Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
O relator da CPMI do INSS pediu a quebra de sigilos e até a prisão de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposto envolvimento em fraudes bilionárias contra aposentados. A defesa nega qualquer ligação.
Pontos principais
- Quem é alvo: Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula.
- O que foi decidido: A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha.
- Motivo: Suspeitas de ligação com Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como operador de fraudes em aposentadorias e pensões.
- Relator: Deputado Alfredo Gaspar (União-AL) pediu a decretação da prisão preventiva de Lulinha.
- Defesa: Advogados afirmam que ele não recebeu valores ilícitos e não tem relação com o esquema.
Contexto da investigação
- Operação Sem Desconto (PF e CGU): apura descontos não autorizados em benefícios do INSS, que lesaram milhões de aposentados.
- Evidências citadas:
- Mensagens mencionando “o filho do rapaz”, interpretado como referência a Lulinha.
- Envelope encontrado com o nome dele.
- Testemunha que falou em pagamentos para lobby em favor da empresa World Cannabis.
- Situação atual: Não há provas diretas de recebimento de dinheiro por Lulinha; a investigação segue em andamento.
Disputa política
- Oposição: Pressiona para que Lulinha seja responsabilizado e até preso.
- Base governista: Contesta a votação da CPMI, alegando fraude processual e perseguição política.
- STF: Já autorizou a quebra de sigilos a pedido da Polícia Federal.
Bastidores
- Sessões da CPMI têm sido marcadas por confusões e embates entre parlamentares.
- A investigação, que começou focada em entidades ligadas ao INSS, acabou se voltando para o filho do presidente.
Há um pedido de prisão contra Lulinha dentro da CPMI do INSS, mas até agora o que existe são quebras de sigilo e suspeitas, sem provas definitivas. O caso segue em investigação e é alvo de forte disputa política.
Lula assinou decreto criando um Banco Nacional de Celulares com Restrição, que registra aparelhos furtados ou roubados e exibe aviso de bloqueio. A medida gerou polêmica, pois Lula já fez declarações criticando a devolução de celulares à polícia e a Adepol nacional repudiou. O debate gira em torno da receptação: muitos defendem que aumentar a pena para quem compra produto roubado seria a forma mais eficaz de reduzir furtos, já que o ladrão só age porque há quem compre.
Gilmar diz que houve 'entusiasmo juvenil' com código de ética e vê falta de diálogo com Fachin https://share.google/zDTX4PO5NscjcIhlP
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