domingo, 28 de junho de 2015

Jovem que liderou protestos em Hong Kong diz que sofreu ataque Joshua Wong liderou protestos pela democracia no ano passado. Ele diz que estava com namorada quando foi atacado por homem e mulher.

Líder estudantil Joshua Wong mostra seu ferimento em um hospital em Hong Kong nesta segunda-feira (29), horário local  (Foto: Reuters/Tyrone Siu)Líder estudantil Joshua Wong mostra seu ferimento em um hospital em Hong Kong nesta segunda-feira (29), horário local (Foto: Reuters/Tyrone Siu)
O estudante Joshua Wong, um dos líderes dos protestos estudantis que tomaram as ruas deHong Kong no ano passado, disse que ele e sua namorada sofreram um ataque em uma rua na região de Tai Kok Tsui.
Um post na página do Facebook do movimento Scholarism, do qual faz parte, relata que ele andava com sua namorada na Rua Elm, nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (dia 29 no horário local) quando foram atacados por um homem e uma mulher.
Nos protestos do ano passado, manifestantes exigiam nomeações abertas para a eleição do próximo chefe-executivo de Hong Kong em 2017. A China tinha dito que permitiria uma votação, mas apenas entre candidatos pré-selecionados
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‘É preciso vencê-los na guerra da propaganda’, diz ex-recrutador do EI Recrutadores do Estado Islâmico seduzem jovens para a guerra santa. “Muito mais fácil do que as pessoas pensam”, revela ex-recrutador.

Esta semana, três ataques terroristas em um mesmo dia, em três países diferentes, mataram pelo menos 64 pessoas, além de um terrorista. Os atentados foram atribuídos ao grupo Estado Islâmico.
Essa organização consegue convencer muitos jovens da Europa a largar tudo, para se dedicar a uma vida de terror. O Fantástico entrevistou um homem que trabalhava como recrutador desses militantes. Ele explicou como agia, e disse que agora mudou de lado.
Em uma praia na Tunísia, um atirador abriu fogo contra turistas. No Kuwait, um homem-bomba explodiu uma mesquita durante as orações. E na França, uma usina química foi atacada e um homem decapitado. Em um único dia, três casos de ataques radicais islâmicos, resultado do trabalho de recrutadores. Maajid Nawaz já foi um extremista islâmico e tinha um papel fundamental para os grupos radicais.
“Eu me juntei a um grupo radical quando tinha 16 anos. Aí me mudei para Londres, entrei na faculdade e me tornei um recrutador. Eu era presidente da união dos estudantes e comecei a recrutar pessoas no campus da faculdade”, conta o ativista Maajid Nawaz.
Maajid Nawaz jura que nunca matou ninguém, mas...
“Infelizmente, como resultado das minhas atividades, alguém que não pertencia ao meu grupo, mas nos apoiava, matou outra pessoa dentro do campus. Obviamente fui expulso da universidade, mas eu continuei com minhas atividades”, diz Maajid Nawaz.
Objetivo dos recrutadores
Assim como ele, dezenas de recrutadores de grupos extremistas agem em escolas, universidades, mesquitas e, principalmente, na internet. O objetivo: seduzir jovens para que se unam à guerra santa que esses grupos promovem contra o Ocidente. E o grande medo da Europa atualmente é que esses recrutados voltem para o continente para cometer atentados.
O Estado Islâmico, o grupo terrorista mais temido do mundo, usa vídeos bem produzidos para vender uma imagem de aventura e rebeldia, que termina em execuções das formas mais brutais possíveis. E nenhum adolescente é jovem demais para virar presa dos terroristas.
Videogame usado para enviar instruções
Recentemente, um menino de 14 anos foi condenado na Áustria a dois anos de cadeia por fazer parte de um plano de um atentado terrorista no país. Ele usou o console de um videogame para receber instruções do Estado Islâmico sobre como construir uma bomba.
Um brasileiro que vivia na Europa já foi recrutado pelos radicais. Kaike Ribeiro foi preso tentando chegar na Síria. Brian de Mulder, filho de uma brasileira, também se uniu ao Estado Islâmico.
Grã-Bretanha ficou chocada com o caso de três meninas, com idades entre 15 e 16 anos, que fugiram do país para se tornar noivas de terroristas do Estado Islâmico na Síria. As famílias não desconfiavam de nada e só descobriram a fuga quando viram as fotos delas embarcando no aeroporto.
Um dos terroristas mais famosos do mundo aparece em vídeos de execuções, como a do jornalista James Foley. Jihadi John é britânico.
O atentado dessa semana, na Tunísia, foi cometido por um homem que tinha se unido ao Estado Islâmico há apenas seis meses.
“Surpreendentemente é muito mais fácil do que as pessoas pensam recrutar jovens para grupos radicais. A razão é que muitos deles são revoltados, simplesmente porque são adolescentes. Aí é muito fácil capitalizar essa revolta se tem uma marca de sucesso atrás de você. Por isso, é importante combater essa imagem do Estado Islâmico. É importante mostrar as derrotas deles. Se eles aparecerem sempre como vencedores podem dizer que Deus está do lado deles. É preciso vencê-los não apenas no campo de batalha, mas na guerra da propaganda”, diz Maajid Nawaz.
Escola muçulmana em Londres tenta prevenir
Prevenir é o que uma escola muçulmana de Londres tenta fazer. E começa cedo. As crianças começam a estudar na escola aos quatro anos de idade e ficam até os onze. Depois elas vão para uma outra escola de ensino médio, e é aí que começa o perigo. É quando os extremistas costumam se aproximar. Por isso, eles tentam preparar as crianças na escola para esse futuro e isso ocorre em todas as disciplinas. Como pode ser visto em um trabalho sobre a história da lei britânica. A intenção é mostrar para elas que a fé pode ser diferente da praticada pela maioria dos britânicos, a cultura também, mas os valores são os mesmos.
“Queremos criar muçulmanos britânicos que entendam a sociedade em que vivem, muçulmanos que tenham orgulho do que são, mas respeitem a fé e a origem dos outros”, diz o diretor da escola, Zafar Ali.
Abandonou o extremismo
Depois de anos recrutando jovens para um grupo radical, Maajid foi preso no Egito em 2001. Ao receber apoio de grupos como a Anistia Internacional, ele mudou a visão sobre o Ocidente e abandonou o extremismo. Escreveu um livro contando a história dele, chamado "O Radical", se tornou consultor do governo britânico e criou uma fundação para ajudar jovens e evitar o extremismo. Algo que põe a vida dele em risco. Maajid não gosta de falar sobre isso.
“Digamos que eu não tenha o trabalho mais seguro do mundo”, diz Maajid.
“É muito difícil desradicalizar alguém. Acho que a melhor maneira é prevenir. Uma vez que alguém se juntou ao Estado Islâmico é muito difícil trazer de volta”, acredita Maajid.
Um esforço para que o radicalismo religioso seja contido antes de fazer as suas vítimas.

