quinta-feira, 20 de março de 2014


TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF
Para Aguiasemrumo@yahoo.com.br
Hoje em 1:36 AM

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF


Posted: 19 Mar 2014 06:06 AM PDT
Pelo visto continuam achando que somos massa de manobra e que nossas mentes não funcionam mais. A resposta será bem clara em outubro a todos que pensam assim, sem sombras de dúvidas.

Depois de cobranças no blog e a repercussão negativa, o parlamentar que foi eleito por dois mandatos como representante dos integrantes da Polícia Militar, deputado Patrício, fez mais um pronunciamento ontem no plenário da CLDF para cobrar a ausência dos comandantes da PMDF e CBMDF, bem como do Corregedor Geral da PMDF, convocados para dar explicações acerca das prisões de policiais ocorridas recentemente que, segundo palavras do parlamentar, foram decretadas ilegais e inconstitucionais pela juíza, porém sem citar a autoridade.

Segundo o deputado, a ausência dos gestores convocados vai de encontro à Lei Orgânica e o Regimento Interno da CLDF, configurando crime de responsabilidade ao desrespeitar o Poder Legislativo. Afirmou ainda que "manobras" podem até ser feitas, mas a Lei têm que ser cumprida.

Foram protocolados mais cinco requerimentos de informações e solicitado uma reunião dos parlamentares para avaliar a ausência e desrespeito à Comissão de Segurança que aprovou a convocação.

"Ora, se já houve uma clara falta de respeito e cometimento de crime pelos gestores, conforme afirma o deputado, porque ainda se reunir para saber o quê os parlamentares pensam em vez de adotar imediatamente as providências que o caso requer?", disse um policial ouvido pelo blog.

A verdade é que os policiais e bombeiros já não acreditam mais em nada que venha desse governo e muito menos de seus representantes, tornando muito pouco provável alguma proposta que atenda às categorias ainda esse ano. A reestruturação que está sendo elaborada pelas corporações, mesmo com a presença maior de membros nas comissões, está causando muita desconfiança de que seja realmente encaminhada, além do temor de que o Decreto assinado pelo governador mês passado, que reajusta salários em cima do Auxílio-moradia, possa vir a ser revogado em função de uma ADIN - Ação Direta de Inconstitucionalidade, como foi feito com o Decreto que bonificava os integrantes dos órgãos de segurança no caso de apreensões de armas de fogo.

Para finalizar, o deputado afirmou: “Há um clima de insatisfação muito claro. Se o governo finge que atende, finge que paga, os policiais fingem que trabalham e é assim que vamos fazer até que se restabeleça a dignidade nos quartéis e na segurança pública. A sociedade está sofrendo por incompetência e por má gestão".


Da Redação
Posted: 19 Mar 2014 03:56 AM PDT
Quero te convidar leitor, a vir comigo num exercício de imaginação. Use todo seu poder mental para figurar a seguinte situação: Suponha que você seja um policial; suponha que esteja trabalhando em uma viatura com seu colega. Imagine que esteja utilizando todo equipamento e armamento que o Estado disponibiliza: pistola, fuzil, algema, colete balístico, etc. Você está pronto para cumprir sua obrigação constitucional que é preservar a ordem e a segurança pública. Agora, imagine que você e seu parceiro depararam com um flagrante de crime. Tráfico de drogas. O flagrante te impede de aguardar reforço, embora o tenha acionado. Você aborda o criminoso, apreende a mercadoria, preenche toda aquela burocracia legal. De repente, você e seu parceiro se vêem cercados por outros marginais. Estes, com uma pá destroem sua viatura. Arremessam tijolos. Chutam seu parceiro e caminham na sua direção, desferindo um tapa na sua nuca. O que você faria? Antes de continuar lendo, detenha-se um pouco na solução desse enigma. Como você se comportaria diante deste quadro? Quero esclarecer que ele é real. Aconteceu recentemente com uma guarnição de policiais no Rio de Janeiro. Vamos às possíveis respostas:

