Ele está cumprindo a missão de zelar pelos bichos, o problema é falta de tolerância de todos os seguimentos da sociedade em se adaptar a este ser vivo, que zela por ostros seres vivos, ruim do jeito que está! Pior preso alimentado isolado na Mãe Terra...Sinopse leve, boa informação com objetivo de dar cara nova ao padrão comportamental de leitura Blogger.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Ele esta cumprindo sua missão de zelar por seres vivos e totalmente ambientado na Mãe Terra!
Ele está cumprindo a missão de zelar pelos bichos, o problema é falta de tolerância de todos os seguimentos da sociedade em se adaptar a este ser vivo, que zela por ostros seres vivos, ruim do jeito que está! Pior preso alimentado isolado na Mãe Terra...
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
JUIZ APONTA ARMA PARA EX-CORREGEDOR DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
JUIZ APONTA ARMA PARA EX-CORREGEDOR DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
O DIA 05/02/2015 11:10:47
TJ abre sindicância para apurar caso de juiz que apontou arma para desembargador. João Batista Damasceno e o ex-corregedor do TJ, Valmir Silva, de 69 anos, teriam discutido na academia do fórum
Adriana Cruz , Maria Inez Magalhães e Paloma Savedra
Rio - O juiz da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões, João Batista Damasceno, apontou uma arma para o ex-corregedor do Tribunal de Justiça do Rio (TJ), desembargador Valmir de Oliveira Silva, de 69 anos, dentro do TJ, por volta das 9h30 desta quarta-feira. Segundo testemunhas, os dois começaram uma discussão por motivos pessoais na academia do fórum. Segundo a assessoria de imprensa do TJ, o Tribunal vai abrir uma sindicância para apurar os fatos.
De acordo com testemunhas, eles teriam discutido e se exaltado, enquanto esperavam para fazer exames médicos na academia. Damasceno desceu até a garagem do fórum e Valmir teria ido atrás. O juiz entrou em uma sala de limpeza, onde fazia gravações das ofensas do ex-corregedor. Ainda de acordo com relatos de testemunhas, Damasceno teria se exaltado e apontado a pistola para Valmir. No momento da confusão, seguranças fecharam o fórum alegando que um preso havia fugido.

Juiz João Batista Damasceno se envolveu em uma discussão com o desembargador Valmir Silva dentro do Tribunal de Justiça do Rio, nesta quarta-feira Foto: Reprodução
Procurado, Damasceno confirmou a discussão com Valmir, mas não afirma ter apontado a arma para o magistrado. Ele diz ainda que enviou à corregedoria do TJ, nesta quarta-feira, uma representação contra o desembargador, alegando que foi ameaçado verbalmente - "Vou estourar sua cabeça", teria lhe dito Valmir.
"Em momento nenhum eu apontei a arma para a cabeça do desembargador e nem fiquei próximo dele. O que fiz foi descer as escadas, entrar numa sala onde havia três funcionários e dizer que havia uma pessoa me ameaçando e que eles seriam minhas testemunhas se eu tivesse que usar da legítima defesa porque eu temi que ele (desembargador) estivesse com uma de suas armas. Ao entrar na sala eu peguei a minha arma do bolso, mas em momento algum apontei para ele, e quando ele foi contido pelos funcionários eu coloquei a minha arma de volta no meu bolso".
No ofício enviado à Corregedoria, o juiz Damasceno relata o episódio e as ofensas que teria sofrido. Ele afirma que agiu em legítima defesa e que outros funcionários chegaram a conter o desembargador, sendo que um deles ficou ferido. Damasceno ressalta que Valmir não portou arma em nenhum momento, mas lhe fez ameaças.
Orgão especial pode abrir procedimento
O desfecho sobre a investigação do embate entre o juiz João Batista Damasceno e o desembargador Valmir de Oliveira Silva será submetido ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça. O colegiado é composto pelos 25 magistrados mais antigos. São eles que vão decidir se será instaurado ou não um procedimento administrativo disciplinar. Caso isso ocorra, o Órgão Especial terá um prazo para definir se houve culpa de algum dos envolvidos e se haverá punição.