Com 'corrida aos bancos' na Grécia, governo confirma feriado bancário Gregos correram para retirar seu dinheiro dos bancos neste sábado. Bancos ficarão fechados até 6/07; haverá limite de saque nos caixas.

Gregos enfrentam fila para tirar dinheiro em um caixa eletrônico no centro de Atenas neste domingo (Foto:  AP Photo/Daniel Ochoa de Olza)Gregos enfrentam fila para tirar dinheiro em um caixa eletrônico no centro de Atenas neste domingo (Foto: AP Photo/Daniel Ochoa de Olza)
O primeiro-ministro da GréciaAlexis Tsipras, anunciou, neste domingo (28), feriado bancário e controle de capitais na Grécia. A decisão, que passa a valer a partir desta segunda-feira, segundo a BBC, foi tomada depois que os gregos começaram a retirar seu dinheiro dos bancos neste fim de semana.
Mais tarde o governo grego anunciou que os bancos ficarão fechados até o dia 6 de julho, e que na noite de segunda-feira os caixas eletrônicos serão reabertos com o limite diário de saque de 60 euros. Não haverá limite no caso de pagamentos de pensões.

Já os turistas estrangeiros e qualquer pessoa com um cartão de crédito emitido fora da Grécia não serão afetados pelos controles de capitais.
A "corrida aos bancos", que deixou mais de um terço dos caixas desabastecidos neste sábado (27), foi uma reação ao anúncio de um referendo no dia 5 de julho para a população opinar se aceita ou não as propostas de austeridade exigidas pelos credores do país. A população teme que o país saia da zona do euro.
Neste domingo, Tsipras culpou os parceiros europeus e o Banco Central Europeu por forçar a Grécia a tomar essa atitude. Ele acrescentou que não vai voltar atrás em sua decisão de realizar o referendo no próximo domingo.
O país passa por um impasse diante de dificuldades de acordo entre o governo grego e os credores de sua dívida (União Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu). No próximo dia 30, a Grécia deve pagar ao FMI 1,6 bilhão de euros - dinheiro que não tem em caixa.
Para fazer o pagamento, a Grécia depende de ajuda financeira. Porém, 7,2 bilhões de euros em ajuda estão bloqueados, sob a condição de que a Grécia realize reformas econômicas. O governo, no entanto, não concorda com as reformas propostas. As medidas cobradas pela União Europeia e pelo FMI como reformas à economia grega incluem mudanças como aumento de impostos e reduções no sistema de aposentadoria.
Neste sábado, após o anúncio do referendo, os ministros da Economia da zona do euro rejeitaram estender o atual programa de resgate financeiro da Grécia, que expira na terça-feira (30) junto com o vencimento da dívida com o FMI. A extensão seria necessária porque o referendo sobre o tema só vai ocorrer em 5 de julho, dias depois do vencimeFrnto da dívida.
Neste domingo, o Banco Central Europeu (BCE) anunciou que deve manter os empréstimos de emergência acordados aos bancos gregos em seu nível atual. Apesar disso, a instituição não parece disposta a desviar-se de suas regras, ou seja, a financiar a economia grega além da expiração do plano de ajuda em curso na terça-feira.
Novo pedido de extensão
Tsipras também afirmou que fez um novo pedido de extesão do atual programa de resgate financeiro para líderes da zona do euro neste domingo. "Estou esperando sua resposta imediata para esse apelo fundamental à democracia", disse.
"Uma coisa é clara: a recusa à uma extensão curta, e a tentativa de anular um procedimento democrático é um ato profundamente ofensivo e vergonhoso para as tradições democráticas da Europa", acrescentou.