Primeiro: vocês são dois policiais apenas, cercados por mais de 10 criminosos. Você é o legítimo representante do Estado, inviolável portanto no exercício de seu dever. Seu dever, como dito, é preservar a ordem e a segurança pública. Você dispõe de armas para isto mesmo, garantir sua segurança e a de terceiros. Além do mais, há um patrimônio público, a viatura, sob sua responsabilidade. Deixá-lo ser destruído implica em omissão. Então você usa os recursos que o Estado te deu, a arma de fogo inclusive. Alveja dois ou três criminosos, que morrem. Prende mais um ou dois. O restante foge. Sabe o que ocorreria? As filmagens nunca apareceriam. Os criminosos estavam desarmados. A imprensa divulgaria a chacina praticada por dois policiais contra civis desarmados. Você seria preso, excluído e condenado. Não necessariamente nesta ordem. Sua esposa te deixaria, pois não ficaria casada com um criminoso. Seus filhos, nunca te visitariam na cadeia até porque você não acha apropriado para eles ficarem frequentando presídio. Os direitos humanos pediria sua execução sumária. Esta não seria a melhor resposta então. Vamos para a seguinte.

Segunda: você e seu parceiro são resignados. Aceitam que destruam a viatura, calados. Também concordam que não devem usar armas de fogo pelos fatos narrados acima. Sujeitam-se apanhar um pouco, afinal o dano é menor. Os traficantes pegam a droga de volta e se dão por satisfeitos. Você sai agradecido, afinal não foi baleado e apanhar um pouco não é tão ruim. Seis meses depois alguém divulga as imagens. Seus filhos não querem que você vá até a escola na reunião de pais, pois temem que alguém descubra que você apanhou na televisão. Sua esposa conclui que você é um banana na rua e quer cantar de galo em casa. Seu chefe resolve abrir um procedimento por omissão, já que você devolveu a droga aos bandidos, não prendeu ninguém e os deixou destruir a viatura. Você será preso, excluído e condenado. Não necessariamente nesta ordem. Não conseguirá outro emprego. Os direitos humanos não te defenderão porque você tem(?) o Estado a seu favor. Também esta não seria a melhor opção. Vejamos outra possibilidade.

Terceira: você descobre que seu parceiro gosta de trabalhar, então dá um jeito de mudar de parceiro. Consegue um mais lento nas decisões e surdo, para não ouvir o rádio. Deixa de atender ocorrência, não atende o rádio, finge que está doente. Seus superiores começam reclamar da sua embromação. A sociedade também, pois querem PM que apanha, não que escamoteia. Logo descobrem que você é um peso morto. Começam a te punir sucessivamente até te excluir da corporação. Sua esposa, seus filhos, seus amigos descobrem que você é não só omisso, mas medroso, covarde, banana. Provavelmente não arrumará outro emprego, nem outra mulher, nem outros filhos. Amigos? Jamais. Esta também não é a resposta certa.

Quarta: você ora para nascer de novo. Deseja nunca ter sido policial na vida. Pensa em candidatar. Mas descobre que tudo isto é uma ficção, impossível de ocorrer. Então você começa a desesperar. Não deixará de ser policial jamais, esta cruz é que tem que carregar. Provavelmente você vai ficar maluco diagnosticado, mas vão dizer mesmo é que você amarelou. Voltamos ao quadro da resposta anterior. Então, fácil concluir que esta também não é a melhor resposta. Me ajudem aí (sic). Qual é a resposta certa?