Nesta quarta-feira, a Associação dos Magistrados Brasileiros e a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro não quiseram se pronunciar sobre o caso. O Conselho Nacional de Justiça informou que a investigação tem que ser feita pela Corte.
Ex-corregedor fez duas representações contra o juiz
Em sua gestão na Corregedoria — que terminou em 2014 —, o desembargador Valmir foi autor de duas representações contra Damasceno. Todas foram rejeitadas e arquivadas pelo Órgão Especial do TJ. Uma delas levou Damasceno a julgamento em março de 2014 por pendurar em seu gabinete um quadro do cartunista Carlos Latuff, que denuncia genocídio contra os pobres.
O ex- corregedor considerou o comportamento inadequadro para um juiz, já que a obra faz crítica a outra instituição — polícia. O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP) enviou ofício motivando a medida. A representação foi rejeitada por 15 votos a 6.
Já em 31 de outubro de 2013, Damasceno participou da gravação do ‘Grito da Liberdade’, uma chamada para ato contra a violência policial. Na abertura do vídeo , as falas do juiz: “A criminalização dos movimentos sociais é uma expressão da violência ilegítima do Estado; da truculência contra a democracia.” O caso foi julgado em setembro de 2014 e a representação arquivada por 16 votos a sete.
Confira, na íntegra, o ofício com o relato de Damasceno:
"Nesta data, por volta das 10:00h, ao deixar o gabinete médico do Centro de Diagnose da Mútua dos Magistrados encontrei o Desembargador Valmir Oliveira Silva que se encontrava sentado numa das cadeiras do hall de espera.
Ao me avistar, o Desembargador Valmir dirigiu-se a mim e ordenou: “Damasceno, quero falar com você. Senta aqui!”, apontando para uma cadeira posta de frente para a sua. Vendo que o desembargador estava descontrolado deixei de me dirigir ao elevador e tomei a escada que desce para a garagem. O desembargador Valmir seguiu-me gritando: “Vou estourar sua cabeça”, “Seu filho da puta”. Adiantei o passo na descida pela escada, sendo perseguido pelo Desembargador Valmir.
Temendo que o Desembargador Valmir estivesse portando uma das suas armas procurei refúgio numa das salas do serviço de limpeza na qual adentrei avisando aos três funcionários - que lá se encontravam - que uma pessoa estava atrás de mim e que se estivesse armada iria exercitar legítima defesa e que elas seriam minhas testemunhas. Busquei manter a tranquilidade e portar-me de acordo as normas de segurança recomendadas em tal situação. Postei-me atrás de um móvel ao fundo da sala, após passar pelos referidos funcionários, e logo em seguida o desembargador adentrou a sala, sendo contido pelos funcionários, conforme comprova vídeo.
Vendo que o desembargador fora contido pelos funcionários e que a situação já se encontrava mais calma iniciei gravação de sua conduta. Outros funcionários do serviço de limpeza acorreram ao local e dominaram o agressor, que se encontrava bastante desequilibrado. Em seguida chegou o Sargento da Polícia Militar, de nome Brito, que se postou na porta da sala impedindo que o desembargador Valmir nela entrasse.
Continuei o registro por meio de celular. Ao ver que sua conduta estava sendo registrada em mídia, o desembargador Valmir determinou ao Sargento Brito que me retirasse o aparelho celular e que apagasse a gravação, no que não foi obedecido. O vídeo comprova que o desembargador Valmir se dirigia ao Sargento dizendo ser o Corregedor e determinando que me retirasse o celular e que apagasse a gravação. Em seguida, empurrando o policial, o Desembargador Valmir tentou entrar na sala onde eu me refugiava, não tendo conseguido êxito, pois fora contido pelo Sargento Brito, o que também é comprovado pela mídia.
Testemunharam a ocorrência a funcionária Antônia Dias, Carlos Soares e um terceiro não identificado pelo comunicante, mas que aparece no vídeo. O funcionário Carlos Soares chegou a sofrer lesão corporal no ato de contenção do ex-corregedor, conforme relatou em seguida e se encontra – também - registrado na mídia em anexo.
