Reuniões de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em Washington nesta segunda e terça-feira aumentam especulações sobre a volta da Magnitsky
O sócio baiano do Vorcaro indicou o chefe da Polícia Federal do Lula que é encarregada de investigar o Vorcaro... Pqp o Brasil é muito pornogrâfico. O Master é do PT!
Tem só cara de SONSO!
Lulapetismo sabe como enriquecer, o eleitor simples que o matem lá desconhece completamente o que é “dinheiro público” pensam que nasce em árvore lá no planalto!
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Durante a administração de Donald Trump, a política externa dos Estados Unidos sofreu uma inflexão significativa, marcada pela redução de recursos destinados à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Essa mudança coincidiu com uma série de vitórias eleitorais de candidatos identificados com pautas conservadoras e de direita em diversos países da América Latina.
Nesse contexto, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Honduras, Colômbia e Costa Rica passaram a ser governados por lideranças que parte da imprensa internacional classifica como representantes da chamada “ultradireita”. Os nomes de José Antonio Kast, Jaime Paz, Keiko Fujimori, Daniel Noboa, Nasry Asfura, Abelardo De la Espriella e Laura Fernández são frequentemente citados como símbolos dessa guinada política regional.
O avanço dessas lideranças conservadoras reflete, em grande medida, o desgaste de grupos progressistas que, por anos, contaram com apoio de programas e organizações financiadas por recursos internacionais. Com a retração desse suporte, abriu-se espaço para novas forças políticas que se apresentaram como alternativas ao modelo anterior.
A sucessão de resultados eleitorais evidencia uma reconfiguração política em curso no continente, marcada pelo fortalecimento de pautas conservadoras e pela ascensão de partidos e líderes de direita em diferentes países latino-americanos. Esse movimento sugere não apenas uma mudança conjuntural, mas também uma tendência mais ampla de realinhamento ideológico na região, com impactos sobre a dinâmica interna de cada país e sobre as relações internacionais no hemisfério.
Trata-se de um ciclo político que mostra como a redução do apoio externo aos grupos progressistas coincidiu com a ascensão de lideranças conservadoras, redesenhando o mapa político da América Latina e consolidando uma nova fase marcada pela força da direita e da ultradireita.
CONTROLE DE NARRATIVA
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estaria atuando além de sua função principal, que é organizar e apurar eleições. A criação da chamada Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, apelidada de “Ministério da Verdade”, é vista como problemática, pois daria ao TSE um papel de controle de narrativas. Eduardo Tagliaferro denunciou esse órgão e, estando na Itália, dificilmente seria extraditado, já que a Corte Suprema de Cassação italiana teria decidido em casos semelhantes, como o de Carla Zambelli. Além disso, há críticas ao fato de Alexandre de Moraes estar envolvido em diferentes etapas do processo contra Tagliaferro, o que seria incompatível com princípios de imparcialidade. A comparação é feita com outros países, onde não existe uma Justiça Eleitoral autônoma, apenas órgãos administrativos que cuidam da contagem de votos.
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