quarta-feira, 8 de julho de 2026

Minha direção é minha Liderança. Selva!


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Orçamento secreto era sequestro do poder executivo segundo a esquerda e dinheiro era mercantilismo da política, e agora ?

Pergunta ⁉️ show 🌽 

- é normal o uso da máquina publica para campanha eleitoral?

R$ 34 BILHÕES O PREÇO À VISTA DE UMA ELEIÇÃO

Enquanto o país chorava a Copa, o Orçamento bateu um recorde de emendas boa parte sem obra concluída. Não é gasto: é a reeleição sendo comprada, legalmente, a boleto.

Por Mauro Rogério Presidente do Movimento Brasil Futuro

*O número que passou despercebido*
Enquanto todos olhávamos para o gramado e chorávamos a queda da Seleção, um número atravessou o noticiário quase sem ser visto. O governo pagou um recorde de R$ 34 bilhões em emendas às vésperas da eleição  mais do que investiu no seu próprio programa de obras, informa o Estadão. E há um detalhe que diz tudo: R$ 24,5 bilhões saíram sem que os projetos e as obras estivessem concluídos. Guarde essa frase, porque é a chave de tudo: dinheiro que sai sem virar obra.

*Não é gasto; é compra*
Aqui está a distinção que a manchete não faz. Investimento é o dinheiro que vira ponte, escola, estrada que fica para o país depois que o político vai embora. O que sai sem obra concluída não compra nada disso. Compra outra coisa: lealdade. Compra o deputado que vota junto, o prefeito que sobe no palanque, o silêncio conveniente na hora certa. É a velha máquina do Estado, agora com etiqueta de preço. Escrevi em abril, a frio, que a reeleição seria construída não pelo amor, e sim pela coordenação da máquina. Pois eis a máquina, com o valor à vista: 34 bilhões de entrada.

Dinheiro que não vira obra não é investimento  é a compra de uma lealdade.

*O prato de lentilhas*
A engenharia, porém, é mais fina do que parece, porque não corrompe apenas o político; tenta corromper a todos nós. A isenção do Imposto de Renda, o fim da escala 6x1, o novo teto do MEI  que sozinho renuncia a mais de 8 bilhões, segundo o Valor  são pratos servidos ao cidadão comum, satisfação imediata no contracheque. Há uma cena antiga que explica isto melhor que qualquer economista. No Livro do Gênesis, Esaú chega faminto do campo e vende a Jacó a sua primogenitura — o seu futuro, o seu maior bem — por um simples prato de lentilhas. O sistema nos oferece o prato quente hoje; a primogenitura que leva em troca é o amanhã do país.

*Quem paga a conta*
Nada disso é de graça, e alguém paga. Paga-se com a Selic travada em 14,25%, com a dívida que um ex-ministro já chamou de aberração, com o rombo que o próprio Valor estima em mais de um trilhão só na conta da Previdência. O circo é hoje; o boleto chega depois  e vem endereçado a quem ainda nem pode votar, aos nossos filhos. Essa é a genialidade cruel da máquina: ela faz a venda parecer um presente e adia a fatura para uma geração que não estava na mesa da negociação.

*A saída não é o ódio; é a lucidez*
Não escrevo isto para que odiemos quem vende, e sim para que recusemos ser Esaú. Um povo que lê a fatura, que não se deixa comprar pelo imediato, é um povo que não se governa pela distração. A diferença entre o que nos oferecem e o que precisamos é a diferença entre a satisfação de um dia e a obra que fica. Trocar as lentilhas pela primogenitura  o boleto de amanhã pela construção de hoje — é, no fundo, recalcular a rota. Que a Copa perdida nos dê, ao menos, olhos para enxergar a conta que ela escondia. O número está lá, público, esperando que alguém o leia em voz alta. Acabo de ler.

Mauro Rogério  Presidente do Movimento Brasil Futuro_

Fontes: O Estado de S. Paulo (governo paga recorde de R$ 34 bi em emendas antes da eleição; R$ 24,5 bi sem projetos e obras concluídos); Valor Econômico (novo teto do MEI, renúncia de R$ 8,1 bi em três anos; déficit atuarial superior a R$ 1 trilhão); indicadores de mercado (Selic a 14,25%) — edições de 07/07/2026. Referências: Esaú e a primogenitura (Gênesis 25); "pão e circo" (Juvenal).