Embora verbalizasse que iria estourar minha cabeça, o Desembargador Valmir de Oliveira Silva não ostentou qualquer arma e tive o controle emocional necessário para não incidir em legítima defesa putativa, colocando-me – no entanto – sob proteção de móvel e pronto para o exercício de legítima defesa real, se necessária.
Durante a gestão do desembargador Valmir de Oliveira Silva na Corregedoria Geral de Justiça várias foram suas tentativas institucionais contra mim, tendo sempre sido repelido pela maioria dos membros do Órgão Especial desse tribunal. Na sessão do dia 15/09/2015 do Órgão Especial, quando do julgamento de uma representação contra mim ofertada por ele, o Desembargador Valmir disse ao Desembargador Marcos Alcino de Azevedo Torres, na presença do Desembargador Siro Darlan de Oliveira, que iria agredir-me. Segundo testemunhas o desembargador Valmir, naquela ocasião, chegou a dirigir-se para onde eu estava, com a finalidade de causar-me mal injusto e grave, tendo sido contido pela Desembargadora Gizelda Leitão Teixeira.
Solicito a Vossa Excelência receba o presente como REPRESENTAÇÃO em face do desembargador Valmir Oliveira Silva ante descumprimento de dever funcional e cometimento de crime conforme demonstra mídia. Aproveito o ensejo para reiterar a Vossa Excelência protestos de estima e consideração".
TJ abre sindicância para apurar caso de juiz que apontou arma para desembargador. João Batista Damasceno e o ex-corregedor do TJ, Valmir Silva, de 69 anos, teriam discutido na academia do fórum
Adriana Cruz , Maria Inez Magalhães e Paloma Savedra
Rio - O juiz da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões, João Batista Damasceno, apontou uma arma para o ex-corregedor do Tribunal de Justiça do Rio (TJ), desembargador Valmir de Oliveira Silva, de 69 anos, dentro do TJ, por volta das 9h30 desta quarta-feira. Segundo testemunhas, os dois começaram uma discussão por motivos pessoais na academia do fórum. Segundo a assessoria de imprensa do TJ, o Tribunal vai abrir uma sindicância para apurar os fatos.
De acordo com testemunhas, eles teriam discutido e se exaltado, enquanto esperavam para fazer exames médicos na academia. Damasceno desceu até a garagem do fórum e Valmir teria ido atrás. O juiz entrou em uma sala de limpeza, onde fazia gravações das ofensas do ex-corregedor. Ainda de acordo com relatos de testemunhas, Damasceno teria se exaltado e apontado a pistola para Valmir. No momento da confusão, seguranças fecharam o fórum alegando que um preso havia fugido.
Juiz João Batista Damasceno se envolveu em uma discussão com o desembargador Valmir Silva dentro do Tribunal de Justiça do Rio, nesta quarta-feira Foto: Reprodução
Procurado, Damasceno confirmou a discussão com Valmir, mas não afirma ter apontado a arma para o magistrado. Ele diz ainda que enviou à corregedoria do TJ, nesta quarta-feira, uma representação contra o desembargador, alegando que foi ameaçado verbalmente - "Vou estourar sua cabeça", teria lhe dito Valmir.
"Em momento nenhum eu apontei a arma para a cabeça do desembargador e nem fiquei próximo dele. O que fiz foi descer as escadas, entrar numa sala onde havia três funcionários e dizer que havia uma pessoa me ameaçando e que eles seriam minhas testemunhas se eu tivesse que usar da legítima defesa porque eu temi que ele (desembargador) estivesse com uma de suas armas. Ao entrar na sala eu peguei a minha arma do bolso, mas em momento algum apontei para ele, e quando ele foi contido pelos funcionários eu coloquei a minha arma de volta no meu bolso".
No ofício enviado à Corregedoria, o juiz Damasceno relata o episódio e as ofensas que teria sofrido. Ele afirma que agiu em legítima defesa e que outros funcionários chegaram a conter o desembargador, sendo que um deles ficou ferido. Damasceno ressalta que Valmir não portou arma em nenhum momento, mas lhe fez ameaças.
