QUANDO DESCOBRIMOS QUE EM UM PAÍS A PENA POR MATAR UMA CRIANÇA É MENOR QUE A DE SUJAR UMA ESTÁTUA COM BAТОМ, ENTENDEMOS QUE ESTAMOS DESTRUÍDOS.
Ex-presidente do @PSOL "esquerdopatas" é preso sob suspeita de abusar de crianças em creche de Timon (MA)
A prisão de Alberto Luiz Freitas Monção, ex-presidente do diretório municipal do PSOL em Timon (MA), provocou forte repercussão no Maranhão. Ele foi detido preventivamente sob suspeita de cometer abusos contra crianças atendidas em uma creche municipal da cidade.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o suspeito exercia a função de diretor-adjunto da unidade escolar. As apurações apontam que as vítimas identificadas inicialmente têm entre 2 e 3 anos de idade. Segundo a Delegacia Especial da Mulher de Timon, o investigado teria escolhido preferencialmente crianças com dificuldades severas de comunicação, incluindo casos de autismo não verbal.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos investigadores teriam registrado o momento em que crianças eram conduzidas para um depósito da instituição. Conforme divulgado pelas autoridades, o local não possuía monitoramento po vídeo.
Após a prisão, a Prefeitura de Timon anunciou a exoneração imediata do servidor, afastou a direção da creche e determinou intervenção administrativa na unidade para colaborar com as investigações.
Se esticar a corda com EUA, Lula pode ter DESTINO DE MADURO.
Data vênia
Lula é muito amigo de maduro seria bom os dois juntos.
Taxad culpando Bolsonaro pelas bets que viciam o povo brasileiro. A cara dessa gente imunda nem arde ao mentir, todo dia me impressiono com a cara-de-pau.
A verdadeira força da mente está no silêncio, não no barulho.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Esquerda representa retrocesso e ignorância
Lula, principal responsável por tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
A postura corrosiva irresponsável ideológica de Lula nas relações internacionais não é apenas uma questão de retórica ou estilo político; ela tem consequências práticas e mensuráveis. Quando os Estados Unidos, por meio de seu Escritório de Comércio, elaboram um relatório minucioso ao longo de um ano inteiro, apontando problemas específicos na relação com o Brasil, não se trata de um capricho ou de uma reação imediata a conjunturas eleitorais. É fruto de observação sistemática, de coleta de dados e de análise criteriosa. Nesse contexto, fingir que o presidente brasileiro não tem responsabilidade é uma forma de negar a realidade.
O relatório não se limita ao tema do Pix, como Lula tenta fazer parecer. Ele aborda sete pontos centrais, dos quais cinco estão diretamente ligados a decisões, omissões ou estratégias adotadas pelo governo atual. Ignorar esses aspectos é uma escolha deliberada, quase uma manobra política para desviar a atenção da opinião pública. A insistência em reduzir o problema a um detalhe técnico é, na prática, uma forma de manipulação narrativa: simplificar um quadro complexo para escapar da crítica.
Essa corrosividade se manifesta justamente na maneira como Lula lida com pressões externas. Em vez de reconhecer falhas e buscar soluções diplomáticas, prefere criar uma narrativa em que o Brasil é vítima de injustiças ou perseguições. O problema é que essa postura não apenas desgasta a credibilidade internacional do país, mas também abre espaço para medidas punitivas concretas, como tarifas adicionais que podem afetar diretamente a economia nacional. O impacto não recai sobre o presidente, mas sobre empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros.
Portanto, efeito acumulado de uma liderança que, ao invés de construir pontes, desgasta relações. É como um agente químico que, em contato constante, vai deteriorando estruturas sólidas até que elas cedam. Lula, ao negar responsabilidades e distorcer fatos, contribui para esse processo de corrosão, tornando mais difícil a manutenção de uma relação saudável e equilibrada com parceiros estratégicos como os Estados Unidos.
O cerco está diminuindo e a justiça parece retomar o caminho da razoabilidade. A medida, que era vista como uma humilhação desnecessária e invasiva, foi derrubada após fortes críticas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Até setores da mídia tradicional reconheceram que o monitoramento interno violava direitos básicos da família.
https://youtu.be/ldbkqNhrgs4?si=H3b4WeLdzv5lSgzV
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