domingo, 17 de abril de 2016

Forte terremoto de magnitude 7.8 atinge o Equador

Folhapress – Um forte terremoto de magnitude 7.8 foi registrado no Equador na noite deste sábado (16), segundo informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico registrou que o tremor gerou a possibilidade de ondas violentas nas costas do Equador e da Colômbia.
O epicentro do terremoto foi próximo à costa equatoriana, a 173 quilômetros da capital Quito, em uma região próxima à cidade de Muisne. Ele ocorreu a uma profundidade de apenas 19 km, o que pode gerar efeitos ainda mais violentos na superfície.
Segundo a agência de notícias Reuters, ainda não há relatos de vítimas e destruição por causa do terremoto, mas partes do país estão sem energia elétrica e sem telefones. A mídia local relata que pelo menos uma casa e um viaduto desabaram na cidade de Guayaquil, mas ainda não há confirmação oficial.
A Associated Press relata que o terremoto foi sentido com força em Quito, onde os prédios balançaram por cerca de 40 segundos. Testemunhas relataram que muitas pessoas fugiram dos prédios para as ruas da cidade.
“Eu estava na minha casa assistindo a um filme quando tudo começou a balançar. Corri para a rua e agora não sei o que vai acontecer”, disse Lorena Cazares, 36, uma trabalhadora da área de telecomunicações, de Quito.
Várias fotos publicadas em redes sociais mostram imagens de destruição superficial em prédios e lojas. Testemunhas falam ainda de uma série de tremores secundários menores.
A agência France Presse registrou danos materiais nas cidade de Manabí e Guayas. No aeroporto de Guayaquil, passageiros que aguardavam voos saíram correndo de um terminal ao sentir o tremor.
“Caíram lâmpadas do teto, e as pessoas corriam desesperadas”, disse uma testemunha à AFP.
O USGS informou anteriormente que o terremoto seria de magnitude 7.4, mas corrigiu em seguida para 7.8. A rede de TV CNN diz que o Instituto Geofísico do Equador registrou o tremor como tendo magnitude 6.9.
Há relatos de que o terremoto foi sentido também na Colômbia.

Aliado de Temer diz que seu grupo tem ‘estoque de votos’

Folhapress – Presidente interino do PMDB e aliado do vice-presidente Michel Temer, o senador Romero Jucá (RR) disse que o governo vem promovendo um “ataque especulativo” sobre os deputados nas últimas horas, mas que no QG peemedebista o clima é de tranquilidade. Ele ainda criticou o clima de acirramento e a briga entre seguranças do ex-presidente Lula e militantes pró-impeachment. “Até para perder tem que ter elegância.”
O peemedebista falou ao chegar na residência oficial de Temer, em Brasília. “É natural que o governo tente fazer um esforço, não esperávamos que eles ficassem de braços cruzados. Mas confiamos que os parlamentares tem responsabilidade com o país”, disse Jucá.
Ele afinou que os aliados de Temer tinham uma “reserva de votos” para exibir quando houvesse a escalada da ofensiva do governo contra o impeachment. “Em todos os planares o que se vê é o aumento dos votos [pró-impeachment]. Agora é acompanhar e esclarecer qualquer tipo de dúvida”, afirmou.
Jucá ainda rebateu as críticas do ex-presidente Lula a Temer. Em evento na manhã deste sábado, o petista afirmou que o vice de Dilma buscava uma “atalho” para o poder. “O que Lula chama de atalho, eu chamo de constituição. Nós temos um calendário de eleições. Teremos eleições municipais em 2016 e depois em 2018. Vamos ver qual dos dois partidos vai se sair melhor”, provocou.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