Orgão especial pode abrir procedimento
O desfecho sobre a investigação do embate entre o juiz João Batista Damasceno e o desembargador Valmir de Oliveira Silva será submetido ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça. O colegiado é composto pelos 25 magistrados mais antigos. São eles que vão decidir se será instaurado ou não um procedimento administrativo disciplinar. Caso isso ocorra, o Órgão Especial terá um prazo para definir se houve culpa de algum dos envolvidos e se haverá punição.
Nesta quarta-feira, a Associação dos Magistrados Brasileiros e a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro não quiseram se pronunciar sobre o caso. O Conselho Nacional de Justiça informou que a investigação tem que ser feita pela Corte.
Ex-corregedor fez duas representações contra o juiz
Em sua gestão na Corregedoria — que terminou em 2014 —, o desembargador Valmir foi autor de duas representações contra Damasceno. Todas foram rejeitadas e arquivadas pelo Órgão Especial do TJ. Uma delas levou Damasceno a julgamento em março de 2014 por pendurar em seu gabinete um quadro do cartunista Carlos Latuff, que denuncia genocídio contra os pobres.
O ex- corregedor considerou o comportamento inadequadro para um juiz, já que a obra faz crítica a outra instituição — polícia. O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP) enviou ofício motivando a medida. A representação foi rejeitada por 15 votos a 6.
Já em 31 de outubro de 2013, Damasceno participou da gravação do ‘Grito da Liberdade’, uma chamada para ato contra a violência policial. Na abertura do vídeo , as falas do juiz: “A criminalização dos movimentos sociais é uma expressão da violência ilegítima do Estado; da truculência contra a democracia.” O caso foi julgado em setembro de 2014 e a representação arquivada por 16 votos a sete.
Confira, na íntegra, o ofício com o relato de Damasceno:
"Nesta data, por volta das 10:00h, ao deixar o gabinete médico do Centro de Diagnose da Mútua dos Magistrados encontrei o Desembargador Valmir Oliveira Silva que se encontrava sentado numa das cadeiras do hall de espera.
Ao me avistar, o Desembargador Valmir dirigiu-se a mim e ordenou: “Damasceno, quero falar com você. Senta aqui!”, apontando para uma cadeira posta de frente para a sua. Vendo que o desembargador estava descontrolado deixei de me dirigir ao elevador e tomei a escada que desce para a garagem. O desembargador Valmir seguiu-me gritando: “Vou estourar sua cabeça”, “Seu filho da puta”. Adiantei o passo na descida pela escada, sendo perseguido pelo Desembargador Valmir.
Temendo que o Desembargador Valmir estivesse portando uma das suas armas procurei refúgio numa das salas do serviço de limpeza na qual adentrei avisando aos três funcionários - que lá se encontravam - que uma pessoa estava atrás de mim e que se estivesse armada iria exercitar legítima defesa e que elas seriam minhas testemunhas. Busquei manter a tranquilidade e portar-me de acordo as normas de segurança recomendadas em tal situação. Postei-me atrás de um móvel ao fundo da sala, após passar pelos referidos funcionários, e logo em seguida o desembargador adentrou a sala, sendo contido pelos funcionários, conforme comprova vídeo.
Vendo que o desembargador fora contido pelos funcionários e que a situação já se encontrava mais calma iniciei gravação de sua conduta. Outros funcionários do serviço de limpeza acorreram ao local e dominaram o agressor, que se encontrava bastante desequilibrado. Em seguida chegou o Sargento da Polícia Militar, de nome Brito, que se postou na porta da sala impedindo que o desembargador Valmir nela entrasse.
Continuei o registro por meio de celular. Ao ver que sua conduta estava sendo registrada em mídia, o desembargador Valmir determinou ao Sargento Brito que me retirasse o aparelho celular e que apagasse a gravação, no que não foi obedecido. O vídeo comprova que o desembargador Valmir se dirigia ao Sargento dizendo ser o Corregedor e determinando que me retirasse o celular e que apagasse a gravação. Em seguida, empurrando o policial, o Desembargador Valmir tentou entrar na sala onde eu me refugiava, não tendo conseguido êxito, pois fora contido pelo Sargento Brito, o que também é comprovado pela mídia.
Testemunharam a ocorrência a funcionária Antônia Dias, Carlos Soares e um terceiro não identificado pelo comunicante, mas que aparece no vídeo. O funcionário Carlos Soares chegou a sofrer lesão corporal no ato de contenção do ex-corregedor, conforme relatou em seguida e se encontra – também - registrado na mídia em anexo.
