Passei longos anos debatendo com esquerdistas e um dia me deparei com a seguinte frase "você consegue convencer 40 intelectuais com 1 fato, mas jamais 1 idiota com 40 fatos." Nunca mais debati com esquerdista, apenas me afasto.
Honestidade na política não deveria ser um diferencial, mas sim o dever básico de quem escolheu servir ao Povo.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Os sócios ocultos do mula vão de vento em popa.
Avibras foi vendida aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, por meio da Globe Investimentos. O negócio envolve 100% da Nova AVB, criada durante a recuperação judicial da empresa, e ainda depende da aprovação do Cade. O valor da transação não foi divulgado.
Contexto da Venda
- Compradores: Joesley e Wesley Batista (Grupo J&F / Globe Investimentos).
- Empresa adquirida: Avibras Indústria Aeroespacial, fabricante dos sistemas de foguetes ASTROS e do míssil de cruzeiro MTC-300.
- Situação anterior: A Avibras estava em recuperação judicial desde 2022, com dívidas de cerca de R$ 600 milhões e paralisação de mais de 3 anos.
- Retomada: Em maio de 2026, a fábrica em Jacareí (SP) voltou a operar após aporte de R$ 300 milhões, do qual Joesley Batista participou.
Pontos Críticos
- Valor da compra: Não divulgado oficialmente!?
- Aprovação regulatória: O negócio foi submetido ao Cade e ainda não está concluído.
- Justificativa oficial: Preservar a capacidade tecnológica da Avibras e manter o controle em mãos nacionais, evitando influência estrangeira em um setor estratégico.
- Alternativas: Empresas árabes, chinesas e australianas chegaram a negociar a compra, mas não avançaram.
Impacto Estratégico
- A Avibras é considerada Empresa Estratégica de Defesa (EED) pelo Ministério da Defesa.
- Produz armamentos incorporados ao Exército Brasileiro, como o ASTROS II, comparável ao sistema americano HIMARS usado na guerra da Ucrânia.
- A aquisição por empresários brasileiros é vista por especialistas como duvidosa, levanta questionamentos sobre transparência e interesses políticos.
Data vênia
É ladrão de dinheiro público que não acaba mais
A investigação da Polícia Federal aponta que o grupo ligado a Fábio Luís Lula da Silva (“Lulinha”) e à lobista Roberta Luchsinger discutiu Liechtenstein e Suíça como destinos para blindar valores fora do Brasil, por meio de abertura de empresas e contas bancárias. Também foram identificados grandes quantias em dinheiro vivo armazenadas em malas e caixas.
Principais pontos levantados pela PF
- Destinos cogitados:
- Liechtenstein considerado “impossível prender dinheiro” segundo relato de Roberta Luchsinger.
- Suíça tradicional paraíso fiscal, também prospectado para abertura de contas.
- Métodos utilizados:
- Orientações para abrir empresas offshore.
- Depósitos e reuniões em bancos europeus.
- Armazenamento de dinheiro vivo em malas, caixas e embrulhos escondidos em roupas de grife.
- Valores identificados em mensagens:
- R$ 500.000 em um lado de uma mala e R$ 90.000 no outro.
- R$ 193.000 em espécie entregues a Fernando Bittar.
- “Bolinhos” de R$ 10.000 cada guardados em armário.
Contexto investigativo
- Inquéritos no STF: suspeitas de tráfico de influência, corrupção, organização criminosa e venda de prestígio.
- Alvos principais: Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), Roberta Luchsinger e Fernando Bittar.
- Atuação: prospecção de contratos e influência em órgãos como Ministério da Saúde e Dataprev.
GRAVÍSSIMO
O destino do dinheiro discutido pelo grupo foi Liechtenstein e Suíça, com uso de empresas de fachada e contas bancárias internacionais para blindagem patrimonial, além de grande movimentação de dinheiro vivo dentro do Brasil.
Reflexão 🪞
VISÃO LIBERTÁRIA
https://youtu.be/XbTtaHtCAWg?is=3a_F-ixqAA_DZhBe
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