Irmão de líder do MST vai votar pelo impeachment de Dilma

BRASÍLIA — Os Stédile estão rachados sobre o futuro da presidente Dilma Rousseff. Principal liderança do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile tem defendido o mandato Dilma e está em plena campanha contra seu impeachment. Inclusive participando de reuniões no Palácio do Planalto. Mas não convenceu seu irmão, o deputado José Stédile (PSB-RS) a acompanhar sua posição. O parlamentar vai votar pelo impeachment e disse que até aprendeu a criticar com o governo com o próprio irmão.
— Não entendo ele. Vivia fazendo discursos que Dilma foi a pior presidente para a reforma agrária e, agora, diz que acredita nela. Vai entender? — disse Stédile ao GLOBO na noite desta sexta-feira, logo após seu discurso em plenário confirmando o voto contra Dilma.
Stédile, o deputado, disse que eles não têm conversado com frequência.
— É meu irmão. Amo ele. Mas não temos conversado muito ultimamente, por causa da posição dele — disse José Stédile.
O parlamentar afirmou a parceria que existiu no passado entre o PSB e o PT se deteriorou por culpa dos petistas.
— O PT se afastou das lutas. É um quero-quero (pássaro) na política: canta na direta e bota o ovo na esquerda. O PT virou direita — disse.
No seu discurso, ele criticou Dilma.
— Pode até ser que o Michel Temer não resolva os problemas do país, mas com Dilma vai ser pior.
Ele também atacou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
— Defendemos também o afastamento de Eduardo Cunha. É preciso fazer essa limpeza na

24 anos após derrubar Collor, Câmara vota impeachment de Dilma


São necessários 342 votos para a aprovação que poderá pôr o fim da era de 13 anos do PT no poder
POLÍTICA HOJEHÁ 33 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

Vinte e quatro anos após o impeachment de Fernando Collor, o primeiro presidente eleito depois de duas décadas de ditadura militar, a Câmara dos Deputados decide neste domingo (17) se autoriza ou não a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. São necessários 342 votos para a aprovação que poderá pôr o fim da era de 13 anos do PT no poder. 
Caso a Câmara dê o prosseguimento para impedir Dilma, o Senado vai precisar decidir nas próximas semanas, por maioria simples, se abre o processo, causando o afastamento imediato da presidente do cargo por até 180 dias, segundo informações da Gazeta do Povo. Na guerra pelo Palácio do Planalto, a presidente Dilma e o vice Michel Temer, que assumiria em seu lugar, passaram o sábado buscando pessoalmente voto a voto o apoio de parlamentares. Ao fim do dia, aliados de ambos diziam ter os votos necessários. 
A presidente passou o dia telefonando para parlamentares ou recebendo-os no Palácio da Alvorada e desistiu de participar de evento. 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva representou Dilma no evento do MST e manteve contato com deputados. No acampamento, Lula comparou as últimas negociações em busca de votos com a “bolsa de valores”, devido ao “sobe e desce” do placar do impeachment.  
Neste domingo (17), Dilma ficará no Alvorada acompanhando a votação, ao lado de ministros e é possível que fale à imprensa após o resultado da votação. 
Após ter sido pivô de uma das muitas brigas entre Dilma e Temer, que disputavam seu apoio, o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab aliou-se formalmente a Temer.  
O novo presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que substituiu Temer, garantia ter mais que os 342 votos necessários para o impeachment. J 
No governo, a estratégia hoje foi manter sigilo sobre os apoios conquistados porque, segundo um auxiliar presidencial, Temer voltou para Brasília para buscar indecisos que resolveram votar contra o impeachment . A caça ao voto vai se prolongar durante toda a manhã deste domingo e se estenderá durante a votação. Os governistas contabilizavam um placar apertado: entre 171 e 172 votos contra o impeachment.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

Esplanada terá acesso controlado e 'regras de conduta' no domingo; veja Vias estão interditadas desde sexta, e pessoas são revistadas no acesso. Muro divide atos pró e contra impeachment; votação deve começar às 14h. Do G1 DF