Embora verbalizasse que iria estourar minha cabeça, o Desembargador Valmir de Oliveira Silva não ostentou qualquer arma e tive o controle emocional necessário para não incidir em legítima defesa putativa, colocando-me – no entanto – sob proteção de móvel e pronto para o exercício de legítima defesa real, se necessária.
Durante a gestão do desembargador Valmir de Oliveira Silva na Corregedoria Geral de Justiça várias foram suas tentativas institucionais contra mim, tendo sempre sido repelido pela maioria dos membros do Órgão Especial desse tribunal. Na sessão do dia 15/09/2015 do Órgão Especial, quando do julgamento de uma representação contra mim ofertada por ele, o Desembargador Valmir disse ao Desembargador Marcos Alcino de Azevedo Torres, na presença do Desembargador Siro Darlan de Oliveira, que iria agredir-me. Segundo testemunhas o desembargador Valmir, naquela ocasião, chegou a dirigir-se para onde eu estava, com a finalidade de causar-me mal injusto e grave, tendo sido contido pela Desembargadora Gizelda Leitão Teixeira.
Solicito a Vossa Excelência receba o presente como REPRESENTAÇÃO em face do desembargador Valmir Oliveira Silva ante descumprimento de dever funcional e cometimento de crime conforme demonstra mídia. Aproveito o ensejo para reiterar a Vossa Excelência protestos de estima e consideração".
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
TJ-RJ vai investigar se juiz apontou arma para desembargador no Fórum
TJ-RJ vai investigar se juiz apontou arma para desembargador no Fórum
Discussão teria ocorrido na academia do tribunal nesta quarta (4).
TJ afirma que desentendimento foi por motivos pessoais.
Do G1 Rio
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro informou que irá abrir uma sindicância para apurar se o juiz João Batista Damasceno apountou uma arma para o desembargador Valmir de Oliveira Silva, ex-corregedor-geral do Tribunal de Justiça. Segundo a coluna do Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o fato teria ocorrido durante um desentendimento na manhã desta quarta-feira (4) na academia de ginástica do Fórum.
De acordo com a assessoria de imprensa do TJ, o desentendimento aconteceu por motivos pessoais, que não envolvem a atividade judicial dos dois e não houve reclamação formal à corregedoria do órgão. Ainda segundo o tribunal, a situação foi controlada por seguranças do tribunal.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
CARTA AOS PROTETORES...
CARTA AOS PROTETORES...
“Eu teria morrido naquele dia, se não tivesses sido tu”.
Eu teria desistido da vida, se não tivesse sido esse teu olhar carinhoso. Eu
teria usado as minhas garras de medo, se não fossem essas tuas mãos suaves. E
teria partido desta vida a acreditar que nenhum humano jamais se preocuparia
comigo. A acreditar que não havia mais nada a não ser: ter o pêlo emaranhado,
ter a pele comida pelas pulgas, ter frio, medo, fome...
Eu teria deixado esta vida sem saber que ainda existe
gente boa o suficiente para nos dar camas quentes e confortáveis para dormir.
Sem saber como é bom ser amado por alguém... Sem saber que mereço ser amado
simplesmente porque existo.
Mas tu mostraste-me e deste-me tudo isso: o teu olhar
carinhoso, o teu sorriso amável, as tuas mãos suaves, o teu grande coração
salvaram-me!
Tu salvaste-me do terror da rua. As memórias da minha
vida antiga são apenas isso, memórias. Tu ensinaste-me o que significa ser
amado.
E já te vi fazer o mesmo com outros. Assim, abandonados
como um dia também fui.
Eu já te ouvi perguntares-te em tempos de crise:
"Por que faço isto?"
E...
Quando já não há dinheiro? Quando já não há espaço? Já
não há casa?
Mesmo assim, tu abres o teu coração ainda mais, esticas o
pouco dinheiro que te sobra.
Mas digo-te: agradeço-te com todo o amor que brilha nos
meus olhos, da melhor maneira que sei...
