quinta-feira, 29 de setembro de 2016

AULA NA USP DESTITUIÇÃO DE DILMA FOI UM 'TROPEÇO NA DEMOCRACIA', DIZ PRESIDENTE DO IMPEACHMENT

COMENTÁRIO FOI FEITO DURANTE UMA AULA DO MINSITRO NA USP
Publicado: 28 de setembro de 2016 às 18:18 - Atualizado às 18:32

PRESIDENTE DO STF TAMBÉM CRITICOU REFORMA DO ENSINO MÉDIO POR MP: "SÃO ALGUNS ILUMINADOS QUE SE FECHARAM DENTRO DE UM GABINETE E RESOLVERAM TIRAR EDUCAÇÃO FÍSICA, ARTES?" (FOTO: TÂNIA RÊGO/ABR)


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, lamentou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e classificou o episódio como "um tropeço na democracia". O comentário foi feito durante uma de suas aulas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde o ministro leciona Teoria do Estado. Lewandowski foi responsável pela condução do julgamento de Dilma no Senado. A gravação foi registrada na última segunda-feira, 26, pela revista Caros Amigos.
Antes de encerrar a aula, Lewandowski criticou o presidencialismo de coalizão, que considerou ser fruto da Constituição de 1989, com o aumento dos partidos, mas também de um "erro" do Supremo, que acabou com a cláusula de barreiras. "Deu no que deu. Nesse impeachment que todos assistiram e devem ter a sua opinião sobre ele. Mas encerra exatamente um ciclo, daqueles aos quais eu me referia, a cada 25, 30 anos no Brasil, nós temos um tropeço na nossa democracia. É lamentável. Quem sabe vocês, jovens, consigam mudar o rumo da história."
Lewandowski também criticou a iniciativa do governo Michel Temer de propor a reforma do ensino médio através de uma medida provisória, na semana passada, sem consultar a população. "Grandes temas como o estatuto do desarmamento tiveram um plebiscito para consultar a população. Agora a reforma do ensino médio é proposta por medida provisória? São alguns iluminados que se fecharam dentro de um gabinete e resolveram tirar educação física, artes? Poxa, nem um projeto de lei não foi, não se consultou a população", declarou Lewandowski.
Ele afirmou ainda que "o Estado democrático de Direito é aquele que amplia direitos e complementa a democracia representativa mediante a participação popular". Para Lewandowski, "todas as leis importantes" só deveriam entrar em vigor após um plebiscito ou um referendo regulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo, segundo Lewandowski, poderia ser estipulado em alguns meses pelo próprio TSE. "A iniciativa legislativa tinha que ser facilitada também, pois o número de assinaturas mínimo é praticamente impossível", comentou aos alunos. (AE)

Elenco de Velho Chico elogia câmera subjetiva em homenagem a Montagner

Recurso técnico permite que o público veja o desfecho da trama através dos olhos do personagem Santo

 Diário de Pernambuco
Globo/Reprodução

A semana final de Velho Chico tem sido de fortes emoções. As cenas gravadas após a morte do ator Domingos Montagner começaram a ir ao ar nesta segunda-feira (26) e repercutiu entre os espectadores. A câmera subjetiva para representar Santo, fazendo com o que o público veja o desfecho da história através dos olhos do protagonista, foi elogiada pelos fãs da trama. Durante as sequências, algumas sonoras do ator também apareceram editadas.

Os companheiros de elenco da novela também se emocionaram e comentaram as sequências nas redes sociais. Entre eles, o ator recifense Renato Góes, que viveu Santo na primeira fase da trama. "Você esta aqui meu amigo! Mais presente do que nunca. Que homenagem linda!! Obrigado Velho Chico", escreveu. 

"Hoje foi difícil conter as lágrimas assistindo a linda homenagem feita à Domingos Montagner, o eterno Santo dos Anjos, em #velhochico A câmera subjetiva (como se fossem os olhos de Santo) e algumas falas antigas e editadas de Domingos...tornaram possível driblar a ausência indelével e fazer presente aquele que, fisicamente, não estava mais ali. 
Mas que estará pra sempre vivo na história e em nossos corações. Em nossa memória. Achei de uma sutileza poética indescritível...", elogiou Carol Castro, a atriz também participou da primeira fase da novela. 

Após o falecimento de Domingos, morto no último dia 15, no Rio São Francisco, a esposa Luciana Lima liberou para ir ao ar, sem restrição, todas as cenas do marido. A última de Montagner, gravada no dia do acidente ao lado de Gabriel Leone (Miguel) e Camila Pitanga (Maria Tereza), foi ao ar no sábado. A produção chega ao fim nesta sexta-feira (30) e será substituída por A lei do amor.