Muros são colocados em gramado em frente ao Congresso Nacional para separar manifestantes pró e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em Brasília (Foto: Alexandre Bastos/G1)Muros são colocados em gramado em frente ao Congresso Nacional para separar manifestantes pró e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em Brasília (Foto: Alexandre Bastos/G1)
As forças de segurança do Distrito Federal anunciaram uma série de regras específicas para quem pretende acompanhar a votação do impeachment neste domingo (17) na Esplanada dos Ministérios. O acesso à área será monitorado e grupos pró e contra o impedimento da presidenteDilma Rousseff estarão separados por barreiras físicas e de policiamento.
Os grupos têm áreas já definidas na Esplanada para os protestos. Eles estarão separados por um “muro” de um quilômetro, montado por detentos do regime semibaerto, a partir da Catedral Metropolitana. A Força Nacional vai reforçar o efetivo, que conta com 3,7 mil policiais civis e militares. A expectativa do governo é de que 300 mil pessoas acompanhem a votação.O trânsito de veículos no Eixo Monumental entre a Rodoviária do Plano Piloto e o balão do Presidente foi bloqueado na madrugada de sexta (15) e permanece assim até a dispersão dos grupos, neste domingo. O Metrô ficará fechadopor causa de uma paralisação de servidores, mas o DFTrans promete reforçar linhas de ônibus.
As zonas para os manifestantes estarão divididas por um corredor de 80 metros de largura por um quilômetro de comprimento, extensão que vai da Catedral ao Congresso Nacional. A passagem será de trânsito exclusivo das forças de segurança e será guarnecido por policiais militares encarregados de impedir que um grupo invada o espaço reservado ao outro. Telões foram montados para que os participantes dos atos possam acompanhar a votação.
Os manifestantes a favor do impeachment ficarão em um ponto de concentração próximo à Catedral Metropolitana (do lado do Eixo Monumental que fica no sentido do Congresso) e por isso só podem estacionar na Asa Sul. Os contra, perto do Teatro Nacional (do lado do Eixo Monumental no sentido contrário ao Congresso), e por isso só podem estacionar na Asa Norte. Policiais militares “filtrarão” os manifestantes a partir do dia 15, indicando para onde devem se direcionar.
Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)
De acordo com o plano operacional, a área que compreende a Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto, o Itamaraty e o Ministério da Justiça estarão restritos para o trânsito das forças de segurança. Assim, as duas áreas reservadas para os manifestantes estão limitadas até a Alameda dos Estados.
O esquema de segurança vai permitir que bonecos "de mão" sejam usados pelos manifestantes. Já as estruturas de grande porte, que possam ser vistas por cima do alambrado, estão vetadas. Os grupos que tiverem os interesses atendidos no processo poderão desfilar com trio elétrico pela Esplanada dos Ministérios, mas somente depois da dispersão dos movimentos opostos.
Por segurança, pontos turísticos estão com as visitas suspensas nos próximos dias. O Congresso Nacional segue fechado para o público externo até quinta-feira (21). A Catedral Metropolitana está aberta apenas para as missas. O Palácio do Planalto só funcionará neste domingo para atividades administrativas (veja lista completa).
O funcionamento de lojas também vai ser alterado. A orientação do Sindicato do Comércio Varejista é para que os shoppings da região central da cidade não funcionem.
Análise e votação
O relator da comissão especial do impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), sustenta em relatório haver indícios de que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos de crédito extraordinário sem autorização do Congresso Nacional e ao permitir a prática das chamadas “pedaladas fiscais”, que é o atraso no repasse pela União aos bancos públicos para o pagamento de benefícios sociais.
A votação está prevista para começar a partir das 14h de domingo. Entre sexta e sábado, todos os 25 partidos políticos com representação na Casa tiveram direito a uma hora de pronunciamentos no plenário. Os servidores estão acessando o prédio pelo Anexo IV.
Policiais militares na Esplanada dos Ministérios (Foto: Gabriel Luiz/G1)Policiais militares na Esplanada dos Ministérios (Foto: Gabriel Luiz/G1)
Apenas deputados, servidores, jornalistas credenciados e prestadores de serviço poderão entrar nas dependências da Câmara entre os dias 14 e 21 de abril. A decisão de restringir o acesso, segundo a direção da Casa, foi tomada por questões de "segurança e proteção das pessoas e do patrimônio físico, histórico e cultural da instituição".
A Mesa Diretora distribuiu uma credencial específica para que o grupo possa circular pelo Salão Verde e entrar no plenário no período. Visitas institucionais às dependências do prédio estão suspensas até o dia 21 de abril, assim como as sessões solenes e outros eventos que seriam realizados no período.
Orientações para os manifestantes
- Não será permitido portar objetos cortantes, garrafas de vidro, hastes de madeira ou fogos de artifício;
- Não será permitido usar máscaras ou cobrir o rosto com lenços ou bandanas;
- Não será permitido estacionamento ao longo das vias;
- Não será permitida a venda de bebidas alcoólicas;
- Não é recomendado que pais levem crianças, mas, caso seja a decisão dos responsáveis, é necessário que elas estejam identificadas e, em hipótese alguma, sejam submetidas a situações de risco;
- Também não é recomendado que idosos ou pessoas com problemas cardiovasculares estejam no local de grande aglomeração.
Regras para as manifestações
- Megafones serão recolhidos;
- Instrumentos musicais serão permitidos para emissão de som. Se utilizados para finalidade diversa, poderão ser recolhidos;
- Faixas e bandeiras poderão ser manualmente portadas, sem hastes, e poderão ser fixadas ao longo dos alambrados de divisão das áreas;
- Carros de som serão permitidos em pontos específicos: um no Museu da República, um no Estacionamento do Teatro Nacional, um na via S1 na altura da Alameda das Bandeiras e um na via N1 na altura da Alameda das Bandeiras;
- Carros de som localizados na Alameda das Bandeiras serão controlados pela Polícia Militar e pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social para informes oficiais periódicos, informes parciais e orientações. Interlocutores dos grupos serão cadastrados pelo governo deBrasília e poderão subir nesses carros de som apenas para dar orientações, palavras de ordem e de comando aos manifestantes. Serão cadastrados como interlocutores quatro representantes de cada grupo, num total de oito pessoas.