Manifestantes anti-austeridade
Manifestante anti-austeridade queima uma nota de Euro em frente aos escritórios da União Europeia em Atenas neste domingo  (Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)Manifestante anti-austeridade queima uma nota de Euro em frente aos escritórios da União Europeia em Atenas neste domingo (Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)
Neste domingo, manifestantes anti-austeridade se reuniram em frente aos escritórios da União Européia em Atenas. Muitos erguiam faixas com a palavra "não" em grego, em um pedido para que a população vote contra a aceitação das medidas de austeridade impostas pelos credores no referendo de 5 de julho.

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Morre Chris Squire, baixista e cofundador do grupo Yes Músico de 67 anos fazia tratamento contra leucemia. Ele morreu em Phoenix, no estado do Arizona.

Chris Squire, do Yes, morre nos Estados Unidos (Foto: Divulgação/YesWorld)Chris Squire, do Yes, morre nos Estados Unidos (Foto: Divulgação/YesWorld)
Morreu na noite do sábado (27) Chris Squire, baixista e cofundador do grupo Yes, segundo informou a própria banda em nota de pesar. Ele tinha 67 anos e deixa 5 filhos.
De acordo com o comunicado, Squire morreu em Phoenix, no estado do Arizona, nos EUA, onde passava por um tratamento contra a leucemia.

Todos os discos
"É com o coração pesado e tristeza insuportável que informamos o falecimento de nosso querido amigo e cofundador do Yes, Chris Squire. Chris morreu em paz na noite passada em Phoenix, Arizona.", diz comunicado da banda.
Squire nasceu em março de 1948 em Londres, na Inglaterra, e começou a carreira musical em um coro infantil. Aos 20 anos, ele formou o Yes ao lado do vocalista Jon Anderson.
O baixista foi o único membro do Yes a participar de todos os discos de estúdio gravados pela banda de rock progressivo e influenciou uma geração de músicos.
Leucemia
Com o diagnóstico de leucemia, Squire anunciou que não participaria da turnê prevista para novembro nos Estados Unidos.
"Será a primeira vez desde a formação da banda em 1968 que o Yes se apresentará sem mim", afirmou em nota divulgada neste ano no site oficial do grupo.
Em nota de pesar pela morte do músico, a página oficial do Yes afirmou que ele era a "cola que mantinha o grupo unido por todos estes anos".
Repercussão
Músicos e fãs lamentam a morte de Squire nas redes sociais, entre eles o ex-baterista do Dream Theater, Mike Portnoy. "Tive a honra de fazer uma turnê com o Yes em 2004... Chris era um pioneiro no baixo", afirmou.
Dave Mustaine, do Megadeth, escreveu: "Um tremendo talento e uma perda terrivelmente triste. Orações para a banda e a família de Chris Squire".
"RIP, minha maior referência como baixista, goodbye Chris Squire!", escreveu Paulo Ricardo no Twitter.
O músico também foi lembrado no festival de Glastonbury, que acontece neste final de semana na Inglaterra. A banda Belle and Sebastian dedicou a música "Perfect couples" em seu show a Chris Squire.
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Músicos da banda de rock progressivo Yes, que se apresenta no próximo dia 19 de maio em Brasília. Venda de ingressos teve início nesta sexta (22) (Foto: Divulgação)Músicos da banda de rock progressivo Yes (Foto: Divulgação)

REVOLUÇÃO DOS BICHOS



Major é tido como um porco velho e sábio idealizador do Animalismo, Major apresenta um discurso relativo ao de Karl Marx e o socialismo científico.