Drama entre paciente e médico no HRT expõe a falência da saúde pública


Agência Brasília/Divulgação


Parentes de um auxiliar de obras que havia sofrido AVC não queriam deixar o consultório e acusavam médico de negligência. O profissional pedia para que a família liberasse a sala a fim de que outros pacientes em estado grave pudessem ser atendidos. Após ser internado, o homem passou quatro dias sobre uma maca no corredor do Hospital Regional de Taguatinga



A precariedade dos hospitais públicos locais muitas vezes provoca o acirramento dos ânimos devido a casos como demanda acima da capacidade, longas filas, falta de leitos e de condições adequadas tanto para pacientes quanto para os profissionais. Um episódio ocorrido no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) no último dia 22 ilustra essa realidade. De um lado, parentes de um homem que havia sofrido acidente vascular cerebral (AVC) acusava um médico de negligência. Do outro lado, o profissional pedia para que a família liberasse o consultório a fim de que outros pacientes em estado grave pudessem ser atendidos. A confusão foi registrada em vídeo.


No centro da discussão, estava o auxiliar de obras Valdemar Cândido da Silva, 53 anos, levado ao HRT após ter sofrido um AVC na manhã de 22 de setembro. No local, ele foi atendido, medicado e submetido a exames. Valdemar aguardou por cinco horas até receber os resultados, que constataram o AVC, e foi acomodado — de forma inadequada — nos corredores da unidade de saúde, pois não havia leitos disponíveis nos quartos. E foi durante a espera de cinco horas que os problemas ocorreram.
A irmã do paciente, Vilma Ursulina, 48 anos, relata que, após o atendimento inicial, Valdemar fez os exames e recebeu a classificação laranja (urgente). Um servidor, ao ver a condição do auxiliar de obras, sugeriu que a família o acomodasse em um dos consultórios. Deitado em uma maca, ele teria um pouco mais de conforto enquanto aguardava o resultado dos exames.
Pouco mais de uma hora depois, um médico que estava de plantão pediu para que a família desocupasse o local. “Ele afirmou que havia mais 20 pacientes em estado grave para atender. Falei da situação do meu irmão, disse que estávamos esperando alguns resultados e que ele estava muito fraco. Ele disse que, com aquela situação, não atenderia mais ninguém, saiu e bateu a porta”, contou Vilma.
Na gravação, é possível ouvir o médico dizendo: “Enquanto a senhora não sair, não haverá outros atendimentos”.
Veja o vídeo:

Diante da confusão, Valdemar começou a passar mal e desmaiou novamente. “Gritei por ajuda nos corredores e ninguém apareceu. No desespero, cheguei a ligar para a polícia, mas ela também não veio. Cheguei a pensar que eu teria que sentar e esperar ele morrer, já que até mesmo o hospital me negou socorro. Eu iria fazer o quê? Colocar meu irmão nas costas e levar para onde?”, desabafou.
Duas horas depois, Valdemar foi atendido por outro médico, que constatou o AVC. Ele precisou ser internado às pressas, mas o hospital não tinha vaga em nenhum dos quartos. Vilma, então, percorreu os corredores e encontrou uma maca, que, segundo ela, estava suja de sangue. “Coloquei uns panos que eu havia levado e, com a ajuda da minha filha, o colocamos na maca, onde ele ficou por quatro dias”, disse Vilma.
O irmão dela voltou para casa no domingo, por iniciativa de Vilma. “O local era muito sujo, a água do banheiro era gelada demais. Fiquei com medo dele pegar outras doenças”, contou.
Veja vídeo de Valdemar no corredor do HRT

Vilma acrescentou que Valdemar já havia sofrido um AVC em dezembro de 2015 e teve graves sequelas: a fala e os movimentos de parte do corpo ficaram comprometidos. Desde então, ele faz fisioterapia na Policlínica de Taguatinga. Foi justamente durante uma sessão de exercícios que o homem passou mal e desmaiou, no último dia 22, antes de ser levado ao HRT.
Nota da secretaria
Questionada sobre o caso, a Secretaria de Saúde informou que “o paciente foi admitido na unidade na última quarta-feira (22), quando, após avaliação médica, foi internado e recebeu toda a assistência necessária. Ele foi medicado e passou por exames até a segunda-feira (26). De acordo com a chefia de equipe, na segunda (26), no horário da visita médica, foi percebida a evasão do paciente”.
Ainda de acordo com a pasta, “a direção do hospital frisa que não houve negligência médica no atendimento”.