Câmara discute se abre processo de impeachment; saiba o que acontece

16/04/2016 12h58 - Atualizado em 16/04/2016 16h36


Votação no plenário está prevista para ocorrer na tarde de domingo (17).
Sessão começou às 8h55 de sexta com autores do pedido e a defesa.

Do G1, em Brasília
A Câmara dos Deputados discute no plenário desta sexta-feira (15) se abre ou não o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Se aprovado, o processo vai ao Senado.
Neste fim de semana, os deputados discutem um parecer aprovado por uma comissão especial formada por 65 membros da Câmara. O parecer foi favorável ao afastamento de Dilma.
São necessários, no mínimo, 342 votos para que o relatório seja aprovado, e o processo siga para o Senado.
Veja o roteiro dos três dias de sessão do impeachment na Câmara:



header sexta (Foto: Arte/G1)
1 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), abriu a sessão no plenário principal da Casa às 8h55.
2 - Os primeiros a falar foram os autores do pedido de impeachment: os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e a advogada Janaína Paschoal.
3 - Em seguida, foi feita a defesa de Dilma pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.
4 - Os representantes de cada uma das 25 legendas com representação na Câmara têm 1 hora para se manifestar sobre o impeachment no plenário. Os líderes partidários podem indicar até cinco deputados para falar dentro desse intervalo de 1 hora. A ordem dos partidos foi da maior para a menor bancada (Leia mais aqui).

header sábado (Foto: Arte/G1)
5 - Encerrados os discursos dos representantes dos partidos, tiveram início as manifestações individuais de deputados que se inscreveram no dia anterior. Cada deputado tem três minutos para falar, e são alternados discursos a favor e contra o impeachment. Acompanhe ao vivo
– Nesta etapa, o regimento da Câmara permite que, após quatro falas, seja apresentado requerimento para encerrar a discussão – que deverá ser submetido à votação. Se não for apresentado requerimento, a discussão continua, e a previsão é que os discursos terminem na madrugada de domingo (17).

header domingo (Foto: Arte/G1)
6 -  A sessão que definirá a abertura ou não do processo de impeachment está marcada para começar às 14h.
7 - O relator do parecer, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para falar.
8 - Em seguida, os líderes poderão falar entre 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada, além de mais um minuto para orientar suas bancadas para a votação.
9 - Por volta das 15h, deve começar a votação, que será nominal. Os deputados serão chamados um a um ao microfone para declarar seu voto de “sim” ou “não” pela aprovação do parecer do relator de impeachment. Os deputados também podem se abster. A previsão é que cada deputado leve 30 segundos, em média, para votar.
– A ordem da votação alternará deputados do Norte e do Sul, começando pelo Norte. Dentro de cada estado, a chamada terá ordem alfabética. Cunha poderá votar dentro da chamada dos deputados do Rio de Janeiro ou assim que todos os parlamentares da Casa tiverem se manifestado.
10 - Ao fim da chamada dos 513 deputados, será realizada uma segunda chamada para os que estavam ausentes na primeira possam se manifestar.
– Para aprovar o parecer da comissão especial são necessários, no mínimo, 342 votos a favor do impeachment – equivalente a 2/3 dos deputados. Em caso de aprovação, a Câmara autoriza a continuidade do processo de afastamento de Dilma, que seguirá para o Senado, responsável por instaurar o processo e julgar a presidente.