A história, desde a expulsão de Jones até a “transformação completa de Napoleão em “humano” durou aproximadamente 6 anos. Na Granja do Solar, situada perto da cidade de Willingdon (Inglaterra), viviam bichos, que como dono tinham o Sr. Jones.


O Velho Major (porco) teve um sonho, sobre uma revolução em que os bichos seriam auto-suficientes, sendo todos iguais. Era o princípio do Animalismo. O Major morreu, mas mesmo assim os animais colocaram em prática a ideia do líder, fazendo a Revolução dos Bichos.

Depois da Revolução, a Granja passou a se chamar Granja dos Bichos, e quem a administrava era Bola-de-Neve (porco). Bola-de-Neve seguia os princípios do Animalismo, e mesmo sendo superior (em quesitos de inteligência e cultura) em relação aos outros animais, sempre se considerou igual a todos, não tendo privilégios devido à sua condição.

Bola-de-Neve tinha um assistente, Napoleão (porco), que na ânsia pelo poder, traiu o amigo, assumindo a administração da Granja. Napoleão mostrou-se competente e justo no começo, mas depois passou a desrespeitar os SETE MANDAMENTOS, os quais firmavam as ideias animalistas. Depois de aproximadamente 5 anos, Napoleão já ocupava a casa do Sr. Jones, bebia álcool, vestia as roupas do ex-dono, andava somente sobre duas pernas e convivia com seres humanos, enfim agia em benefício próprio, instalando um regime ditatorial, dominando e hostilizando os demais animais, considerados seres inferiores e sem direitos. Por essa época, já não era possível distinguir, quando reunidos à mesa, o porco tirano e os homens com quem se confraternizava. Napoleão conseguiu sair vitorioso graças à ajuda de Garganta, porco servil e obediente e que, através de bons argumentos, convencia os animais de que tudo o que acontecia era para o bem deles.

Os SETE MANDAMENTOS do Animalismo eram os seguintes: Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo; Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo; Nenhum animal usará roupas; Nenhum animal dormirá em cama; Nenhum animal beberá álcool; Nenhum animal matará outro animal; Todos os animais são iguais. Napoleão, aos poucos, alterou todos os mandamentos. Foi Bola-de-Neve quem escreveu os SETE MANDAMENTOS.

A Revolução dos Bichos é um livro de extrema importância para entendermos o funcionamento de sociedades comandadas por diferentes tipos de governo, além de mostrar de forma genial a ambição do ser humano, o “sonho do poder”.

O Senhor Jones era o dono da Granja e, como tal, explorava o trabalho animal em benefício próprio, para acumular capital. Em troca dos serviços prestados, ele pagava com a alimentação, que nem sempre era boa e suficiente. Temos aí o retrato de uma sociedade capitalista: quem mais trabalha é quem menos ganha.

A Revolução que se deu por ideia do “Major”, tinha por princípio básico a igualdade; sendo assim, o Animalismo corresponde ao Socialismo, regime em que não existe propriedade privada e em que todos são iguais, e todos trabalham para o bem comum.

A princípio, houve um socialismo democrático, em que todos participavam de assembleias, dando ideias e sugestões, liderados por Bola-de-Neve, bem aceito pelos animais em geral. Napoleão representa o desejo da onipotência, do poder absoluto e, para conseguir seus objetivos, tudo passa a ser válido: mentiras, traições, mudanças de regras.

Tempos depois instaurava-se na Granja uma verdadeira Ditadura, o regime em que não há liberdade de expressão, direito a opiniões etc. Na sede pelo poder e pela riqueza, Napoleão entra em contato com os homens para com eles negociar, comprar, vender, enfim, acumular riquezas e tudo graças ao trabalho dos animais, verdadeiros empregados mal-remunerados, ajudando o “patrão” a ter regalias, bens materiais, capital.

A situação fica mais crítica do que quando Jones era o dono da Granja porque, mais do que nunca, os direitos humanos, ou seja, dos animais foram violados de forma cruel e tendo conseqüências gravíssimas como a morte de alguns, o desaparecimento de outros e muita tortura.

Com base nos fatos ocorridos podemos concluir que a história nos mostra os dois tipos de dominação existentes – a dominação pela sedução: Garganta persuadia os animais com seus argumentos convincentes e eles aceitavam pacificamente as mudanças efetuadas, e a dominação pela força bruta: quem se rebelasse contra as ordens era punido fisicamente, torturado por cães treinados e levados até à morte.
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Foto de Monica Sales. Foto de Monica Sales. Monica Sales adicionou 2 novas fotos. Pessoal preciso de ajuda.. Este cachorro está cego e foi atropelado ... Não posso ajudar... Por favor me ajudem a compartilhar para chegar nos responsáveis. Esta na Estrada do Guavirutuba, em frente a escola Eudoro Vilella, zona sul de SP.

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