E lembro-te: em nome dos "resgates" que já
fizeste (e que ainda fará)...
Que eu sou a razão, os animais antes de mim foram a
razão! Como o são os que vierem depois de mim.
As nossas vidas já não existiriam... O nosso amor nunca
seria partilhado, pois, nós teríamos morrido SE NÃO TIVESSES SIDO TU!"

Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
UE destina mil milhões de euros à Síria e ao Iraque para enfrentar Estado Islâmico
UE destina mil milhões de euros à Síria e ao Iraque para enfrentar Estado Islâmico
LUSA
A União Europeia anunciou hoje um financiamento adicional de mil milhões de euros nos próximos dois anos para enfrentar as crises na Síria e no Iraque e a ameaça colocada pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI).
O anúncio foi feito no quadro da apresentação, pela Comissão Europeia e Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, da primeira estratégia global para apoiar os países da região face aos desafios atuais, que, segundo Bruxelas, visa assegurar financiamento disponível para prioridades essenciais, como alívio, estabilização e desenvolvimento na região, "assim como para enfrentar a ameaça colocada por grupos terroristas como o Daesh", o acrónimo árabe para o EI.
"Estas medidas políticas, sociais e humanitárias visam a Síria e Iraque, mas também o Líbano, a Jordânia e a Turquia", especifica o executivo comunitário, apontando que a estratégia inclui uma combinação de medidas políticas e práticas, como esforços diplomáticos, fornecimento de serviços básicos e programas de anti-radicalização, financiamento para a luta contra o terrorismo, prevenção contra combatentes estrangeiros e melhores controlos fronteiriços.
Segundo a Alta Representante, Federica Mogherini, este pacote vai reforçar o apoio da UE a uma região tão próxima da Europa "e que tem sido devastada pelo terrorismo e violência há demasiado tempo".
"O assassinato do piloto jordano Moaz al-Kasasbeh há apenas alguns dias é mais uma prova de que o terrorismo não tem fronteiras e que os muçulmanos são as primeiras vítimas do Daesh. Nós enfrentamos desafios comuns e ameaças comuns", sublinhou a chefe de diplomacia da UE.
A estratégia agora anunciada vai ser discutida com Conselho e Parlamento Europeu.
ACC // APN
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Pode a medida do dedo indicador revelar se é fiel ou infiel?
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Ler mais: http://visao.sapo.pt/pode-a-medida-do-dedo-indicador-revelar-se-e-fiel-ou-infiel=f809339#ixzz3Qxr6bB8R
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Estado Islâmico vende crianças como escravas sexuais e bombistas suicidas
Estado Islâmico vende crianças como escravas sexuais e bombistas suicidas
A denúncia de mais uma atrocidade do Estado Islâmico no Iraque é feita pelas Nações Unidas, adiantando que várias crianças são crucificadas ou enterradas vivas
11:05 Quinta feira, 5 de Fevereiro de 2015 |
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Uma criança sorridente entre a multidão que assistiu ao vídeo da execução brutal
Reprodução
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Um relatório das Nações Unidas divulgado na quarta-feira revela o destino trágico das crianças iraquianas sequestradas pelo Estado Islâmico: muitas são vendidas nos mercados como escravas sexuais, outras são usadas como bombistas suicidas ou como escudos humanos para proteger as infraestruturas da organização dos ataques da coligação liderada pelos Estados Unidos. As crianças são, na sua maioria, da etnia yazidi, mas também há xiitas e sunitas entre as vítimas do Estado Islâmico.
O relatório fala ainda em execuções em massa de rapazes e em casos de crianças crucificadas ou enterradas vivas.
"Sabemos de crianças, sobretudo crianças com deficiência mental, que estão a ser usadas como bombistas suicidas, mais provavelmente sem sequer o perceberem", lamenta Renate Winter, do Comité das Nações Unidas para os Direitos da Criança,
Winter está entre os 18 especialistas independentes que elaboraram o relatório e pedem agora às autoridades iraquianas que tomem todas as medidas necessárias par a"resgatar as crianças".
Ler mais: http://visao.sapo.pt/estado-islamico-vende-criancas-como-escravas-sexuais-e-bombistas-suicidas=f809300#ixzz3QxqVzW8n
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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