Com 42 horas, sessão que discutiu impeachment foi a maior da história Fala de siglas durou 32 horas; discursos individuais foram pela madrugada. Sessão também teve bate-boca e empurra-empurra entre os parlamentares. Do G1, em Brasília

O segundo dia de sessões na Câmara para analisar a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseffterminou às 3h42 da madrugada deste domingo (17), após 42 horas e 50 minutos de debates. A sessão que votará o processo ocorrerá na tarde deste domingo, a partir das 14h (veja ao final desta reportagem o roteiro da sessão).
Foi a sessão mais longa da história da Câmara dos Deputados. Só a fase de manifestação dos deputados das 25 legendas durou mais de 30 horas.

O encerramento da sessão se deu devido à finalização do total de inscritos presentes para falar. Ao todo, 249 se inscreveram, mas parte deles abriu mão do tempo para acelerar a sessão ou não estava presente no momento em que foi chamado . 170 deputados haviam se inscrito para discursar a favor da continuidade do processo, enquanto outros 79 eram contrários.

Antes do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, deixar o plenário, líderes dos partidos entraram em acordo para não usarem o tempo das lideranças na última sessão. Em vez disso, todo o tempo utilizado foi destinado aos deputados que estavam inscritos para se pronunciar na tribuna. Com isso, foi possível agilizar o andamento dos discursos e encerrar a sessão um pouco mais cedo.

Discursos começaram na sexta
As manifestações começaram sexta-feira (15), primeiro dia de sessão para análise do impeachment. Inicialmente, foram destinados 60 minutos para cada um dos 25 partidos se manifestarem.
Em seguida, foram abertos os discursos individuais dos parlamentares que se inscreveram para falar a favor e contra a abertura do impeachment de Dilma. As falas dos parlamentares seguiram pela madrugada deste domingo (17).
Bate-boca
Na noite de sábado, alguns parlamentares se exaltaram enquanto faziam seus discursos e houve bate-boca. Os deputados Givaldo Vieira (PT-ES) e Rocha (PSDB-AC) tiveram seus discursos interrompidos e acabaram ganhando um minuto a mais para discursar.
O deputado Pepe Vargas (PT-RS) sugeriu que o tempo seja parado se o parlamentar for interrompido, para que todos tenham o direito a falar por 3 minutos.
Desistências
Foram 249 deputados inscritos para falar, mas 60 parlamentares de 14 partidos da oposição abriram mão de seus tempos já na noite de sábado para acelerar o processo e garatir que a votação tenha início no fim da tarde deste domingo, como previa a Presidência da Câmara.
Corrida contra o tempo
Fora do plenário da Casa, governo e oposição intensificaram a disputa do votos na véspera da sessão que vai decidir se o processo de impeachment segue para o Senado. Eles focaram principalmente nos deputados que ainda estão indecisos.
A sessão que vai votar a abertura ou não do processo de impeachment de Dilma está prevista para começar às 14h deste domingo. A chamada para votação deve ter início às 16h.
Cada um dos 513 deputados será chamado para dizer seu voto. A presidência da Casa prevê uma média de 30 segundo para a manifestação de cada parlamentar.
Se for aprovado, o processo de impeachment segue para análise no Senado, onde ocorrerá o julgamento da presidente, caso a denúncia seja acolhida pelos senadores.  

Veja como será a sessão de domingo:
1 -  A sessão que definirá a abertura ou não do processo de impeachment está marcada para começar às 14h.
2 - O relator do parecer, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para falar.
3 - Em seguida, os líderes poderão falar entre 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada, além de mais um minuto para orientar suas bancadas para a votação.
4 - Por volta das 15h, deve começar a votação, que será nominal. Os deputados serão chamados um a um ao microfone para declarar seu voto de “sim” ou “não” pela aprovação do parecer do relator de impeachment. Os deputados também podem se abster. A previsão é que cada deputado leve 30 segundos, em média, para votar.
– A ordem da votação alternará deputados do Norte e do Sul, começando pelo Norte. Dentro de cada estado, a chamada terá ordem alfabética. Cunha poderá votar dentro da chamada dos deputados do Rio de Janeiro ou assim que todos os parlamentares da Casa tiverem se manifestado.
5 - Ao fim da chamada dos 513 deputados, será realizada uma segunda chamada para os que estavam ausentes na primeira possam se manifestar.
– Para aprovar o parecer da comissão especial são necessários, no mínimo, 342 votos a favor do impeachment – equivalente a 2/3 dos deputados. Em caso de aprovação, a Câmara autoriza a continuidade do processo de afastamento de Dilma, que seguirá para o Senado, responsável por instaurar o processo e julgar a presidente.
tópicos: