Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Gabinete da Presidência da República não tem competência formal para receber ou processar minutas de contratos de fornecimento de medicamentos isso cabe ao Ministério da Saúde e às instâncias administrativas próprias. O caso em questão foi considerado inadequado e está sob investigação da Polícia Federal e do STF.
Estrutura Legal e Competências
- Gabinete da Presidência da República: Função de assessoramento direto ao Presidente, sem atribuição administrativa para contratos de saúde ou compras públicas.
- Ministério da Saúde: Órgão responsável por políticas de saúde, aquisição de medicamentos e gestão do SUS.
- Processo regular: Contratos devem seguir normas de licitação ou dispensa legalmente fundamentada, nunca por envio direto ao gabinete presidencial.
Caso Investigado
- Ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola) recebeu minuta de contrato para fornecimento de medicamentos à base de canabidiol.
- Origem do documento: Empresária e lobista Roberta Luchsinger, ligada a Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).
- Conteúdo: Previa dispensa de licitação para venda ao SUS.
- Situação atual:
- Marcola admitiu que o recebimento foi “inadequado”.
- Ministério da Saúde confirmou que a compra nunca ocorreu e que o produto não integra a lista oficial do SUS.
- O caso integra investigações no STF sobre tráfico de influência e lobby empresarial.
Conclusão
- Não cabe ao Gabinete da Presidência receber ou tramitar minutas de contratos de fornecimento de medicamentos.
- O episódio configura ato irregular de lobby, sem respaldo administrativo ou legal.
- O documento não teve prosseguimento, mas gerou investigação criminal e política sobre tráfico de influência e favorecimento empresarial.
Data vênia
1. Polícia Federal revela novo escândalo envolvendo articulações no governo.
2. Mensagens mostram Fábio Luís Lula da Silva atuando com a lobista Roberta Luxinger.
3. O foco era viabilizar contrato milionário de cannabis medicinal para o SUS.
4. Conversas citam participação de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
5. Há menções a reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola) e Swedenberger Barbosa (Berger).
6. Berger ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde na época.
7. O caso expõe uso de influência política para negócios dentro da Esplanada.
Esse resumo elimina narrativas e mantém apenas os pontos centrais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou os ataques ao PT ao comentar as suspeitas envolvendo Fábio Luís da Silva, o Lulinha, e a lobista Roberta Luchsinger, investigada no escândalo do INSS. Em entrevista à rádio Itatiaia, o candidato pelo PL afirmou que a corrupção teria chegado diretamente ao gabinete presidencial. A analista de Política da CNN Edilene Lopes comenta o tema ao CNN 360°.
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