quarta-feira, 3 de junho de 2026

Trabalho Escravo é trabalhar 6 meses do ano só pra pagar Imposto, e ver o dinheiro virando propina pra político corrupto.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou que vai acionar o STF contra Lula, acusando-o de ameaça e incitação ao crime após declarações em que o presidente chamou Flávio e Eduardo Bolsonaro de “traidores da pátria” e fez referência histórica a Joaquim Silvério dos Reis. 

Data vênia 

Lula não tem o que falar do tarifário de Trump.

Desde o início do mandato em janeiro de 2023, o governo Lula já promoveu pelo menos 27 aumentos ou criações de impostos e taxas, afetando diretamente consumidores e empresas. Essas medidas fazem parte da estratégia para tentar alcançar déficit zero, mas têm gerado críticas por elevar a carga tributária sem reduzir gastos público.

Lula já aumentou ou criou 27 impostos e taxas desde 2023, e no total foram 43 medidas arrecadatórias em pouco mais de três anos. Isso elevou a carga tributária, mas não resolveu o problema dos gastos públicos, gerando críticas sobre o impacto negativo na economia.

Discurso de Soberania é obrigatório passar pela exploração de território pelo crime organizado.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

GILMAR PALOOZA FÓRUM DE PORTUGAL 

O chamado “Gilmar Palooza”, fórum jurídico em Lisboa, virou sinônimo de turismo de luxo pago pelo contribuinte brasileiro. Autoridades viajam à Europa sob o pretexto de “aprimoramento institucional”, mas na prática misturam lobby, interesses corporativos e lazer, enquanto o país enfrenta crise fiscal. A conta das passagens e estadias recai sobre o cidadão, sem transparência nem controle efetivo.

Convescote de apoiadores do regime esquerdista brasileiro ás custas do contribuinte.

KYC

Investigações recentes mostram que fintechs ligadas ao PCC movimentaram cerca de R$ 26 bilhões em quatro anos, enquanto bancos tradicionais aparecem com cifras equivalentes em operações reveladas. O número de R$ 300 bilhões atribuído aos “bancões”  consta em relatórios oficiais ou operações recentes.  

Valores apurados em operações oficiais

Fintechs  

  - Operação Carbono Oculto e Fluxo Oculto (2025–2026) identificaram R$ 26 bilhões movimentados por seis fintechs ligadas ao PCC.  
  - Uma delas chegou a movimentar R$ 1 bilhão em espécie, algo incompatível com o funcionamento regular dessas empresas.  

Bancos tradicionais 
 
  - Há registros recentes de cifras como R$ 300 bilhões em esquemas de lavagem de dinheiro diretamente atribuídos aos grandes bancos.  
  - Existe alertas de autoridades e especialistas sobre a necessidade de reforçar compliance e “know your customer” (KYC), especialmente após os EUA classificarem PCC e CV como organizações terroristas.  

Pontos importantes

- Vácuo regulatório: até 2025, fintechs tinham menos exigências de transparência que bancos, o que facilitou a infiltração do crime organizado.  
- Contas-bolsão: usadas para misturar recursos de vários clientes e ocultar os beneficiários finais.  
- Setor de combustíveis: parte relevante do esquema envolvia adulteração de nafta e uso de fintechs para compensações financeiras internas.  

Conclusão 

- Fintechs: comprovadamente movimentaram R$ 26 bilhões em esquemas ligados ao PCC.  
- Bancos: Há evidência pública de movimentações na ordem de R$ 300 bilhões.  
- Autoridades reforçam que tanto bancos quanto fintechs precisam intensificar mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.


DOIS BOLSONAROS ENTRARAM NO SALÃO OVAL 

Flávio e Eduardo Bolsonaro realmente estiveram no Salão Oval da Casa Branca em maio de 2026, em encontro com Donald Trump. O presidente dos EUA publicou fotos oficiais do encontro, elogiando Flávio como “um jovem inteligente que ama muito o seu país”. 

O que aconteceu no encontro

- Data: 26 de maio de 2026.  
- Local: Salão Oval da Casa Branca, Washington, EUA.  
- Presentes: Donald Trump, Flávio Bolsonaro (senador e pré-candidato à Presidência), Eduardo Bolsonaro (ex-deputado federal), e o empresário Paulo Figueiredo.  
- Assuntos tratados:  
  - Pedido de Flávio para que o governo americano classificasse as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.  
  - Discussões sobre tarifas comerciais entre Brasil e EUA.  
  - Conversas sobre liberdade de expressão e cooperação internacional .  

Repercussões políticas 

- Trump elogiou Flávio Bolsonaro, chamando-o de “esperto” e “patriota”.  
- Tarifaço de 25%: Poucos dias após o encontro, o governo dos EUA anunciou proposta de sobretaxa sobre produtos brasileiros, o que gerou críticas no Brasil e acusações de que a visita teria influenciado a decisão.  
- Eduardo Bolsonaro negou ligação com as tarifas, chamando de “fake news irresponsável” a narrativa de que a família Bolsonaro teria provocado sanções .  
- Lula responsabilizou os Bolsonaros pela medida, relacionando-a diretamente à visita à Casa Branca . 

Em resumo: eles realmente entraram no Salão Oval e se reuniram com Trump. O encontro gerou forte repercussão política no Brasil, especialmente por coincidir com o anúncio de novas tarifas americanas.



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