quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Forças Armadas são Instituições de Estado e sua fidelidade deve estar restrita à Constituição

A limpeza vai ser feita!!!!

Eu Creio!!!

Enquanto houver fé, nunca faltará força.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Em 2022, comandantes das Forças Armadas participaram de reuniões reservadas com ministros do @STFEZES e o @PGRABO sem a presença do Ministro da Defesa, alegando risco de ruptura institucional. A revelação de Carlos de Almeida Baptista Júnior expõe contradições: enquanto se dizia defender a democracia, o período subsequente foi marcado por acusações de censura, abusos de poder e tensões institucionais.   

Pontos Centrais

- Jantar secreto em agosto de 2022: realizado na residência de Baptista Júnior, reuniu cúpula militar, Dias Toffoli (STF) e Augusto Aras (PGR). O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, não foi convidado.   
- Objetivo declarado: alertar sobre risco de ruptura institucional e pedir redução da tensão entre instituições.  
- Críticas: ausência do ministro da Defesa levantou dúvidas sobre lealdade e hierarquia.  
- Contexto político: Bolsonaro pressionava militares para apoiar medidas excepcionais (GLO, Estado de Defesa, Estado de Sítio) visando impedir a posse de Lula.   
- Divisão interna: Marinha, sob Almir Garnier, teria se colocado à disposição de Bolsonaro; Exército e Aeronáutica resistiram.   
- Livro “Eu Disse Não”: Baptista Júnior relata bastidores e pressões, reforçando que houve risco iminente de golpe.   

Questão de Lealdade

- Lealdade institucional: os encontros sem o ministro da Defesa sugerem que os comandantes buscavam interlocução direta com Judiciário e PGR, fora da cadeia formal.  
- Lealdade política: parte da cúpula militar foi pressionada por Bolsonaro a aderir a planos golpistas; houve resistência parcial, mas também adesão da Marinha.  
- Lealdade à democracia: a justificativa oficial foi preservar estabilidade, mas críticos apontam que o resultado foi ambiente de censura, restrições e acusações de autoritarismo.  

Contradição Evidente

- Se a intenção era proteger a democracia, por que o período seguinte foi marcado por:  
  - decisões judiciais contestadas,  
  - acusações de abuso de poder,  
  - restrições a manifestações,  
  - e clima de desconfiança institucional?  

Conclusão

Um verdadeiro paradoxo:

Comandantes afirmaram agir para evitar ruptura, mas a forma escolhida reuniões reservadas sem o ministro da Defesa e em meio a pressões golpistas alimentou suspeitas de que a lealdade militar estava fragmentada entre governo, instituições e democracia. O episódio reforça a percepção de que, em 2022, o Brasil viveu um fogo cruzado institucional que deixou marcas de desconfiança.

Data vênia:

O episódio revela uma falha estrutural

Forças Armadas são instituições de Estado e sua fidelidade deve estar restrita à Constituição e ao regime democrático. Quando seus comandantes abandonam esse papel e assumem função de árbitros da crise política, instauram risco de exceção. A experiência histórica brasileira já demonstrou o custo desse desvio.


Reflexão 🪞 

VOCÊ ACHA MESMO QUE UM GOVERNO DE ESQUERDA SUSTENTARÁ O TEU PADRÃO DE VIDA, SEM TER EMPRESAS PAGANDO IMPOSTOS PESADOS? OS CUBANOS ACREDITARAM TAMBÉM!


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