quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Desde quando cabe ao Gabinete da Presidência da República receber minuta de contrato de Maconha?

MENDONÇA PODE ABALAR O PLANALTO! Novas mensagens envolvendo Lulinha e lobista vêm à tona, enquanto os casos INSS e Master avançam e aumentam a pressão sobre Lula às vésperas da eleição.

A verdadeira coragem surge das dificuldades extremas, não dos instantes fáceis ou agradáveis.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Gabinete da Presidência da República não tem competência formal para receber ou processar minutas de contratos de fornecimento de medicamentos isso cabe ao Ministério da Saúde e às instâncias administrativas próprias. O caso em questão foi considerado inadequado e está sob investigação da Polícia Federal e do STF.  

Estrutura Legal e Competências

- Gabinete da Presidência da República: Função de assessoramento direto ao Presidente, sem atribuição administrativa para contratos de saúde ou compras públicas.  
- Ministério da Saúde: Órgão responsável por políticas de saúde, aquisição de medicamentos e gestão do SUS.  
- Processo regular: Contratos devem seguir normas de licitação ou dispensa legalmente fundamentada, nunca por envio direto ao gabinete presidencial.  

Caso Investigado

- Ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola) recebeu minuta de contrato para fornecimento de medicamentos à base de canabidiol.  
- Origem do documento: Empresária e lobista Roberta Luchsinger, ligada a Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).  
- Conteúdo: Previa dispensa de licitação para venda ao SUS.  
- Situação atual:  
  - Marcola admitiu que o recebimento foi “inadequado”.  
  - Ministério da Saúde confirmou que a compra nunca ocorreu e que o produto não integra a lista oficial do SUS.  
  - O caso integra investigações no STF sobre tráfico de influência e lobby empresarial.  

Conclusão

- Não cabe ao Gabinete da Presidência receber ou tramitar minutas de contratos de fornecimento de medicamentos.  
- O episódio configura ato irregular de lobby, sem respaldo administrativo ou legal.  
- O documento não teve prosseguimento, mas gerou investigação criminal e política sobre tráfico de influência e favorecimento empresarial.


Data vênia 

1. Polícia Federal revela novo escândalo envolvendo articulações no governo.  
2. Mensagens mostram Fábio Luís Lula da Silva atuando com a lobista Roberta Luxinger.  
3. O foco era viabilizar contrato milionário de cannabis medicinal para o SUS.  
4. Conversas citam participação de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.  
5. Há menções a reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola) e Swedenberger Barbosa (Berger).  
6. Berger ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde na época.  
7. O caso expõe uso de influência política para negócios dentro da Esplanada.  

Esse resumo elimina narrativas e mantém apenas os pontos centrais.

Pois que seja! Melhor que ser a porta dos fundos do PT.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou os ataques ao PT ao comentar as suspeitas envolvendo Fábio Luís da Silva, o Lulinha, e a lobista Roberta Luchsinger, investigada no escândalo do INSS. Em entrevista à rádio Itatiaia, o candidato pelo PL afirmou que a corrupção teria chegado diretamente ao gabinete presidencial. A analista de Política da CNN Edilene Lopes comenta o tema ao CNN 360°.


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