Rachel Sheherazade é mais homem que muitos homens que conheço. Tem coragem de falar o que precisa ser dito. Dê-me dez iguais a ela e teremos um País diferente. As policiais deveriam lhe oferecer segurança, medalhas e oblação. Não fazem isto porque têm medo. Agora, uma deputada de que me recuso a falar o nome a processa por dizer a verdade. Dizer que não gosta de polícia pode, mas eu dizer que não gosto de bandido é proibido? Que País é este? Vou mandar meus filhos embora o quanto antes. Este não é um lugar de se viver.
(Coronel Avelar Lopes de Viveiros, comandante da Academia da Polícia Militar/GO)


Fonte: http://www.dm.com.br/texto/169627
Posted: 19 Mar 2014 02:30 AM PDT

Existem indivíduos que se escondem numa penumbra cinzenta, autodenominando-se “críticos do sistema”, quando, na verdade, suas atitudes expressam a cômoda indiferença e a plena incapacidade de propor e fazer o novo. A eles não cabe falar em soluções, mas sim apontar os problemas!

Essas pessoas, por não possuírem capacidade intelectual e técnica razoáveis, se satisfazem em repetir citações de terceiros que, pelos seus raciocínios, dizem exatamente aquilo que eles queriam dizer, mas, por razões que só eles podem entender e explicar, não disseram.
Para essas pessoas, as coisas no seu estado atual estão ruins, mas ai de quem ousar alterá-las. Qualquer medida nova (seja ela a criação de UPPs, BCSs, cursos de formação de Cabos, concursos para cursos de formação de Sargentos, cursos para aviação policial, cursos oferecidos pela SENASP, CATE, COESP etc.) representa apenas uma dentre as duas únicas alternativas existentes: estagnação ou retrocesso!

Esse tipo de crítico é aquele que, se não há processos seletivos internos para ascensão na carreira, cursos de aperfeiçoamento ou cursos voltados para a sua atualização profissional na instituição a qual pertence, ele reclama. Porém, se os cursos existem, ele não se inscreve (geralmente ele acha que o seu conhecimento é maior do que aquele que é exigido no edital!), se se inscreve não realiza as etapas seguintes e, pasmem, ainda consegue a proeza de encontrar motivos para desmerecer aqueles que se dedicam aos estudos em busca de uma melhor qualificação pessoal e profissional. São os pobres de espírito!

Ele é um daqueles que passam a maior parte do tempo falando o quanto estão descontentes e decepcionados com a instituição a qual pertencem e que pretendem deixar de integrá-las para ir à busca de “algo melhor”. Porém, passados 30 ou 40 anos de serviço, como não buscaram a qualificação necessária para alçar “vôos maiores”, ainda ocupam espaço na instituição que tanto abominam. Estes são os desprovidos de iniciativa.

Ele é um exímio descobridor das razões pelas quais o Estado está investindo (claro, quando o Estado faz isto!) em qualificação profissional: “vou virar chofer de político”; “é para me bitolar”; “é para que eu passe a perseguir e dedurar os meus colegas”; “é para me explorar mais ainda”; “é para controlar o meu serviço”. Sim, ele também é dotado do poder de premonição!

Por fim, existem aqueles que se descobriram críticos do sistema quando foram alijados das funções que exerciam em gestões anteriores ou quando foram transferidos para a reserva ou aposentados. De repente, não mais que de repente, se veem dotados de uma capacidade de análise nunca antes exercida. O sistema de segurança pública, dada a profusão na qual surgem “analistas e consultores de segurança pública” é um ambiente fértil para o aparecimento desse tipo de crítico.

Caso queiramos identificar qualquer um desses pseudocríticos, após ele fazer mais uma brilhante constatação de um problema, perguntemos a ele: “qual solução você propõe?”. Ele responderá algo parecido com: “a mim não compete encontrar as soluções, quem deve fazer isso é quem recebe para tal! Eu apenas direciono os holofotes, aponto o dedo, identifico os culpados, jogo para a galera…!”

A crítica é o exercício da capacidade de julgar, analisar fatos, detectar problemas, propor soluções. É um passo indispensável no processo de construção do novo. Porém, a crítica desprovida de argumentos válidos, minimamente lógicos e que não propõe mudanças factíveis, ou seja, a crítica pela crítica, a crítica vazia, fere o bom senso, beira a simples difamação, demonstra incapacidade de raciocínio e ridiculariza aquele que a propaga.clique aqui


Fonte: Abordagem Policial

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