que sabe sobre os negócios irregulares feitos pela construtora.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

SindSaúde

SindSaúde lança a campanha com a hashtag #TodosContraRollemberg
O atual governo do Distrito Federal nos deixa uma lista de incompetência e atrocidades.
Ele não cumpre as leis.
Derruba as casas do povo.
Inventa uma crise hídrica.
Fecha restaurantes comunitários.
Aumenta as passagens sem aumentar salário.
Aumenta IPVA.
Desrespeita o poder legislativo.
Simula o desemprego e as demissões.
Persegue trabalhadores e ativistas.
Não paga hora extra.
Retira insalubridade.
Fecha pediatrias.
Remove servidores.
Pratica assédio moral.
Adoece os servidores psicologicamente
Desmotiva os servidores.
Acaba com a Atenção Primária.
Não se preocupa com a Saúde, Educação e Mobilidade.

PF mira Eike Batista por lavagem de US$ 100 milhões no exterior




Fábio Pozzebom/ Agência Brasil

Agentes foram à casa do empresário para prendê-lo por suposta participação em esquema de propina no governo de Sérgio Cabral


A Polícia Federal cumpre mandados de prisão, busca e apreensão nesta quinta-feira (26/1) em mais uma fase da Operação Lava Jato, no Rio de Janeiro. O principal alvo dos agentes é Eike Batista, dono do grupo EBX, contra quem foi expedido mandado de prisão preventiva. Aos agentes que foram cumprir a ordem judicial, o advogado do empresário, Fernando Martins, informou que ele está viajando para fora do Brasil e vai se entregar assim que retornar.
Para a PF, Eike já é considerado um foragido da Justiça. De acordo com a PF, são investigados crimes de lavagem de dinheiro consistente na ocultação no exterior de aproximadamente US$ 100 milhões. “Boa parte dos valores já foi repatriada. Também são investigados os crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa”, informou a corporação em nota.

Reprodução/TV Globo
Agentes chegaram cedo à casa de Eike Batista para prendê-lo, mas ele não estava no endereço


A investigação mira pagamentos de propina envolvendo o ex-governador Sergio Cabral, que também teve novo mandado de prisão preventiva – o peemedebista já está preso em Bangu. O vice-presidente de futebol do Flamengo Flávio Godinho, ex-braço direito de Eike, foi preso.
Os outros alvos da operação são Sergio Castro, apontado como operador do esquema; Francisco Assis; o doleiro Álvaro Galliez; Thiago Aragão, ex-sócio da esposa de Cabral; e três pessoas ligadas a Cabral que também já estão presas – Wilson Carlos, Carlos Emanuel Miranda e Luiz Carlos Bezerra.
Além deles, o irmão de Cabral, Maurício de Oliveira Cabral Santos, e Suzana Neves Cabral, sua ex-mulher, são alvos de condução coercitiva.
Todas as diligências tiveram origem nos desdobramentos da investigação sob tutela do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Na fase desta quinta-feira, as informações foram coletadas em dois acordos de colaboração que abordaram os detalhes do esquema de lavagem de dinheiro por trás dos desvios praticados pelo grupo do ex-governador Sergio Cabral.
A PF ainda cumpre mandados de busca e apreensão em empresas ou nas casas de seus executivos.
Veja a lista das empresas investigadas nesta fase da Lava Jato, de acordo com a PF:
– Hoya Corretora de Valores e Câmbio Ltda
– Canhoeta Negócios Corporativos
– Seven Lab Informática Ltda
– Boa da Noite Informática
– SCA Eventos e Consultoria Ltda
– Apoio Consultoria e Planejamento Ltda
– Havana Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
– Unirio Assessoria Administração e Corretora de Seguros Ltda
– Corcovado Comunicação Ltda
– Américas Copacabana Hotel Ltda
– Carolina Massiere Confecções e Assessórios de Moda Ltda
– Estalo Comunicação
– JPMC Academia de Ginástica Ltda
– MCS Comunicação Integradas S/C Ltda
– Araras Empreendimentos Consultoria e Serviços Ltda
– Minas Gerais Projetos e Empreendimentos Ltda

DALLAGNOL: DELAÇÃO DA ODEBRECHT FARÁ LAVA JATO DOBRAR NÚMERO DE INVESTIGADOS



LAVA JATO


DALLAGNOL PREVÊ DOBRO DE INVESTIGADOS PÓS-DELAÇÃO DA ODEBRECHT
Publicado: 26 de janeiro de 2017 às 20:15 - Atualizado às 20:26

PROCURADOR PREVÊ O DOBRO DE INVESTIGADOS COM DELAÇÃO DA ODEBRECHT



Prestes a serem homologadas, as delações dos executivos da Odebrecht devem dobrar o número de investigados pela operação Lava Jato, da Polícia Federal. a afirmação foi feita pelo procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa do Ministério Público Federal, à AFP.
Segundo Dallagnol, a perspectiva é que a operação se duplique. "A colaboração da Odebrecht e de vários de seus executivos aportará provas que podem continuar em Curitiba, mas que muito provavelmente se espalharão por todo o Brasil como filhos da investigação", disse.
Os 77 executivos que optaram pelo acordo de delação prestaram quase 1.000 depoimentos, que estão em fase final de homologação, e devem ter o sigilo extinto nas próximas semanas, apesar da morte do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Teori Zavascki.

DICAS DA SILKA