Um verdadeiro herói nacional.
Patrimônio vivo que merece ser preservado.
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Depois de emocionar milhões de brasileiros durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, o famoso Cavalo Caramelo voltou a ser notícia por um motivo muito especial.
Completamente recuperado, ele agora vive em um ambiente preparado especialmente para garantir seu bem-estar, recebendo alimentação balanceada, acompanhamento veterinário constante e todos os cuidados necessários para manter sua saúde.
A equipe responsável confirmou que o próximo passo será preservar sua linhagem. Para isso, uma égua está sendo selecionada para o cruzamento, e a expectativa é que o primeiro potro nasça no próximo ano, já que a gestação dos cavalos dura aproximadamente 11 meses.
O Caramelo virou um verdadeiro símbolo nacional de esperança, resistência e superação. Sua história inspirou milhões de pessoas durante um dos momentos mais difíceis enfrentados pelo país, e agora ganha um novo capítulo que representa a continuidade de todo esse legado.
Os veterinários afirmam que a intenção é garantir que sua genética continue viva e que sua história jamais seja esquecida.
Voltou a circular nas redes sociais um vídeo de uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STFEZES) em que o ministro André Mendonça sugere, de forma hipotética, que os próprios ministros da Corte abrissem seus sigilos bancário e fiscal para discutir os limites da quebra de sigilo em investigações.
Durante o debate, Alexandre de Moraes interrompe a fala de Mendonça para contestar a comparação, dando início a uma discussão jurídica entre os dois ministros. O episódio gerou grande repercussão e passou a ser compartilhado como se estivesse relacionado a investigações recentes.
Verificações de agências de checagem mostram que essa interpretação é vídeo é de uma sessão realizada em abril de 2025, durante o julgamento de um recurso sobre os limites da quebra de sigilo de dados em investigações criminais, e não tem relação com casos recentes, como as investigações envolvendo o Banco Master ou outras operações atuais.
Na ocasião, André Mendonça defendia que medidas de quebra de sigilo fossem direcionadas apenas a pessoas previamente identificadas na investigação, enquanto Alexandre de Moraes apresentou entendimento diferente sobre o alcance dessa medida.
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