Não é divertido ser um ativista pelos direitos animais. Não é divertido fazer protestos. Não é divertido responder às desculpas ridículas das pessoas sobre violência. Não é divertido conhecer o que sabemos. Não é divertido compartilhar informação eternamente, e ter isso constantemente ignorado. Não é divertido ser ridicularizado, questionado, ou criticado. Então por que nós fazemos isso? Nós fazemos isso pela mesma razão que os abolicionistas pela escravidão humana fizeram o que fizeram... Porque sabemos que o direitos de outrem de viver livre de opressão e violência é mais importante do que nossas zonas de conforto… porque sabemos que os direitos deles estão interligados aos nossos!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Não existe maior amor do que dar a própria vida por causa do amigo. João 15:13

Amigos dos animais; protetores; simpatizantes e pessoas de boa vontade: Quem nos conhece, sabe que nunca pedimos auxílio financeiro, e que cuidamos dos animais resgatados, acidentados e doentes com recursos próprios.
Mas, frente à urgência e gravidade deste caso, eu e a amiga Cleonice Bueno De Morais Estrada Do Alvarengas estamos desesperadas, para salvar este anjinho resgatado na Estrada dos Alvarengas. Ele precisa fazer uma cirurgia, pois a mandíbula está fraturada. Foi abandonado, com um chute que lhe partiu a mandíbula inferior.
Pelo tamanho e gravidade da fratura terá que fazer cirurgia urgentemente, pois está infeccionado e com uma cratera, que o impede de alimentar-se.
O procedimento consistirá na colocação de placa e junção da mandíbula fraturada.
O valor da Cirurgia é de R$ 800,00.
Quem quiser maiores informações, por favor, entre em contato com a amiga Cleonice Bueno De Morais Estrada Do Alvarengas, cujo número de whatsaap e celular é: (11) 99270-4793 operadora Claro.
Dados bancários:
Caixa Econômica Federal
Agência 1207
Conta poupança 01300184056-8
TITULAR: Alexandre Bento De Oliveira Junior
Gratas.
Cleonice Alvarenga Bueno De Morais com Adriane Adriafer Ghirlinzoni e outras 37 pessoas.
o resgatei da Estrada do Alvarengas ele precisa fazer uma Cirurgia pois a Mandíbula esta fraturada E além de abandonar ele quem fez isso devia o maltratar pois foi um chute que ele levou. Para o tamanho da fratura e vai ter que fazer cirurgia, colocação de placa e juntar a Mandíbula quebrada, E o valor da Cirurgia e de 800,00reais,esta resgatado eu peço me ajudem a salvar essa vida caixa econômica agencia 1207 conta poupança 01300184056-8 titular e o meu filho Alexandre Bento De Oliveira Junior o cartão fica comigo o próprio Alexandre deixa comigo.meu zap e celular e 99270-4793 operadora Claro,

Janot pede fatiamento do maior inquérito da Lava Jato no Supremo

28/09/2016 20h07 - Atualizado em 28/09/2016 20h46

Procurador quer dividir inquérito em 4 partes: PT, PP e duas para o PMDB.
'Inquérito-mãe' investiga existência de organização criminosa na Petrobras.

Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília

A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu nesta quarta-feira (28) a divisão em quatro inquéritos da maior e principal investigação da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a que apura se existiu uma organização criminosa com a participação de políticos e empresários para fraudar a Petrobras.
O chamado "inquérito-mãe" da Lava Jato tem oficialmente 39 investigados – a maioria do PP. Em maio, houve um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot para inclusão de mais 30 nomes, principalmente ligados ao PT e ao PMDB, entre os quais o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em razão de reclamações de advogados, que contestavam a inclusão de seus clientes na investigação, o ministro Teori Zavascki consultou o procurador-geral Rodrigo Janot para saber se pretendia reavaliar os termos do pedido.
Em resposta ao ministro, Janot manteve os pedidos e solicitou a divisão do inquérito em quatro partes para agilizar a investigação.
Em um dos inquéritos, Janot quer investigar separadamente a atuação do PT. Em outro, a do PP. Em um terceiro, a do PMDB da Câmara e, no quarto, a do PMDB do Senado.
Para o procurador-geral, embora tenham indicado um esquema de corrupção amplo na Petrobras, as investigações apontam também para a existência de subesquemas, na qual cada partido dominava uma diretoria e atuava em desvios nos contratos.
De acordo com as investigações, o PP atuava para desviar valores da Diretoria de Abastecimento. A partir daí, havia pagamento de propina a políticos do partido. Segundo a denúncia, o PT atuava nos contratos da Diretoria de Serviços e o PMDB, na Diretoria Internacional.