Data vênia 

Não, não é normal nem permitido usar a máquina pública para campanha eleitoral. A legislação brasileira estabelece regras rígidas para impedir que recursos, cargos ou estruturas do Estado sejam usados em benefício de candidatos.  

O que é proibido pela lei eleitoral
- Participação em inaugurações de obras públicas por candidatos nos três meses que antecedem o pleito.  
- Publicidade institucional de programas, obras ou serviços públicos durante o período eleitoral.  
- Uso de bens e serviços públicos (carros oficiais, prédios, equipamentos, servidores em horário de expediente) em atividades de campanha.  
- Contratação de shows artísticos com dinheiro público durante o período eleitoral.  
- Pronunciamentos oficiais em rádio e TV só podem ocorrer em casos de emergência, com autorização da Justiça Eleitoral.  

Penalidades para uso indevido
- Multas aplicadas pela Justiça Eleitoral.  
- Cassação de registro ou diploma do candidato beneficiado.  
- Declaração de inelegibilidade, impedindo futuras candidaturas.  
- Em casos graves, pode haver prisão de 6 meses a 1 ano para agentes públicos que descumprirem as normas.  

Político

O chamado “orçamento secreto” foi criticado por setores da esquerda como uma forma de sequestro do poder executivo e mercantilização da política. Hoje, o debate se desloca para o uso da máquina pública em campanhas, que continua sendo alvo de fiscalização intensa do Ministério Público Eleitoral e do TSE. A ideia central é preservar a igualdade de condições entre candidatos e evitar que quem está no poder tenha vantagem indevida.  

Resumo: usar a máquina pública para campanha eleitoral não é normal, é ilegal e pode resultar em cassação e até prisão. O sistema de restrições existe justamente para impedir que o poder estatal seja transformado em instrumento de campanha.

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#CPIdoORELHAjá

segunda-feira, 6 de julho de 2026

@STFEZES não se blindou, toda "empresa" tem que ter compliance, o STFEZES não tem e a corrupção domina!?

O CACHORRINHO QUE NÃO PAROU DE PROCURAR SUA FAMÍLIA
Entre os escombros da Venezuela, um cachorrinho não parou de ladrar, uivar e cheirar a área onde havia ficado d3$tru.1d0 sua casa. Sua insistência chamou a atenção de voluntários e equipes de resgate, que foram ao local e conseguiram auxiliar a família do lomito.

A cena é heróica. Estava confuso e rodeado de escombros, mas não se afastou. Ficou ali, como se soubesse que ainda podia fazer alguma coisa. Sua história lembra que, em uma tragédia, a esperança pode surgir de muitas maneiras; mesmo no latido desesperado de um cão que se recusa a abandonar os seus.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

O contraste entre Noruega e Brasil não está no campo de futebol, mas na forma como cada país lida com sua riqueza. Noruega transformou petróleo em futuro, criando o maior fundo soberano do mundo, que garante estabilidade e prosperidade para gerações. O Brasil, por outro lado, desperdiçou oportunidades com má gestão e corrupção.  
Esta mensagem é um desabafo: não se trata de importar jogadores ou técnicas esportivas, mas sim a mentalidade de responsabilidade e visão de longo prazo. É uma crítica dura, mas justa, à classe política brasileira, e ao mesmo tempo um elogio à maturidade institucional norueguesa.

Um retrato que infelizmente se repete em muitos gramados: jogadores que parecem mais preocupados com contratos e holofotes do que com suor e entrega. O contraste entre a posse de bola esmagadora e a apatia do adversário escancara a falta de garra, de identidade e de ética esportiva.

- Amor ao dinheiro acima do amor à camisa.  
- Competência substituída por marketing e imagem.  
- Partidas dominadas sem resistência, sem sangue nos olhos.  
- Um futebol sem carisma, sem alma, sem a vibração que conquista torcedores.  

É como se o espetáculo tivesse se tornado apenas vitrine, e não batalha. O torcedor sente quando falta entrega e nada mina mais a confiança do que ver um time sem luta.