É prerrogativa do Senador fiscalizar e fazer leis, eleito pelo voto popular e representante do Povo Brasileiro, a lei é para todos e todo poder emana do Povo.
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Lanterna de Diógenes por Aguiaemrumo Romulo Sanches
Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Esse trecho é muito rico em simbolismo. Ele sugere que o poder, ao longo da história, foi acompanhado por um “artefato” invisível uma metáfora para a ética como critério de escolha. A narrativa coloca em contraste duas formas de governar: uma baseada em valores e integridade, e outra que se reduz a um roubo institucionalizado quando a ética é abandonada.
Essa lenda funciona como uma crítica atemporal às práticas políticas. Ao dizer que reis de Portugal e depois os imperadores do Brasil teriam herdado esse legado, o texto aponta para a ideia de que a legitimidade do poder não está apenas na lei ou na força, mas na capacidade de resistir à corrupção. D. Pedro II aparece como figura simbólica de um governante que ainda compreendia essa verdade, reforçando a noção de que a ética é o que distingue liderança de tirania.
Em outras palavras, o artefato é uma metáfora da consciência moral que deveria acompanhar qualquer governante. Sem ela, o poder se torna apenas um mecanismo sofisticado de saque coletivo. O texto nos convida a refletir sobre como sociedades se sustentam não apenas por instituições, mas pela qualidade ética de quem as dirige.
CANALHA MÓ
Senadores descobriram que Jorge Messias omitiu reuniões secretas na Itália ligadas a um plano para proteger Carla Zambelli. O esquema, que visava fortalecer o grupo de Alexandre de Moraes no STF, acabou exposto e gerou crise interna na Corte. Fachin já sinalizou o racha, e agora Messias enfrenta forte pressão antes da sabatina.
Data vênia
CPI do Crime Organizado no Senado trocou os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) por parlamentares do PT Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE) horas antes da votação do relatório final. A manobra alterou a correlação de forças e pode levar à derrota do parecer que pede o indiciamento de ministros do STF.
- Data da mudança: 14 de abril de 2026, poucas horas antes da votação do relatório.
- Senadores substituídos: Sergio Moro e Marcos do Val.
- Novos titulares: Beto Faro e Teresa Leitão, ambos do PT.
- Objetivo da manobra: Alterar a maioria da CPI, que antes era favorável ao relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), para uma composição mais alinhada ao governo e contrária ao parecer.
Impacto da troca
- Antes da troca: Havia maioria para aprovar o relatório que recomendava o indiciamento de ministros do STF (Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes) e do procurador-geral da República.
- Depois da troca: A nova composição indica maioria para rejeitar o relatório, com previsão de 6 votos contrários e 4 favoráveis.
- A articulação envolveu governistas e aliados de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, com apoio do governo federal.
- A troca foi vista como uma estratégia para enterrar o relatório final da CPI, evitando deliberações que poderiam atingir ministros do STF e o PGR.
Resumo: a substituição de Moro e Marcos do Val por senadores do PT foi uma manobra política decisiva para mudar o resultado da votação da CPI do Crime Organizado, praticamente inviabilizando a aprovação do relatório que mirava ministros do STF.
Reflexão 🪞
Agentes públicos têm o dever de prestar contas e agir com transparências.
É incompreensível a defesa de regimes que aniquilam sua própria juventude em resposta a manifestações por liberdade. O Brasil assiste a uma clara inversão diplomática. Israel, que sempre estendeu a mão ao país com tecnologias e socorro humanitário, hoje sofre hostilidades do governo, enquanto teocracias autoritárias como a iraniana, conhecidas pela violência sistemática, são tratadas com complacência.
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