Em várias decisões, Teori Zavascki tem demonstrado o entendimento de que compete à Procuradoria, que é a titular da ação penal, direcionar as investigações, enquanto o STF deve somente analisar se os atos seguem a lei. Mesmo assim, ele terá que decidir sobre o pedido do procurador.
A avaliação é de que a divisão dos temas permitirá averiguar com mais precisão as condutas dos envolvidos nas fraudes.
Inclusão de nomes no inquérito
Em maio, o procurador-geral pediu a inclusão de 30 nomes porque, até então, o inquérito investigava principalmente políticos do PP e a bancada do PMDB no Senado, entre eles Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (PI), Edison Lobão (MA) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL).
Mas, segundo Janot, "novos elementos probatórios" apontaram para um "novo desenho, bem mais amplo e complexo do que aquele projetado no início das investigações".
Janot quer que a bancada do PMDB na Câmara, incluindo o ex-presidente da Casa e deputado afastado, Eduardo Cunha (RJ), e aliados dele, além de diversos políticos do PT passem a ser investigados nesse inquérito.
O procurador disse que há provas de que o grupo atuou para desviar recursos de várias empresas e para enriquecer ilicitamente agentes públicos, políticos e grupos de empresários, além de financiar campanhas eleitorais.
Esse aprofundamento das investigações mostrou, segundo os procuradores, que a organização criminosa tem dois eixos centrais – o primeiro ligado a membros do PT e o segundo ao PMDB.
No caso do PT, de acordo com o procurador, a propina vinha principalmente em forma de doação oficial.
"No âmbito do núcleo do PT, a organização, ao que tudo indica, era especialmente voltada à arrecadação de valores ilícitos, por meio de doações oficiais ao Diretório Nacional, que, posteriormente, fazia os repasses de acordo com a conveniência da organização criminosa. Esse projeto de poder fica evidente em diversos relatos de colaboradores", afirmou.
Para pedir a ampliação do inquérito, o procurador se baseou nas delações premiadas do ex-senador Delcídio do Amaral, do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e de dirigentes da Andrade Gutierrez, cuja delação ainda está sob segredo de Justiça
.

Um em cada quatro vereadores de Porto Alegre tem problemas com a Justiça

Flávio Ilha
Colaboração para o UOL, em Porto Alegre



  • A partir da esq., o presidente da Câmara de Porto Alegre, Cássio Trogildo (PTB), o primeiro vice-presidente, Guilherme Socias Villela (PP), e o segundo vice, Delegado Cleiton (PDT)A partir da esq., o presidente da Câmara de Porto Alegre, Cássio Trogildo (PTB), o primeiro vice-presidente, Guilherme Socias Villela (PP), e o segundo vice, Delegado Cleiton (PDT)
Pelo menos dez vereadores entre os 36 que compõem o Poder Legislativo de PortoAlegre, alguns deles candidatos à reeleição, respondem a processos na Justiça comum ou na Justiça Eleitoral.
Entre eles, estão o presidente da Câmara, Cássio Trogildo (PTB), o primeiro vice-presidente, Guilherme Socias Villela (PP), e o segundo vice, Cleiton Silvestre Munhoz de Freitas (PDT), conhecido como Delegado Cleiton.
Outros sete casos envolvem vereadores da base de apoio do governo municipal, incluindo o líder da maioria, Kevin Krieger (PP), condenado a devolver R$ 130 mil aos cofres estaduais por má gestão na Fasc (Fundação de Assistência Social e Cidadania) durante o exercício fiscal de 2014. A condenação está em fase de recurso.
UOL fez uma busca pelos portais de acesso aos processos eletrônicos do TJ (Tribunal de Justiça) do Rio Grande do Sul e da Justiça Eleitoral para obter os registros. Nem o TJ nem a Justiça Eleitoral quiseram comentar os resultados, dizendo que os casos ainda não transitaram em julgado e, portanto, não têm sentença definitiva. Os parlamentares negam irregularidades.

Presidente cassado, mas com mandato

A citação mais grave envolve o presidente de Câmara, cassado em 2013 pelo TRE por compra de votos e abuso de poder econômico na eleição do ano anterior. O vereador Cássio Trogildo se manteve no cargo devido a uma liminar do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e foi eleito presidente em janeiro por acordo de líderes. Nem a anulação da escolha pela Justiça, em agosto, conseguiu afastá-lo do cargo. Não há previsão para o julgamento do mérito pelo TSE.
Em 2012, o Ministério Público Eleitoral ingressou com uma ação contra Trogildo acusando a utilização da estrutura da Secretaria de Obras para a compra de votos. Segundo a denúncia, amparada em escutas de conversas do vereador com um delegado do Orçamento Participativo, Trogildo condicionava a colocação de asfalto e iluminação pública em bairros de Porto Alegre à votação em seu nome pelos eleitores da comunidade.
Divulgação/Guilherme Almeida/Câmara de Porto Alegre
O parlamentar sempre negou as acusações, o que não impediu que fosse cassado por unanimidade pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O Ministério Público afirma que o vereador fez uso indevido da estrutura da Secretaria de Obras por pelo menos cinco vezes quando estava licenciado do cargo de secretário para concorrer em 2012. A defesa do vereador recorreu e obteve uma liminar suspendendo os efeitos da decisão.