Data vênia
Ele comprou na época em que limpava b*sta de elefante?
Ou foi depois que o papai conseguiu a chave do cofre?
Aguiaemrumo Romulo Sanches
#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha
Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Teori Zavascki, ministro do STF e relator da Lava Jato, analisava processos envolvendo autoridades com foro privilegiado. Ele recebeu interceptações telefônicas de Lula e outras figuras políticas, determinou sigilo sobre parte das gravações e conduziu inquéritos estratégicos da operação. Sua morte em 2017 interrompeu esse trabalho e teve grande impacto nacional.
Relatórios da Polícia Federal mostram que Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master, tentou acionar o diretor da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pouco antes de ser preso. Ele pediu a um interlocutor que reforçasse junto a ambos para evitar que subordinados praticassem “alguma sacanagem”, pois “aí vai tudo pro saco”.
Detalhes da investigação
- Origem das informações:
- Anotações encontradas no celular de Vorcaro registraram pedidos para influenciar autoridades da PF e da PGR.
- Amigos dentro do Banco Central repassaram a ele informações sigilosas sobre pressões da PF e do MPF contra a autarquia.
- Tentativas de influência:
- Vorcaro monitorava investigações desde julho de 2025, incluindo reuniões reservadas entre PF e Banco Central.
- Ele chegou a planejar viagem a Abu Dhabi para encontrar interlocutor que lhe repassava informações sigilosas.
- Também pagava jornalistas para publicar conteúdos de seu interesse.
- Contexto da prisão:
- Vorcaro foi alvo da Operação Compliance Zero, que apura fraudes bilionárias no Banco Master.
PF e a PGR rejeitaram suas propostas de delação premiada por falta de elementos novos e ausência de compromisso com devolução de valores.
- Frase registrada pela PF: Vorcaro pediu que evitassem “alguma sacanagem”, senão “vai tudo pro saco”.
- Rede de influência: Incluía contatos no Banco Central, políticos e jornalistas.
- Situação atual: Vorcaro segue preso em Brasília, com a PGR e o STF avaliando pedidos de transferência e delação.
Reflexão 🪞
Felipe Carmona, ex-secretário especial de Cultura do governo Jair Bolsonaro, concedeu entrevista à coluna Entrelinhas e ao programa Sem Rodeios. Advogado e professor de direito constitucional, ele falou sobre o peso do nome do ministro Alexandre de Moraes na relação Brasil-Estados Unidos e a condenação de Eduardo Bolsonaro, de quem ele é próximo. Carmona também citou a guerra cultural e o que classifica como um "estado de exceção" vivido pelo país, com o Judiciário extrapolando seus limites e perseguindo adversários políticos.
Entrelinhas: O senhor enxerga o atual cenário das relações entre o Brasil e os Estados Unidos, e qual é o peso do "fator Moraes" nessa relação? Carmona: O cenário internacional está péssimo. Infelizmente, nós temos um presidente da República sem o mínimo de empatia e visão de mundo. Graças a Deus, temos parlamentares como o Eduardo Bolsonaro, que está exilado nos Estados Unidos para expor um pouco da realidade que acontece no Brasil. Se fosse depender do senhor Luiz Inácio, estávamos perdidos. E o peso do Moraes nessa relação é enorme. Os Estados Unidos sabem dos absurdos que acontecem aqui. Ministros do STF perdendo passaporte, visto americano, sofrendo sanções isso não é porque o Trump é amigo do Eduardo ou do Jair. É por conta das ações do ministro Alexandre de Moraes. Os Estados Unidos não fazem isso à toa. É muito sério. O mundo já virou de olho para o nosso judiciário, e isso me dá uma luz de esperança.
MORAES VERDADEIRA ANOMALIA
https://youtu.be/NaBCKyb0qvM?is=s83zdr6N9FFwfDG_
Nenhum comentário:
Postar um comentário